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Hist?rico:
- 01/07/2007 a 31/07/2007
- 01/05/2007 a 31/05/2007
- 01/04/2007 a 30/04/2007
- 01/03/2007 a 31/03/2007
- 01/02/2007 a 28/02/2007
- 01/01/2007 a 31/01/2007
- 01/12/2006 a 31/12/2006
- 01/11/2006 a 30/11/2006
- 01/09/2006 a 30/09/2006


Quando se fala no Egito da Antiguidade, as primeiras coisas que nos vêm à mente são as imagens das grandes pirâmides, as múmias e artefatos dos museus, os templos e a atmosfera de aventura que cerca tudo o que diz respeito ao tempo dos faraós, que a literatura e o cinema nos mostram como sempre presentes nas expedições arqueológicas.
Construídas há cerca de 4500 anos, aproximadamente entre 2650 e 2550 a.C., as pirâmides de Gisé foram feitas para três reis da Quarta Dinastia do Egito: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Eles mesmos foram os arquitetos de suas próprias pirâmides. Das 7 maravilhas do mundo antigo, as pirâmides de Gisé são as únicas que ainda permanecem inteiras, exercendo um grande fascínio sobre a humanidade.
http://www.expoente.com.br/professores/kalinke/projeto/piramide.htm

Vejam como estão as pirâmides neste exato momento.
Fonte:
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/index.html
LIVRO II DE VISITAS


30.07.2007

Decifração dos hieróglifos egípcios
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Fran%C3%A7ois_Champollion
http://pt.wikipedia.org/wiki/Decifra%C3%A7%C3%A3o_dos_hier%C3%B3glifos_eg%C3%ADpcios
A decifração do sistema de escrita dos hieróglifos egípcios é geralmente atribuída a Jean François Champollion, o chamado "Pai da Egiptologia". Nascido na França em 1790, desde muito jovem Champollion mostrou um grande interesse pelo estudo das línguas orientais, e aos 16 anos já conhecia hebreu, árabe, persa, chinês e várias outras línguas asiáticas.
Concluiu que o cóptico, a língua falada pelos cristãos egípcios ainda existentes, correspondia ao último estágio da antiga língua egípcia. Esta foi a sua grande vantagem sobre o médico inglês Thomas Young, que também investigou o significado dos hieróglifos, embora com menos sucesso.
Inicialmente, Champollion estava convencido, tal como Young, de que os hieróglifos eram puramente simbólicos, sem qualquer valor fonético. No entanto, após estudar várias inscrições hieroglícas contendo nomes reais, tais como o Obelisco de Bankes e a Pedra de Roseta, Champollion descobriu que afinal muitos hieróglifos possuíam o efeito fonético comum aos ideogramas.
O estudo da antiga língua egípcia - vinculada nos hieróglifos egípcios - avançou bastante durante o século XX, com o trabalho de linguistas como Sir Alan Gardiner e Hans Jakob Polotski, que permitiram uma melhor compreensão da gramática e do sistema verbal.
http://www.starnews2001.com.br/egypt/champollion.html



09.07.2007
Templo de Hórus
O Falcão Divino
Um dos mais belos e mais bem conservados templos do Egito Antigo é o Templo de Hórus, em Edfu, situado a certa distância da parte sul de Luxor e do Vale dos Reis, construído por Ptolomeu III e Ptolomeu IV, por volta de 100 a.C. Acredita-se que um templo da Terceira Dinastia existisse originariamente no local. O templo de Edfu tem um hipostilo e um santuário, além de numerosas figuras, inscrições e hieróglifos gravados em relevo. Nas paredes estão representadas as lutas do deus Hórus com seus inimigos, caracterizados de crocodilos e hipopótamos.
Um cena, numa das paredes, mostra o faraó ajoelhado diante de Hórus. Bem acima da entrada para o primeiro átrio, na fachada do pilone, encontra-se em relevo um belo disco solar, com as asas abertas do falcão. Acredita-se que foram os faraós da Quinta Dinastia, por volta de 2400 a.C., que introduziram o disco solar alado com o uraeus, ou cobra, de cada lado. O disco solar era o de Ra, ou Aton. As asas eram de Hórus. Como o templo de Edfu é dedicado a Hórus, há em ambos os lados da entrada do templo, bem como no pátio, grandes estátuas, magnificamente esculpidas em granito, do falcão usando a dupla coroa.

O falcão foi provavelmente a primeira criatura viva a ser adorada no vale do Nilo. O vôo altaneiro do falcão, que parecia ser companheiro do sol, levou os imaginosos egípcios a crer que o sol seria como que um falcão que descrevesse um luminoso vôo diário pelos céus. Como falcão, Hórus era um deus. Durante toda a sua história, os egípcios antigos acreditaram que os deuses se manifestavam em animais. Hoje é difícil compreendermos o relacionamento entre um deus e seu animal. O deus Hórus era representado como um pássaro que, segundo se acreditava, se manifestava em um ou mais falcões individuais. Por outro lado, dizia-se que Hórus era um falcão cujos olhos eram o sol e a lua, e cujo hálito era o refrescante vento norte. Esta a maneira impressiva com que descreviam esse grande deus.
VER MAIS:
http://www.starnews2001.com.br/egypt/edfu.html
“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade."
-Carlos Drummond de Andrade-


OLHO DE HÓRUS
http://antigoegito.tripod.com/simbolos.htm
O olho de hórus é descrito como uma mistura de olho humano e de falcão. Há dois tipos de Udjats, o que olha para a esquerda (a Lua) e o que olha para a direita (o Sol); juntos, formam os dois olhos de Hórus. O amuleto trazia para os egípcios força, vigor, proteção, segurança e boa saúde. O amuleto poderia ser colocado em qualquer parte do corpo do falecido e este, assim, se tornaria um deus, ocupando seu lugar no barco de Rá.

A reverência mostrada aos genitores é uma das virtudes simbolizadas pelo Udjat, e o amuleto poderia ser usado como um substituto às oferendas que um filho deveria fazer diariamente na tumba de seu pai. Acreditava-se que ele prevenia doenças e era capaz de ressuscitar os mortos.

“ Respeitem as outras crenças para que possam respeitar a vossa,
pois a verdadeira mágica está dentro de nós
refletida em nossas palavras e ações “
( Hórus )


Egípcios e a Construção Civil
http://antigoegito.tripod.com/historia.htm
Os egípcios foram grandes construtores, erguendo casas e palácios com Tijolos e madeira. Recursos técnicos que talvez tenham trazido à Mesopotâmia. As pedras eram reservadas para a construção de túmulos. Eram hábeis na arte de esculpir em pedras, fabricavam jóias de ouro, pedras semipreciosas e esmalte, e descobriram o papiro, que servia para a escrita. Desenvolveram conhecimentos e medicina e iniciaram investigações matemáticas, mais tarde desenvolvidas pelos gregos. Porem, onde os egípcios mais se destacaram foi na construção de túmulos, as pirâmides em geral em honra dos faraós. Contando com materiais rudimentares, porém com fartura de mão-de-obra, construíram verdadeiros monumentos de arquitetura, como as pirâmides de Quéfren, Quéops e Miquerinos que ficam na cidade de Gizé.
A arte egípcia em sua maior parte homenageava os mortos, sepultadas com os objetos julgados necessários paia a vida no além. Muitos faraós eram enterrados em túmulos escavados em rochas, outros tinham o corpo conservado pelo embasamento. Os egípcios eram politeístas. Osíris, deus dos mortos, segundo eles desposara sua irmã, Íris, sendo morto por Seth; seu filho Horus, porém, ressuscitou-o. Horus, deus do firmamento e da chuva, reinava sobre os viventes, representado por um falcão. Havia o costume de representar o deus sob a forma antropozoomorfa*, Ra era o deus sol de Heliópolis; quando Tebas se tornou a capital (11.ª dinastia), Amon, o deus da cidade ficou sendo Amon-Ra, o rei dos deuses. Em 1.340 a.C., o faraó Akhenaton, instituiu o culto a um só deus - Aton - o sol, e mandou construir a nova Capital em Telel Anarna. Tutankhamon, seu sucessor, restabeleceu os antigos deuses, e seu túmulo foi o que abrigou a maior quantidade de tesouros no Egito. O último faraó egípcio, Nectanebo morreu em 341 a.C.

"O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função
do amor é levar o ser humano à perfeição."
- Aristóteles -


Os deuses egípcios eram representados ora sob forma humana, ora sob forma de animais, considerados sagrados. O culto de tais animais era um aspecto importante da religião popular dos egípcios. Os teólogos oficiais afirmavam que neles – como no boi Ápis, por exemplo – encarnava-se uma parcela das forças espirituais e da personalidade de um ou mais deuses. Deve ser entendido que o deus não reside em cada vaca ou em cada crocodilo. O culto era dirigido a um só indivíduo da espécie, escolhido de acordo com determinados sinais e entronizado num recinto especial. Ao morrerem, os animais sagrados eram cuidadosamente mumificados e sepultados em cemitérios exclusivos.
Boi Ápis- Boi sagrado que os antigos egípcios consideravam como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptah. O culto do boi Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos. Antiga divindade agrária, simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora.
A Leoa sanguinária- Uma mulher com cabeça de leão, encimada pelo disco solar, representava a deusa Sekhmet que, por sua vez, simbolizava os poderes destrutivos do Sol. Embora fosse uma leoa sanguinária, também operava curas e tinha um frágil corpo de moça. Era a deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias. Essa divindade feroz era adorada na cidade de Mênfis. Sua juba — dizem os textos — era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha a cor do sangue, seu rosto brilhava como o sol... o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria.
Falcão o deus solar- O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis (On em egípcio), o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. O deus-Sol é retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações. Seu nome mais comum é Rá e podia ser representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos.
VER MAIS:
http://antigoegito.tripod.com/culto.htm

“Entre as pequenas coisas que não fazemos e as grandes que não podemos fazer, o perigo está em não tentarmos nenhuma!"
(Confúcio)

Arte do Antigo Egito
http://www.starnews2001.com.br/egypt/arte_egipcia.html



1-Osíris e Aton num ritual de oferendas;2-Ritual de oferendas, na Necrópole de Mênfis em Sakkara;3-Jovens numa dança acrobática;4-Oferenda de um colar e um vaso, tumba de Jeserkareseneb;5-Oferendas, na Necrópole de Mênfis em Sakkara;6-Anúbis num ritual de mumificação;7-Rei Ai abrindo a boca de Tutankhamon;8-Rainha oferece vasos a deusa Hathor
9- Um morto ajoelhado ao lado de Osíris, tumba de Pashed.



Novo Império
http://antigoegito.tripod.com/art_arq.htm
Edifícios, pinturas, esculturas e artes aplicadas do antigo Egito, da pré-história à conquista romana no ano 30 a.C. A história do Egito foi a mais longa de todas as civilizações antigas que floresceram em torno do Mediterrâneo, estendendo-se, quase sem interrupção, desde aproximadamente o ano 3000 a.C. até o século IV d.C. O Novo Império (1570-1070 a.C.) começou com a XVIII dinastia e foi uma época de grande poder, riqueza e influência. Quase todos os faraós deste período preocuparam-se em ampliar o conjunto de templos de Karnak, centro de culto a Amon, que se converteu, assim, num dos mais impressionantes complexos religiosos da história. Próximo a este conjunto, destaca-se também o templo de Luxor.
No Novo Império, também se destaca o insólito templo da rainha Hatshepsut, em Deir el Bahari, levantado pelo arquiteto Senemut (morto no ano de 1428 a.C.) e situado diante dos alcantilados do rio Nilo, junto ao templo de Mentuhotep II. Durante a XIX Dinastia, na época de Ramsés II, um dos mais importantes faraós do Novo Império, foram construídos os gigantescos templos de Abu Simbel, na Núbia, ao sul do Egito. A escultura, naquele momento, alcançou uma nova dimensão e surgiu um estilo cortesão, no qual se combinavam perfeitamente a elegância e a cuidadosa atenção aos detalhes mais delicados. Tal estilo alcançaria a maturidade nos tempos de Amenófis III.
A arte na época de Akhenaton refletia a revolução religiosa promovida pelo faraó, que adorava Aton, deus solar, e projetou uma linha artística orientada nesta nova direção, eliminando a imobilidade tradicional da arte egípcia. Deste período, destaca-se o busto da rainha Nefertiti (c. 1365 a.C.).
A pintura predominou então na decoração das tumbas privadas. A necrópole de Tebas é uma rica fonte de informação sobre a lenta evolução da tradição artística, assim como de excelentes ilustrações da vida naquela época. Durante o Novo Império, a arte decorativa, a pintura e a escultura alcançaram as mais elevadas etapas de perfeição e beleza. Os objetos de uso cotidiano, utilizados pela corte real e a nobreza, foram maravilhosamente desenhados e elaborados com grande destreza técnica. Não há melhor exemplo para ilustrar esta afirmação do que o enxoval funerário da tumba (descoberta em 1922) de Tutankhamen.

"Oração não é pedir. É um anseio da alma. É uma admissão diária das próprias fraquezas. É melhor na oração ter um coração sem palavras do que palavras sem um coração."
(Ghandi)


PINTURA EGIPCIA:
http://br.geocities.com/anacanella/pintura_egipcia.html
Como em outras Artes , a pintura do antigo Egito deve partir da consideração da organização social e das crenças religiosas de um povo dominado pela idéia de outro mundo e de uma concepção dual da pessoa, segundo a qual cada homem possui um duplo ou ka cuja supervivência ficará assegurada enquanto não se destruir o seu corpo ou subsistir a sua representação. Nessa crença, que implicará uma hipertrofia do culto aos mortos, origina-se a maior parte da arte egipcia.
A pintura egípcia, cuja matéria- uma pintura à cola fabricada com cores minerais, é aplicada sobre uma camada de gesso branco que cobre a parede. Usa tintas planas, sem matizações, durante o Impérios antigo (sobre 2700-2260a.C.) e Médio (2060-1786) a.C.), e só com a XVIII disnastia (1560-1309 a.C) começa-se a introduzir o uso dos meios-tons, numa época em que se torna visível certa tendência ao prociosismo. Arte de códigos rígidos, representa os personagens de perfil, conforme a lei da frontalidade: o tronco e o olho aparecem de frente, numa tentativa de representar as diferentes partes do corpo da forma mais caracterizada possível; as pernas aparecem sempre vistas pela sua face interna; os braços costumam estar colados ao corpo, e quando um deles se levanta- à altura do antebraço, geralmente é o mais afastado.
De resto, as cenas aparecem perfeitamente estruturadas e, desconhecendo as leis da perspectiva, os pintores situam as figuras humanas e animais em várias franjas sobrepostas e bem delimitadas.
A pintura egípcia tem o seu grande campo de ação nas decorações dos monumentos funerários. No interior das tumbas, grandes telas murais aparecem recobertas por relevos e pinturas onde se descrevem as ocupações e o ambiente vital do defunto e se representam cenas de caráater religioso Junto a estas decorações funerárias, deve-se recordar também as de palácios e casas, que adquirem especial importância no Império Novo, e recordemos também as pinturas sôbre papiros.
O máximo da pintura Egipcia foi durante o Império Novo, em especial com a XVIII dinastia (1560-1309 a.C.) Nessa época encontramos uma aspiração à delicadeza, uma certa distensão, que faltavam anteriormente. as figuras tornam-se mais estilizadas, os artistas procuram refletir o movimento e, ao mesmo tempo que se entregam à uma grande variedade temática, tentam exibir com grande preciosismo o espetáculo da natureza. As representações de pássaros e peixes nos pântanos, jardins e estanques alcançarão depressa, um grau de graça e de naturalismo próximos aos da pintura cretense. Os pintores mostram-se mais afastados das convenções que regiam os baixo-relevos e começam tímidos ensaios de novas disposições espaciais.
Devemos lembrar também na pintura egípcia, os rolos de papiros cuja peça fundamental são os Livros dos Mortos, ricamente decorados, onde continham as instruções para se guiarem depois da morte e eram colocados junto ao defundo, no interior da urna.
"Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos. E um amor sem beleza é como flores sem perfume. Vida, amor, beleza: eis a minha trindade."
Khalil Gibran


MITOLOGIA EGÍPCIA: HÓRUS
http://www.maconaria.net/mitologia3.shtml
Hórus, mítico soberano do Egipto, desdobra as suas divinas asas de falcão sob a cabeça dos faraós, não somente meros protegidos, mas, na realidade, a própria incarnação do deus do céu. Pois não era ele o deus protector da monarquia faraónica, do Egipto unido sob um só faraó, regente do Alto e do Baixo Egipto? Com efeito, desde o florescer da época história, que o faraó proclamava que neste deus refulgia o seu ka (poder vital), na ânsia de legitimar a sua soberania, não sendo pois inusitado que, a cerca de 3000 a. C., o primeiro dos cinco nomes da titularia real fosse exactamente “o nome de Hórus”. No panteão egípcio, diversas são as deidades que se manifestam sob a forma de um falcão. Hórus, detentor de uma personalidade complexa e intrincada, surge como a mais célebre de todas elas. Mas quem era este deus, em cujas asas se reinventava o poder criador dos faraós? Antes de mais, Hórus representa um deus celeste, regente dos céus e dos astros neles semeados, cuja identidade é produto de uma longa evolução, no decorrer da qual Hórus assimila as personalidades de múltiplas divindades.
Originalmente, Hórus era um deus local de Sam- Behet (Tell el- Balahun) no Delta, Baixo Egipto. O seu nome, Hor, pode traduzir-se como “O Elevado”, “O Afastado”, ou “O Longínquo”. Todavia, o decorrer dos anos facultou a extensão do seu culto, pelo que num ápice o deus tornou-se patrono de diversas províncias do Alto e do Baixo Egipto, acabando mesmo por usurpar a identidade e o poder das deidades locais, como, por exemplo, Sopedu (em zonas orientais do Delta) e Khentekthai (no Delta Central). Finalmente, integra a cosmogonia de Heliópolis enquanto filho de Ísis e Osíris, englobando díspares divindades cuja ligação remonta a este parentesco. O Hórus do mito osírico surge como um homem com cabeça de falcão que, à semelhança de seu pai, ostenta a coroa do Alto e do Baixo Egipto. É igualmente como membro desta tríade que Hórus saboreia o expoente máximo da sua popularidade, sendo venerado em todos os locais onde se prestava culto aos seus pais. A Lenda de Osíris revela-nos que, após a celestial concepção de Hórus, benção da magia que facultou a Ísis o apanágio de fundir-se a seu marido defunto em núpcias divinas, a deusa, receando represálias por parte de Seth, evoca a protecção de Ré- Atum, na esperança de salvaguardar a vida que florescia dentro de si.
Hórus foi imortalizado através de díspares representações, surgindo por vezes sob uma forma solar, enquanto filho de Atum- Ré ou Geb e Nut ou apresentado pela lenda osírica, como fruto dos amores entre Osíris e Ísis, abraçando assim diversas correntes mitológicas, que se fundem, renovam e completam em sua identidade. É dos muitos vectores em que o culto solar e o culto osírico, os mais relevantes do Antigo Egipto, se complementam num oásis de Sol, pátria de lendas de luz, em cujas águas d’ ouro voga toda a magia de uma das mais enigmáticas civilizações da Antiguidade.

"Sei que meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor.”
( Madre Teresa de Calcutá )



http://antigoegito.tripod.com/ciencia.htm
Os egípcios usavam a numeração decimal pelo menos desde os idos da primeira dinastia (c. 2920 a 2770 a.C.). Entretanto, não conheciam o zero, mas às vezes, intuitivamente, o escriba o manejava deixando um espaço vazio para ele. Um traço indicava a unidade, um arco indicava a dezena e uma corda enrolada indicava a centena. Na foto ao lado, de um muro de uma construção de Tutmósis III (c. 1479 a 1425 a.C.) em Karnak, pode-se observar esse sistema de notação. Trabalhavam apenas com três operações aritméticas: a soma, a subtração e a divisão. Para multiplicar usavam o expediente de fazer adições sucessivas. Tinham dificuldade em lidar com as frações. As que tivessem numerador maior do que 1 eram divididas em parcelas com numerador unitário para serem usadas nos cálculos. Excetuava-se a fração 2/3, que eles sabiam utilizar tal como se apresentava. A diferença entre a progressão aritmética e a geométrica era perfeitamente entendida e calculavam com precisão as áreas dos triângulos, retângulos e hexágonos bem como o volume das pirâmides, do cilindro e até mesmo do hemisfério. Calcularam em 3,16 a razão entre a circunferência de um círculo e seu diâmetro, o que é um valor notavelmente exato para a época, mormente quando lembramos, por exemplo, que a Bíblìa apresenta o número 3 para o valor de PI.
As inundações anuais do Nilo destruíam de tempos em tempos os marcos limítrofes das propriedades, originando contendas sobre os direitos à terra. Nesse cenário desenvolveu-se a classe profissional dos agrimensores, chamados de esticadores de corda, aos quais cabia restabelecer os antigos limites das áreas inundadas. Na prática eles já conheciam o teorema de Pitágoras. Eles sabiam — diz Idel Becker — que um triângulo com lados 3, 4 e 5 é retângulo. Faziam, pois, numa corda, 12 nós — a intervalos regulares. Amarravam as pontas e esticavam a corda, dobrando-a convenientemente em três dos nós. Obtinham, assim, um triângulo retângulo. Isto lhes permitia traçar perpendiculares e paralelas, necessárias às tarefas de agrimensura. Desta forma conseguiam restabelecer os antigos limites das terras dos diversos proprietários.
Não sendo cientistas puros, os egípcios tinham pouco interesse pela natureza do universo físico em si mesmo. Apesar disso, fizeram mapas dos céus, identificaram as principais estrelas fixas e conseguiram algum sucesso na determinação exata das posições dos corpos celestes. A figura ao lado mostra motivos astronômicos pintados no teto do túmulo de Seti I (c. 1306 a 1290 a.C.). Heliópolis era o centro de culto do Sol e como o ritual desse deus estava ligado intimamente com a medida do tempo e os movimentos dos corpos celestes, era natural que a astronomia fosse estudada principalmente naquela cidade. Idel Becker explica que eles agrupavam as estrelas em constelações identificadas com as divindades; e nessa forma eram elas representadas nos tetos e nas tampas dos ataúdes. Representava-se o universo como uma caixa retangular, no meio de cuja base ficava o Egito. O firmamento era sustentado por quatro píncaros de montanhas; as estrelas pendiam do céu por meio de cabos. Em torno da terra corria um rio onde viajava um barco que conduzia o sol.
Os egípcios pouco fizeram em outros campos científicos. Apesar de terem realizado façanhas de engenharia que rivalizam com a perícia da mecânica moderna, seus conhecimentos de física eram os mais rudimentares possíveis. Conheciam o princípio do plano inclinado, mas ignoravam a roldana e, provavelmente, também, o rolo. Embora fosse pequeno o seu conhecimento de química, ao menos deram o nome a essa ciência. Deve também ser consignado, em seu favor, um considerável progresso na metalurgia, a invenção do relógio de sol e do de água, o fabrico do papel e do vidro. Com todas as suas deficiências como cientistas puros, igualaram realmente os romanos nas realizações práticas e foram muito além dos hebreus e dos persas.

“As grandes coisas são feitas por pessoas que tem grandes idéias e saem pelo mundo para fazer com que seus sonhos se tornem realidades”
Ernest Holmes

Escribas
http://www.starnews2001.com.br/egypt/escriba.html


Os escribas eram uma classe muito importante no Egito Antigo. Somente eles tinham oportunidade de seguir carreira no serviço público ou como administrador de uma grande propriedade, pois a escrita fazia parte da profissão especializada. Eram tantas as exigências para a carreira de um escriba, quanto honrosas e lucrativas as compensações para quem a seguia. Um jovem que tivesse a sorte de ter passado pela importante escola de escribas de Mênfis, ou mais tarde, de Tebas, devia não só saber ler, escrever e desenhar com o máximo de habilidade, como também dominar perfeitamente o idioma, a literatura e a história do seu país. Além disso, devia ter amplos conhecimentos de matemática, contabilidade, processos administrativos gerais e até mesmo de mecânica, agrimensura e desenho arquitetônico. Quando um homem se qualificava como escriba, automaticamente se candidatava a membro da classe oficial culta, o que o isentava de qualquer espécie de trabalho servil e facilitava-lhe galgar uma série de estágios conhecidos para chegar aos cargos mais elevados do país.
No cumprimento de suas funções, o escriba sentava-se de pernas cruzadas e improvisava com a parte dianteira do seu saiote de linho, bem esticado, uma espécie de mesa. Empunhando a pena ou o pincel de junco e com um rolo de papiro estendido sobre o saiote que lhe cobria os joelhos, ele estava pronto para tomar o ditado (veja imagem ao lado). Os pigmentos para escrever, em geral vermelho ou preto, estavam em tigelas de alabastro, no chão, ao lado. O escriba escrevia da direita para a esquerda, adotando a chamada escrita hierática, em geral com um pincel fino feito de junco, tendo a ponta cuidadosamente desfiada e aparada. O papel era feito de tiras estreitas de papiro, cruzadas em duas direções, comprimidas juntas e depois lustradas.
Os antigos egípcios extraíam a tinta moendo minérios coloridos, cujo pó, misturado com algum líquido, dava uma tonalidade para cada tipo de escrita ou pintura, que decoravam as paredes internas das pirâmides e dos templos.

"A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delicia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você."
(Ralph Waldo Emerson)


AGRICULTURA NO ANTIGO EGITO
http://antigoegito.tripod.com/agric.htm
Os produtos básicos da agricultura do Antigo Egito eram os cereais (trigo duro e cevada principalmente) e linho. Figos, uvas, tâmaras, maças, rábanos, ervilhas e favas também estavam entre as produções do solo egípcio. O papiro era coletado nas terras pantanosas e utilizado não só para a alimentação, preparada com os seus rizomas, mas também como matéria-prima em produtos de uso variado. Cordas eram fabricadas a partir dos seus troncos e suas fibras permitiam confeccionar tecidos, desde os mais finos, para o vestuário elegante, até lonas grosseiras. Por sua vez, vimes, juncos e folhas de palmeiras tamareiras eram utilizados no fabrico de cestos e esteiras. O trabalho agrícola ocupava pouco mais de seis meses do ano e, assim, se dispunha de mão-de-obra abundante para trabalhos artesanais da aldeia, para conservação dos canais de irrigação e para as obras hoje ditas faraônicas: templos, palácios, monumentos e sepulcros.
Eram três as estações do ano típicas do país: a inundação, a saída e a colheita. A primeira estendia-se de julho a outubro e durante ela as águas elevavam-se, normalmente, até sete ou oito metros de altura; a segunda era marcada pelo reaparecimento das terras cultiváveis antes escondidas pelas águas, era a época da semeadura e ia de novembro a fevereiro; finalmente a colheita realizava-se de março a junho.
Na horticultura, eram produzidos alho, cebola, pepino, alface e outras verduras e legumes; também eram plantadas árvores frutíferas, e videiras. Várias plantas (como o sésamo) eram cultivadas para obtenção de azeite; o azeite de oliva era importado. Sabemos ainda que os óleos vegetais eram utilizados não apenas na cozinha, mas também na iluminação, nos cosméticos e na terapêutica e provinham principalmente da bolota, do coco e do rícino.
O camponês, no Egito não tinha vida fácil, exceto nas poucas semanas em que a água, recobrindo toda a região, transformava cada aldeia numa ilhota. Mal o rio baixava, a irrigação, responsável pela nutrição da terra, devia ser constantemente fiscalizada, ajudada, conduzida e mesmo realizada pela mão do homem. Para discipliná-la, bem como para drenar os charcos, fazia-se necessária a construção de diques, a abertura de canais e a reparação contínua de uns e outros. Durante o período de vegetação, era preciso manter o abastecimento de água dos canalículos, pelo menos nos jardins, água esta que era recolhida nos braços mortos, nos poços ou no rio: manejando a vara do balanceiro ou, diretamente, um pesado recipiente, braços humanos levavam a cabo, com tal objetivo, um duríssimo trabalho. Vinha depois a colheita, exigindo numerosa mão-de-obra, repartida por turmas de trabalhadores.
Para alguns egípcios que frequentavam os bancos escolares, era necessário um regresso aos trabalhos do campo. Contra tal pensamento levanta-se um escriba. Segundo ele, todos os ofícios manuais eram desprezíveis, mas o ofício de agricultor mais do que qualquer outro. As pessoas que exerciam essa profissão estragavam-se, assim como acontecia aos utensílios. Agredido e explorado pelos seus senhores e pelos agentes do fisco, roubado pelos vizinhos, pelos soldados-ladrões, traído pelos elementos, arruinado pelos gafanhotos, pelos roedores e por todos os inimigos do homem, tal é o agricultor. A sua mulher é presa, os seus filhos são arrebatados como penhores. Em resumo: o agricultor é o retrato perfeito de um infeliz.
"Você reza na sua aflição e na sua necessidade... quem dera que você rezasse também na plenitude da sua alegria."
(Gibran Kahlil Gibran)



Escrita Hieroglífica
http://antigoegito.tripod.com/escrita.htm
Os antigos egípcios acreditavam que sua escrita sagrada - datada de 3.100 a.C. - era um presente de Thoth, o deus da sabedoria. Entretanto, os estudiosos contemporâneos afirmam que o povo do Nilo sofreu influências da escrita mesopotâmica.
Qualquer que seja a sua origem, a escrita hieroglífica foi um instrumento que possibilitou aos egípcios registrarem dados diversificados de sua cultura: da vida cotidiana da população até as proclamações dos sacerdotes e decretos reais. Traduzindo ao pé da letra, "hieróglifo" significa "inscrição sagrada". Outras formas de escrita gravavam textos mundanos; os hieróglifos aspiravam a eternidade.
Detalhada e meticulosamente gravados, os hieróglifos geralmente associavam símbolos fonéticos com imagens de objetos reais. Não havia vogais, e predominava pouco espaço. Leitores dependiam do contexto e do senso comum para ajudá-los a decifrar o significado. Essa escrita era comumente lida da direita para a esquerda, ou de cima para baixo. Mas sempre houve exceções.
Os egípcios abandonaram os hieróglifos no quarto século depois de Cristo, pois os líderes cristãos se opuseram ao uso dos símbolos pagãos.
Algumas centenas de anos mais tarde, sob a administração dos islâmicos, o Egito adotou o árabe como língua popular. Em pouco tempo as inscrições antigas perderam seu sentido. Elas permaneceram um mistério por séculos.

"O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função
do amor
é levar o ser humano à perfeição."
( Aristóteles )



Crianças do Egito Antigo
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Os egípcios gostavam de crianças e as tinham sempre por perto. Os filhos dos pastores acompanhavam seus pais ao campo. Mesmo os soberanos viviam rodeados pelos filhos.
Assim que a criança nascia era preciso dar-lhe um nome, já que não existia entre eles o assim chamado nome de família. Alguns desses nomes eram curtos: Ti, Abi, Tuí, To. Outros eram verdadeiras frases como Djed-Ptah-iuf-ânkh, que significa Ptah diz que ele viverá. Substantivos e adjetivos também eram transformados em nomes: Djâu. a vara; Chedu, o odre; Menkhti, o forte; Chery, o pequeno; Ta-mit, a gata. Os pais costumavam adotar uma divindade como padrinho do recém-nascido e desse fato também podia advir o seu nome: Hori para os afilhados do deus Hor; Setuí para os afilhados do deus Seth; Ameni para os afilhados do deus Amon e assim por diante. Escolhido o nome fazia-se o registro do nascimento junto à autoridade competente, até porque era necessário que a administração conhecesse o número de bocas que tinha a obrigação de alimentar.
Os pequeninos egípcios ligavam-se estreitamente aos animais que os cercavam: cabritos, gansos, patos, pombos, gatos e cães. Os pequenos macacos, que frequentavam as casas desde o Império Antigo, também eram seus companheiros de folguedos. Para brincar as crianças utilizavam fragmentos de objetos domésticos. A arqueóloga Christiane Noblecourt conta que em escavações foi encontrada a eterna silhueta animal perfilada em madeira e montada sobre rodas, que bastava puxar com uma cordinha, além de parelhas miniaturizadas em terracota, imitando a equipagem do faraó, cujos súditos eram substituídos por macacos! A boneca de madeira com membros articulados também existia, pelo menos na Baixa Época.
No instante em que a criança não mais podia andar nua, momento que devia coincidir talvez com a entrada na escola, o menino ganhava uma espécie de saio e um cinturão e a menina recebia um vestido. Essa era uma data marcante da vida infantil e ficava marcada para sempre na memória, como atestam velhos cortesãos ao escreverem que não esqueciam ter recebido o cinturão no reinado de um determinado faraó. Era então que os meninos começavam a ser orientados no sentido de, um dia, virem a exercer o ofício de seus pais.

"Fazei que possamos não procurar tanto sermos entendidos quanto entendermos."
( São Francisco de Assis )


Higiene e beleza no Antigo Egito
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Bastante vaidosas que eram, as mulheres egípcias dispunham de vários apetrechos para cuidarem de sua higiene e beleza. Os escrínios de toucador continham os mais belos recipientes e pequenos frascos de perfume que possam existir, em madeiras preciosas provenientes sobretudo da Núbia e do Sudão, em marfim, em vidros multicores e translúcidos e, às vezes, até transparentes.
Tanto para as mulheres quanto para os homens, os cuidados de higiene com o corpo, pelo menos entre as classes mais altas da sociedade egípcia, desempenhavam importante papel. Ao que parece, até a ducha já era conhecida: utilizava-se para tanto uma peneira ou uma cesta. É claro que o mais comum era que se tomasse banho no Nilo, mas as residências refinadas dispunham de um banheiro reservado com privada.
Nos palácios reais do Império Antigo a presença das salas de banho está confirmada pela existência do título da função de diretor da sala de banhos. Para se lavarem, os egípcios usavam uma bacia e um jarro provido de bico, no qual colocavam a água. Ao lavarem os dentes, desinfetavam a água com uma espécie de sal. Usavam ainda uma pasta solidificada contendo uma substância desengordurante como, por exemplo, cinza, que levantava espuma quando esfregada.
Os homens utilizavam com frequência os serviços profissionais dos barbeiros, pedicuros e manicuras, enquanto que as mulheres não dispensavam o cabeleireiro. Os barbeiros usavam uma navalha de barba que, durante o Império Novo, consistia de uma pequena peça chata de metal com formato não muito diferente de um machado em miniatura e com bordas cortantes, a qual era fixada em um cabo curvo de madeira e girava entre os dedos do profissional. Tais apetrechos eram guardados em estojos de couro dotados de uma asa, os quais, por sua vez, eram acondicionados em elegantes escrínios de ébano. Os mesmos escrínios eram empregados pelos pedicuros e manicuras para guardar suas pinças, raspadores e tesouras de trabalho. As pessoas de poucos recursos usavam os serviços de barbeiros que se instalavam ao ar livre, embaixo de árvores.
Para combater os maus cheiros do corpo na época do calor, os egípcios friccionavam-se durante vários dias com um unguento à base de terebentina e de incenso que eram misturados com certos grãos não especificados e com um perfume.
O couro cabeludo era objeto de cuidados incessantes. Ora se tratava de suprimir os cabelos grisalhos, evitar o embranquecer das sobrancelhas, ora se tratava de combater a calvície, ou de fazer crescer o cabelo. Sabia-se que o óleo de rícino era adequado a esta higiene especial. Mas os egípcios também sabiam libertar-se dos pelos e das penugens supérfluas.
Em meados da XVIII dinastia tornou-se moda uma série de novos penteados. Em todas as épocas as mulheres se preocuparam com os seus penteados e com suas perucas, pois a cabeleira era um dos fetiches eróticos do homem egípcio.

" Vida é deixar-se envolver. É entregar-se ao momento, à sensação, ao sentimento. Vida é abandonar-se sem medo, sentir plenamente cada movimento. Vida é gritar bem alto, deixando vir de dentro a alegria de estar amando...assumir de corpo inteiro e não só no pensamento. Vida é amar sem medo."
(Léa Waider)


Educação no Egito
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A criança aprendia primeiramente a ler e a escrever. Como o papiro era um material caro para ser desperdiçado, os estudantes recebiam inicialmente, para os seus exercícios, placas de calcário muito bem polidas nas quais estavam riscadas linhas ou quadrados. Em Tebas o material era ainda mais tosco: pedaços de pedra rudemente talhados. Esses eram os cadernos de exercícios e os cadernos do dia-a-dia das crianças egípcias. O treinamento consistia em traçar sinais isolados, hieróglifos ou sinais cursivos e, também, pequenos desenhos, copiados de várias fontes. Alguns trabalhos apresentavam datas. Como o material empregado era barato, o aluno podia estragá-lo à vontade e só depois de muito treino era promovido a estudante. A partir desse momento estava autorizado a copiar num bom papiro intacto, não apenas um trecho, mas uma obra completa.
A educação não consistia unicamente no estudo da gramática e escrita, no conhecimento dos textos clássicos, das histórias divinas, de um pouco de desenho. Os funcionários egípcios tinham ocupações extremamente variadas e passavam, com uma espantosa facilidade, de um serviço para outro.
Era pois, necessário que os estudantes fossem iniciados no conhecimento das leis e dos regulamentos, da História, da Geografia e das principais técnicas. Haveria concursos e diplomas? Estamos tentados a crer que sim, vendo as perguntas que o escriba Hori faz a um dos seus confrades que gostaria de apanhar em falta: Que ração têm as tropas em campanha? Quantos tijolos são necessários para construir uma rampa de certas dimensões? Quantos homens são precisos para transportar um obelisco? Como erguer um colosso? De que modo se organiza uma expedição militar? E, finalmente, perguntas de todo o gênero sobre a geografia da Síria. Nestas perguntas podemos ver um programa completo de estudos.
Além da aprendizagem da escrita os egípcios se entregavam à dança e gostavam do cheiro da cerveja.
A facilidade de que o homem dispunha, no Egito, de ter concubinas em casa, de comprar ou alugar escravas, impedia, de certo modo, que as casas de prostituição se desenvolvessem. Contudo, existiam algumas onde os clientes além de serem induzidos a beber demasiado podiam encontrar dançarinas, cantoras e músicas profissionais, que eram, na generalidade, mesmo as cantoras de Amon, mulheres fáceis. Ali se iniciavam nos encantos da música estrangeira. Cantava-se declamava-se, com acompanhamento de adufe e da harpa. Inciavam-se também noutros prazeres até que se encontravam na rua num estado abjecto e, depois de baldados esforços para tornar firme o passo cambaleante, rolavam no lixo, ou viam-se a braços com uma má questão judicial.

“ Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la.”
( Cícero )


Vida cotidiana dos Egípcios
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A sociedade era patriarcal, mas sabe-se que a mulher exercia grande influência sobre toda a civilização egípcia (basta lembrar-se de Hatshepsut, Nefertiti, Nefertari e Cleópatra VII). Os egípcios estavam tão à frente de seu tempo que as mulheres podiam escolher seus maridos e pedir o divórcio! Tal costume, já milenar na época dos césares, escandalizava o Senado romano.
O pai era responsável pela sustentação da família, enquanto a mãe cuidava do lar e criava as crianças. Os filhos, além de brincar, preparavam-se desde cedo para a vida adulta e, muitas vezes, eram aprendizes dos pais (a sociedade egípcia era dividida em castas, quase sempre sem mobilidade social, ou seja, o filho de um artesão seria um artesão, o filho de nobre seria nobre, etc).
A nobreza egípcia era muito vaidosa. Tanto homens como mulheres usavam roupas de linho branco e peles raras, além de magníficos colares e braceletes de ouro, incrustados com pedras preciosas e semi-preciosas como ametista, turquesa, lápis-lázuli, etc. Por ser um povo muito supersticioso, os egípcios desenvolviam jóias que continham amuletos. Os cosméticos usados pelo faraó e sua corte também eram de extrema importância, pois seu uso era destinado não apenas ao aspecto estético, mas também à saúde e higiene. Na realeza, costumava-se pintar os olhos com kohl, uma tinta preta obtida a a partir do chumbo, da fuligem ou da grafite (a maquiagem foi inventada no Antigo Egito).
Por incrível que pareça, para os antigos habitantes do Nilo, os cabelos eram considerados uma "sujeira" do corpo. Muitos os raspavam e usavam elaboradas perucas no lugar. Essas perucas, ironicamente, eram feitas com cabelo humano e presas com resinas e ceras que, sob o calor escaldante do Egito, derretiam e emitiam perfumes.

"Assuma o comando da sua atitude. Não deixe que outra pessoa a escolha por você."
(S. Brown)


Osíris, Deus da lua, e Ísis, a Deusa da lua, irmã e esposa de Osíris, a mãe de Hórus, o jovem Deus da lua, aparecem nos textos religiosos antes da quinta dinastia (cerca de 3.000 a. C.).
Ísis era entre os egípcios a Deusa protetora da medicina, da espécie humana, da magia, dos encantamentos, da fecundidade, da maternidade, e protetora das mulheres em todos os problemas peculiares a este sexo. Além dela havia outras divindades que presidiam o nascimento dos homens.

Mulheres Egípcias e a Maternidade
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A partir da adolescência a jovem egípcia começava a preocupar-se com o futuro papel de mãe que iria desempenhar. Passava a usar cintos para enfeitar os quadris com adornos feitos de motivos de ouro em forma de cauri, concha símbolo da vulva que podia procriar.
Para saber se estava ou não grávida e até para conhecer de antemão o sexo do bebê, a jovem seguia procedimentos indicados em vários papiros, sendo que o mais célebre usa empiricamente a teoria dos hormônios. Nesta receita a areia provavelmente servia de suporte aos grãos dos cereais e as tâmaras serviam como adubo.
Dizia o papiro: “ Outro meio de reconhecer se uma mulher procriará ou não: colocarás cevada e trigo em dois sacos de tecido que a mulher regará com sua urina todo dia; paralelamente, tâmaras e areia em dois outros sacos. Se a cevada e o trigo germinarem ambos, ela procriará. Se germinar a cevada primeiro, será um menino; se é o trigo que germina primeiro, será uma menina. Se nenhum dos dois germinar, ela não procriará.”
O leite materno era utilizado entre outras coisas, no preparo de poções e líquidos benfazejos, para acalmar a tosse de uma criança, por exemplo, misturado com mel e tâmaras açucaradas. Esse remédio muito antigo aproximava-se de outras prescrições médicas que recomendavam "o leite da mulher que acabou de pôr um filho no mundo" para curar a coriza, mas também as oftalmias. Pequenos recipientes encantadores, em forma de uma mulher agachada tendo nos braços um recém-nascido completamente nu, deviam servir para transportar o precioso líquido.
"A felicidade humana é produzida não tanto pelos bons momentos de sorte que acontecem raramente, mas pelas pequenas vantagens que conseguimos a cada dia."
( Benjamin Franklin )


ESCARAVELHO
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O coração do morto era retirado durante o ritual de mumificação e, em seu lugar, era colocado um amuleto em forma de escaravelho a fim de dar nova vida e existência à múmia.
O besouro usado como modelo para os amuletos era da família dos Lamelicórneos e tinha duas características especiais:
* Primeiro: eles colocavam seus ovos dentro de bolas de excremento que eram roladas até buracos; as larvas, ao nascerem, alimentavam-se desse material. Como esse tipo de besouro nascia a partir de matéria putrefada (excremento), ele também poderia dar vida ao corpo sobre o qual fosse colocado, contanto que as palavras mágicas de poder apropriadas fossem inscritas ou lidas perante o amuleto.
* Segundo: os escaravelhos costumavam voar nas horas mais quentes do dia, mostrando uma ligação muito forte entre eles e o Sol, que era a divindade máxima do Egito. Outro ponto importante é o fato do Sol "rolar" pelo céu no sentido oriente/ocidente. Logo, o escaravelho rolando sua bola de excrementos era a simbologia perfeita do Sol nascendo e morrendo no horizonte. O Sol continha os germes da vida para os egípcios, assim como, a bola dos escaravelhos continha os germes de uma nova vida (as larvas).
Dentro dos rituais de ativação do escaravelho (símbolo do nascimento) está a seguinte oração que era lida ao nascer do Sol:
"Sou Thoth, inventor e fundador dos remédios e das letras; vem a mim, ó tu que estás debaixo da terra, levanta-te para mim, ó grande espírito ..."

“ Pela prática verdadeira em sua vida diária, o homem cumpre sempre de fato
a meta de toda religião,
qualquer que ela seja ou que nome tenha.”
( Dalai- Lama )

23.12.2006

Hatshepsut - Uma mulher como Faraó do Antigo Egito
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hatchepsut
Hatshepsut nasceu em Tebas. Era a filha mais velha do rei Tutmés I (Tutmósis I) e da rainha Ahmose. Quando o seu pai morreu Hatshepsut teria cerca de quinze anos (para alguns egiptólogos teria vinte anos). Casou com seu meio-irmão, Tutmés II, seguindo um costume que existia no Antigo Egito que consistia em membros da família real casarem entre si. Após a morte de Tutmés II, cujo reinado é pouco conhecido, o sobrinho de Hatshepsut, Tutmés III, era ainda uma criança que não estava apta a governar. Por esta razão Hatshepsut, na qualidade de grande esposa real do rei Tutmés II, assumiu o poder como regente na menoridade de Tutmés III. Mais tarde, Hatshepsut decidiu assumir a dignidade de faraó.Hatshepsut era uma mulher de caráter extraordinário.
Parece ter tido tanta força política quanto carisma, além de saber controlar habilmente o Clero de Amon, sendo assim, num dado momento, conseguiu usurpar o trono de Tutmés III e se tornar, com direito a todas as honras, o Faraó do Egito. Ao contrário do que viria a ocorrer no Período Ptolomaico; as mulheres não podiam ocupar o cargo de Faraó.
Como mulher, a Rainha não se arriscou a dar continuidade à expansão militar rumo à Ásia, preferiu se ater a embelezar o templo de Karnak (colocando nele os mais altos obeliscos que viria a ter) e a incentivar o comércio. Em seu governo o Egito voltou a comercializar com o Reino de Punt, trazendo de lá diversos animais e produtos exóticos.
"Há duas maneiras de viver a vida: Uma, é como se nada fosse milagre. A outra, como se tudo fosse milagre."
( Albert Einstein )

16.12.2006

Um homem está sentado em frente a um forno sobre uma base retangular. Tem um saiote curto e uma peruca lisa curta. A sua perna direita está dobrada debaixo dele, a perna esquerda suporta o braço esquerdo. A mão direita está levantada junto à cabeça enquanto a outra atiça o fogo dentro do forno. Acima do fogo foram empilhadas várias camadas de pão.


PANIFICAÇÃO
No antigo Egito usava-se a farinha de cevada ou de trigo para fazer pão. A espécie do trigo utilizado tem muito pouco do glúten que faz o pão moderno esponjoso e lhe dá uma bonita casca. Tanto a produção da farinha quanto a do pão tinham caráter doméstico. Nas casas abastadas moia-se os grãos e assava-se o pão ao lado das residências ou nos seus terraços.
Inicialmente um grupo de homens colocava as espigas do cereal, já livres de impurezas, em um almofariz de pedra. Eram, então, debulhadas em cadência com pesados malhos. Algumas mulheres peneiravam o resultado da debulha, separavam o farelo para os animais e entregavam os grãos para a moagem. Para tanto usava-se um utensílio com dois compartimentos e uma grande pedra.
Os padeiros trabalhavam no mesmo local confeccionando os pães. Enquanto isso, as formas cônicas eram postas sobre o fogão de molde a que as chamas atingissem seu interior. Quando o aquecimento das formas jã era suficiente, elas eram colocadas numa prancha crivada de orifícios redondos, enchidas com a massa recém amassada e misturada com fermento e tampadas. Só restava esperar o cozimento. Prontos os pães e retirados de suas formas, eram transportados para o consumo em cestos de vime.
É preciso lutar por um futuro.
Um amanhã que seja justo, precioso e gratificante.
É preciso merecer esse amanhã.
E também fazer que outros o mereçam.
É preciso força para vencer todos os obstáculos
que porventura apareçam,
sem desistir antes de ver alcançada a meta desejada.
É preciso estender as mãos ao próximo,
pois ele é a chave que abre as portas para um novo dia!

09.12.2006

CARROS DO EGITO ANTIGO
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/carros.htm
A partir do Império Novo (c. 1550 a 1070 a.C.), já que o cavalo havia sido introduzido no Egito pelos Hicsos, os carpinteiros passaram a desenvolver uma nova atividade: a fabricação de carros. O carro era essencialmente construído de madeira. As rodas nunca foram cercadas por um aro metálico, mas podia-se aplicar placas de metal na caixa do veículo. As peças do carro eram em grande número.
O mais difícil era obter rodas perfeitamente redondas. Tinham quatro ou seis raios. O círculo era feito de vários segmentos serrados de uma tábua de espessura conveniente, e reunidos.
Carros com duas rodas eram empregados durante as guerras de conquita enquanto que carros ligeiros, de quatro rodas, puxados por cavalos, também eram empregados nas cidades, mas apenas por uns poucos privilegiados. Estes utilizavam tal veículo quando eram convocados ao palácio, quando passeavam ou visitavam seus domínios.


Onde Deus lhe plantou, é aí que deve dar flores.
(provérbio canadense)

08.12.2006
CASAMENTO EGÍPCIO

Ao que tudo indica, as jovens podiam se casar a partir da idade de 12 ou 14 anos e os rapazes por volta dos 16 ou 17, mas isso dependia muito da situação financeira do casal. Os rapazes eram incentivados a cassarem-se cedo, para terem filhos. Um sábio diz em um dos textos sobre o assunto:
Estabelece um lar e ama tua mulher em tua casa assim que possas. Toma uma mulher enquanto ainda és jovem, a fim de que ela possa te dar filhos, pois um homem é considerado na medida do número de seus filhos.
Sentyotes, por exemplo, uma grande princesa, casou-se com o anão Seneb e conseguiu dar-lhe um filho e uma filha normais. Dos conselhos não escapavam, porém, os rapazes nas vésperas do enlace.

"O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada.
Caminhando e semeando, no fim terás o que colher."
(Cora Coralina)

02.12.2006
O ANKH
OU CRUZ ANSATA


Toth segurando uma cruz ansata, recebe oferendas de flores de lótus.
A cruz com a alça, conhecida como ankh ou cruz ansata, é uma das figuras ou símbolos mais importantes encontrados nos templos do Egito Antigo. Ela aparece gravada nas colunas dos templos de Karnak, Edfu e em outros lugares. Pode-se vê-la também gravada ou pintada em murais no Templo de Luxor, no Templo de Hatshepsut, Medinet Habu e outros, bem como em obeliscos e nas paredes de túmulos. Cenas vívidas pintadas em paredes de templos ou túmulos muitas vezes representam um deus estendendo o ankh ao faraó.
Um exemplo disso está no túmulo de Amenhotep II onde vemos o ankh sendo-lhe
entregue por Osíris.
Em lugar da parte vertical superior, acima dos braços da cruz, em geral associada ao cristianismo, esse detalhe da cruz egípcia é ovalado, ou tem a forma de uma alça. Para os egípcios antigos isto significava vida e o símbolo, na verdade, é conhecido como
a chave da vida.
Para nós, essa figura é um triângulo isósceles.
Trata-se do hieróglifo ou sinal que, quando apresentado com o ankh, significa para sempre.



29.11.2006

A Ourivesaria

A ourivesaria egípcia nos legou peças de extrema delicadeza. Colares, pulseiras, anéis, diademas, broches e amuletos deslumbram até hoje aqueles que têm oportunidade de ver de perto essas raras peças expostas nos museus de todo o mundo. As mulheres egípcias guardavam tais preciosidades em estojos, de onde elas saíam nas ocasiões especiais para embelezar suas donas.


O trabalho em ouro e prata ocupava grande número de artífices, pois além de todos os adornos que o faraó e sua corte possuíam e usavam, não havia templo que não tivesse o seu tesouro.
Nas oficinas começava-se por pesar o ouro e a prata antes destes metais serem enviados àqueles que os deviam trabalhar.
A balança compunha-se de uma coluna onde se encavava a cabeça de Maât, a deusa Verdade, provida de um cutelo de metal e de um braço munido de uma agulha ao centro, do qual estavam suspensos, por uma corda tripla, dois pratos iguais.
No momento da pesagem, bastava pousar o braço com todos os seus acessórios sobre o cutelo e verificar se os pratos se equilibravam. Os pesos tinham a forma de um boi sentado nas patas traseiras. O escriba, que retirara do estojo a paleta e o cálamo, registrava os resultados na presença do chefe dos artífices do templo que se apoderava do ouro acabado de pesar e o remetia aos artífices.
VER MAIS:
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/ourivesa.htm

"É melhor tentar, ao invés de sentar-se e nada fazer; É melhor falhar, mas não deixar a vida passar; Eu prefiro na chuva caminhar, do que em dias tristes em casa me esconder; Prefiro ser feliz, embora louco, do que viver infeliz em são conformismo."
(Martin Luther King)



MÓVEIS EGÍPCIOS
Os móveis da tumba de Tutancamon (c. 1333 a 1323 a.C.), mostraram ao mundo o grau de suntuosidade a que chegou a marcenaria egípcia. Além de peças produzidas para uma clientela refinada, também houve produção em massa de um mobiliário mais modesto. Cofres, tronos, bancos, poltronas, armários, camas, apoios para nuca, ataúdes, arcas, leitos de repouso e leitos funerários eram alguns dos móveis fabricados. Basta olhar as peças para perceber que o marceneiro egípcio sabia tudo sobre sua arte e já empregava técnicas utilizadas hoje em dia.
As camas possuíam pés ornamentados, às vezes na forma do deus Bes, uma divindade que era representada como um anão fazendo caretas e que tinha o dom de evitar acidentes domésticos como, por exemplo, as quedas. Sob o leito eram colocados os utensílios de toucador e o vestuário, guardados em um cofre, bem como um escabelo. Tamboretes e banquinhos também aparecem nas ilustrações compondo o mobiliário dos quartos de dormir.
A maioria dos móveis recebia incrustrações de elementos decorativos em metal ou madeira rara e inscrições e vinhetas em faiança ou esmalte. Terminado o trabalho do marceneiro, o móvel era entregue aos seus colegas que deveriam completá-lo com gravuras ou pinturas. Preferiam trabalhar com madeiras importadas da Sicília e do Líbano, pois o Egito dispunha de poucas árvores, sendo que a palmeira, a mais abundante delas, é de aproveitamento difícil. A oliveira, a figueira, o sicômoro e o cedro forneciam o material necessário.
VER MAIS:
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/moveis.htm

"Quando o amor vos fizer sinal, segui-o;
ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados.
E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos;
ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir."
( Khalil Gibran )


MINERAÇÃO

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/minerar.htm
Ouro, cobre e turquesa eram alguns dos minerais que os egípcios extraiam e com os quais produziam magníficas obras de arte. O ouro era abundante no deserto oriental, uma vasta região de rochas montanhosas, situado entre o Nilo e o Mar Vermelho, uma fonte de muitos minerais e pedras duras usadas em grandes quantidades pelos antigos artífices. Na foto acima vemos a entrada da galeria de uma das minas de ouro dessa região. Agregadas às antigas rochas do deserto havia depósitos não apenas de ouro, mas também de prata, cobre, chumbo, ferro e zinco. Os dois últimos minerais não foram explorados no Egito faraônico. Os demais eram todos conhecidos dos egípcios desde os tempos pré-dinásticos.
O ouro ocorria tanto no aluvião dos leitos dos wadis, quanto nos veios de quartzo branco que estavam presentes nas rochas ígneas da grande cadeia central de montanhas situada entre o Nilo e o Mar Vermelho e que corre paralelamente ao rio. A retirada do metal do aluvião era uma tarefa simples, não exigindo mão-de-obra especializada, mas apenas água para lavar o material aurífero. Colocando o aluvião numa superfície inclinada e fazendo correr água sobre ele, o material mais leve era arrastado e o ouro, mais pesado, ficava para trás como finas partículas ou, ocasionalmente, como pequenas pepitas.
Várias fontes de minerais estavam localizadas a leste do Egito. Uma delas era o monte Sinai, de onde os egípcios extraíram turquesas, desde a III dinastia (2649-2575 a.C.). Até fim do Império Novo (1070 a.C.), e cobre, no período entre a XVIII e a XX dinastias (1550 a 1070 a.C.). No que se refere às turquesas, em certas épocas houve um povoamento egípcio permanente na zona de sua extração. Já no que diz respeito ao cobre, parece que as minas eram exploradas pela população local, sob controle dos egípcios.
Os egípcios deixaram poucos registros escritos falando diretamente da natureza de suas expedições mineradoras ou sobre a organização das suas minas. Nos locais de onde se extraíram os minérios também não há inscrições oficiais, provavelmente porque a rocha na qual ocorria os veios de quartzo, geralmente granito, não se prestava a ser esculpida. A passagem dos trabalhadores pelas áreas de mineração é atestada por ocasionais grafitos deixados nas rochas de arenito. É certo que em alguns períodos houve assentamento permanente de homens nessas regiões desérticas e sabemos que o banimento para tais áreas era uma das punições infringida aos criminosos pelas cortes judiciárias.

vá abrindo caminhos como a água que desce
cantando da montanha.
Outros te seguirão..."
(Antoine de Saint-Exupéry)


Banquetes Egípcios
Preparativos para a realização de um banquete envolviam toda a criadagem e movimentava toda a casa. A residência era lavada e caiada e os seus jardins varridos com esmero. Um boi era abatido e sua carne devida-mente preparada. Gansos eram assados no espeto. Revisava-se o estoque de cerveja, vinhos e licores. Frutos eram empilhados na forma de pirâmides em pratos e tabuleiros de vime.
No dia da festa, caso as visitas a serem recebidas fossem muito ilustres, os donos da casa as recebiam em pé perto da entrada e as conduziam através do jardim até o interior da residência. Em outros casos, os anfitriões permaneciam na sala de recepção e os convidados eram recebidos pelos criados e pelas crianças. Terminados os abraços e feitos os cumprimetos de praxe, que eram verbalmente longos e rebuscados, cada pessoa tomava o seu lugar no salão.
Os donos da casa sentavam-se em cadeiras de espaldar alto, cujas partes de madeira eram incrustadas de ouro e prata, turquesa, cornalina e lápis-lazúli. À disposição de alguns convidados colocam-se também assentos muito luxuosos. Os outros contentavam-se com tamboretes em X ou mesmo com tamboretes de pés verticais. Em casa das pessoas humildes, as pessoas sentavam-se simplesmente sobre esteiras. Os assentos preferidos pelas raparigas eram os coxins de couro, muito bem trabalhados. Os homens colocavam-se de um lado, as mulheres de outro. O moralista Ptah-hotep, que sabia o que dizia, recomenda aos jovens, e mesmo aos homens maduros, convidados para uma casa amiga, que não olhem demasiado para o lado das mulheres. Isto não era uma regra absoluta. Quando se reuniam os homens e as mulheres, os serviços não eram separados. O convidado podia, se o desejava, ficar junto de sua esposa.
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/banquete.htm


JARDINS EGÍPCIOS
Os antigos egípcios gostavam imensamente de possuir jardins em suas residências e deles cuidavam com muito esmero. Tanto no campo quanto na cidade, cada proprietário queria ter o seu e cultivar verduras, legumes e frutas. Os que tinham poucas posses plantavam pelo menos algumas árvores nos pequenos quintais de suas moradias. As pessoas abastadas mandavam construir jardins que rivalizavam em exuberância e dimensões com as próprias residêndias.
Tendo em vista o clima quente e árido do Egito, o papel refrescante dos jardins sempre foi importante. Eles eram formados por quadrados e retângulos cortados perpendicularmente por aléias guarnecidas de flores, sombreados por caramanchões e ladeados por árvores frutíferas tais como videiras, tamareiras, figueiras e palmeiras. Belos cachos de uvas azuis, que os egípcios adoravam saborear, pendiam e ornamentavam os ramos das videiras. À sombra de quiosques sob as árvores, os donos da casa faziam suas refeições durante o verão. As bebidas eram refrescadas em grandes recipientes ocultos por entre a folhagem, ao lado de mesas e prateleiras nas quais os criados arrumavam com arte as várias iguarias da culinária egípcia. Os gansos do Nilo circulavam livremente pelos pátios e jardins, tolerados em liberdade pelo fato de serem excelentes guardas com seu grito rouco. Todo jardim possuia o seu lago, construído em alvenaria, retangular ou quadrado e recoberto por nenúfares entre os quais os patos se banhavam. No espelho d'água uma barca poderia estar à disposição para um passeio dos proprietários da moradia. Embora o mel e a cera de abelha fossem buscados no deserto por homens especializados nesse ofício, também havia criação de abelhas nos jardins das residências. Para a formação das colmeias colocavam-se jarras de cerâmica e os apicultores caminhavam sem proteção por entre os insetos, afastando-os com as mãos nuas para recolher os favos.
Tanto quanto para os grandes cultivos, a irrigação desses jardins era um trabalho longo e fatigante. Eles tinham que ser aguados regularmente porque estavam geralmente situados nas terras mais elevadas, não atingidas pelas cheias. Seu cultivo prolongava-se pelo ano todo. Entre os trabalhos de jardinagem, é apenas sobre esse detalhe da rega que possuímos algumas informações. Do restante do manuseio das plantas nada sabemos. Uma piscina, normalmente sombreada por árvores, servia de reservatório e era interceptada por regos. A água podia ser proveniente de canais ligados ao Nilo ou de uma cisterna. Tais regos eram enchidos, ainda no Império Médio (c. 2040 a 1640 a.C.), por meio de jarras redondas de cerâmica. Os recipientes eram levados suspensos numa vara transportada por dois homens e o conteúdo despejado nos regueiros que distribuíam a água da rega por todo o jardim. Portanto irrigava-se o jardim dirigindo-se a água diretamente dos regos para o solo cultivado, ou usando-se os cântaros enchidos nas piscinas como se fossem regadores. Com a invenção do shaduf, um artefato dotado de um recipiente e um contrapeso destinado a retirar água de um reservatório, o trabalho foi grandemente facilitado. Cultivava-se comumente nesses jardins: feijão, lentilha, alface, cebola, porro, melões, abóboras; frutas como tâmaras, figos e romãs e flores, muito usadas nos enfeites de festivais religiosos e seculares.
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/jardins.htm

“Nós aprendemos a voar com os pássaros, a nadar com os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos.”
( Martin Luther King )

MUMIFICAÇÃO
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/mumifica.htm
O historiador Heródoto nos conta que havia no antigo Egito pessoas encarregadas por lei de realizar os embalsamamentos e que faziam disso profissão. Conta também que havia três tipos de mumificação com preços diferentes conforme o processo fosse mais ou menos complexo e descreve todos os procedimentos, iniciando pelo embalsamamento mais caro. Diz ele: Primeiramente, extraem o cérebro pelas narinas, parte com um ferro recurvo, parte por meio de drogas introduzidas na cabeça.
Fazem, em seguida, uma incisão no flanco com pedra cortante da Etiópia e retiram, pela abertura, os intestinos, limpando-os cuidadosamente e banhando-os com vinho de palmeira e óleos aromáticos. O ventre, enchem-no com mirra pura moída, canela e essências várias, não fazendo uso, porém, do incenso. Feito isso, salgam o corpo e cobrem-no com natrão, deixando-o assim durante setenta dias. Decorridos os setenta dias, lavam-no e envolvem-no inteiramente com faixas de tela de algodão embebidas em cola. Concluído o trabalho, o corpo é entregue aos parentes, que o encerram numa urna de madeira feita sob medida, colocando-a na sala destinada a esse fim. Tal a maneira mais luxuosa de embalsamar os mortos.
Os que preferem um tipo médio de embalsamamento e querem evitar despesas, escolhem esta outra espécie, em que os profissionais procedem da seguinte maneira: enchem as seringas de um licor untuoso tirado do cedro e injetam-no no ventre do morto, sem fazer nenhuma incisão e sem retirar os intestinos. Introduzem-no igualmente pelo orifício posterior e arrolham-no, para impedir que o líquido saia. Em seguida, salgam o corpo, deixando-o assim durante determinado prazo, findo o qual fazem escorrer do ventre o licor injetado. Esse líquido é tão forte que dissolve as entranhas, arrastando-as consigo ao sair.
O natrão consome as carnes, e do corpo nada resta a não ser a pele e os ossos. Terminada a operação, entregam-no aos parentes, sem mais nada fazer.
O terceiro tipo de embalsamamento destina-se aos mais pobres. Injeta-se no corpo o licor denominado surmaia, envolve-se o cadáver no natrão durante setenta dias, devolvendo-o depois aos parentes.

http://www.wanderlino.com.br/cronicas/cronicas/09.html
"Tu tens liberdade de ser tu próprio, o teu verdadeiro eu, Aqui e Agora;
nada se pode interpor no teu caminho."
( Richard Bach )


http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/anubis.htm
ANÚBIS
Representado por um chacal ou por um cão deitado, ou ainda pela figura de um homem com cabeça de chacal ou de cão, o deus Anúbis (Anpu em egípcio) era um dos responsáveis pelo julgamento dos mortos no além-túmulo.
O defunto, trajando um vestido de linho, era introduzido por Anúbis no grande recinto onde o julgamento seria realizado.
Saudava, então, a todos os deuses presentes. Depois, pronunciava uma longa declaração de inocência formada por frases negativas:
Não pratiquei pecados contra os homens.
Não maltratei os meus parentes.
Não obriguei ninguém a trabalhar para lá do que era legítimo.
Não pratiquei enganos com o peso da minha balança.
Não causei a fome de ninguém.
Não pratiquei fraudes na medição dos campos.
Não subtrai o leite da boca das crianças.
E assim por diante, alegando que tinha vivido sempre à altura dos padrões de conduta impostos pelos homens e pelos deuses.
Enquanto o morto fazia sua declaração, Anúbis ajoelhava-se junto a uma grande balança colocada no meio do salão e ajustava o fiel com uma das mãos, ao mesmo tempo em que segurava o prato direito com a outra. O coração do finado era colocado num dos pratos e, no outro, uma pena, símbolo de Maat, a deusa verdade. O coração humano era considerado pelos egípcios a sede da consciência.
Assim, ao ser pesado contra a verdade, verificava-se a exatidâo dos protestos de inocência do defunto. Como as negativas vinham de seus próprios lábios, ele seria julgado pelo confronto com o seu próprio coração na balança. Se este se igualasse com a verdade, tudo correria bem e o defunto seria bem-vindo no além-túmulo; caso contrário, o morto estaria cheio de pecados e, então, seria comido por um terrível monstro: Ammut, o devorador dos mortos. Felizmente, os papiros sugerem que o morto em juízo era sempre absolvido. O tal monstro devia passar fome.



http://www.starnews2001.com.br/egypt/pharao.htm
O túmulo de Tutankhamon foi descoberto no Vale dos Reis por Howard Carter em 1922. O jovem rei morrera aos dezoitos anos de idade e o magnífico mobiliário do túmulo nos diz que provavelmente todos os túmulos de faraós eram igualmente mobiliados. Felizmente os ladrões de túmulos não tiveram êxito com este do jovem faraó da 18.ª Dinastia, e seu sarcófago permaneceu em segurança por mais de três mil anos.
O túmulo estava muito bem fechado na rocha. No centro da câmara mortuária havia quatro santuários ricamente decorados, um dentro do outro. No seu interior havia um enorme sarcófago de quartzita amarela com uma tampa de granito róseo. Deusas guardiãs primorosamente esculpidas postavam-se nos quatro ângulos. Dentro do sarcófago de pedra, que estava coberto de inscrições religiosas, havia diversos ataúdes folheados a ouro. Dentro do terceiro, que era de ouro, estava a múmia de Tutankhamon. Sobre o ataúde havia uma coroa de flores que ainda conservava todo seu colorido. E mais, jóias fantásticas, estátuas, peitorais e amuletos de ouro, contas, espelhos de prata, anéis e colares com pingentes de ouro na forma de flores de lótus.
Entre os muitos móveis luxuosos havia camas, cadeiras, bancos, mesas retiradas do palácio, o maravilhoso trono de ouro de Tutankhamon, vasos de alabastro, cetros, arcos e flechas, leques de plumas de avestruz, um painel que era o retrato do jovem rei e sua rainha com o símbolo de Aton e uma taça e uma lâmpada a óleo, de alabastro. As paredes e os tetos do túmulo eram revestidos de cenas religiosas, pinturas representativas de alguns dos deuses, sendo a mais extraordinária a de Osíris.
As coloridas inscrições apresentam grande beleza. Um elegante barco de alabastro repousava no túmulo, ostentando suas cabeças de íbis na proa e na popa. À meia-nau havia um quiosque delicadamente esculpido, cuja cúpula era sustentada por quatro colunas. O conteúdo do túmulo revela a mestria artística egípcia no seu apogeu. Cada objeto real é uma obra-prima de magnífico acabamento. Os artefatos encontrados nesse túmulo deveriam ser motivo de assunto sobre arte.



07.10.2006
Vestuário Egípcio
O vestuário masculino era constituído basicamente por um saio curto e uma ou várias pulseiras, um anel e um gorjal. Se juntava a isso um pingente de jade ou de cornalina suspenso a um comprido cordão, — nos conta Pierre Montet — o nosso egípcio estava perfeitamente apresentável, podia visitar as suas terras, receber negociantes, dirigir-se a qualquer repartição. Podia igualmente substituir o pequeno saio por uma saia tufada e calçar sandálias.

Olhe à sua volta.
Tudo é necessário e tudo se encaixa.
É uma unidade orgânica, ninguém é mais alto ou mais baixo,
ninguém é superior ou inferior.
Cada um é incomparavelmente único.
Você é necessário e basta.
Na Natureza, tamanho não é diferença.
Tudo é expressão igual de vida
( A importância de ser você mesmo - Autor desconhecido)

29.09.2006

Vasos Canopos
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/vasoscan.htm
Uma das etapas indispensáveis para que o processo de mumificação tivesse sucesso, consistia na retirada dos órgãos internos do cadáver. Por outro lado, era igualmente importante para a continuidade do bem-estar do morto no além-túmulo que tais órgãos fossem cuidadosamente preservados. Assim, desde o Império Antigo era costume colocar as vísceras em quatro vasos que atualmente são chamados de vasos canopos. O termo canopo, embora a rigor seja incorreto, foi criado pelos primeiros egiptólogos que viram nesses vasos, com tampas em forma de cabeças humanas, confirmação da história narrada pelos escritores clássicos a respeito de Canopo, piloto de Menelau, da guerra de Tróia, que foi enterrado na cidade de Canopo, situada no noroeste do delta do Nilo, onde era venerado sob a forma de um vaso com cabeça humana.
Tais vasos, feitos de alabastro, calcário, cerâmica ou faiança, tinham tampas de madeira pintada, vinham às vezes acondicionados em estojos também de madeira e eram depositados no túmulo junto ao caixão. As vísceras armazenadas nos quatro vasos eram protegidas por quatro divindades menores, os filhos de Hórus, chamados Qebehsenuf, Duamutef, Hapi e Imset que amparavam, respectivamente, os intestinos, o estômago, os pulmões e o fígado do morto. Os vasos em si eram identificados com as quatro divindades protetoras femininas: Selkis, Neith, Néftis e Ísis.
Durante a XXI dinastia, quando era costume recolocar os órgãos dentro do corpo acompanhados de uma figura do correspondente filho de Hórus, ainda assim, por mero formalismo, permanecia a prática de incluir um conjunto de vasos canopos ao lado da múmia. Por sua vez, imitações sólidas destes vasos foram usadas durante o período ptolomaico, quando o processo de mumificação tornou-se grosseiro e as vísceras eram frequentemente deixadas dentro do corpo.

"... Lá na frente de nossas vidas, é que poderemos realmente saber
a qualidade de vida que tivemos,
a quantidade de marcas que conseguimos carregar
conosco e, a riqueza que cada uma delas
guardou dentro de si."
Silvana Duboc

23.09.2006
KÉFREN
http://www.geocities.com/tioisma2002/pirkefr2.htm
Junto à esfinge situa-se o templo do vale do complexo da pirâmide de Kéfren. Mede 44 metros e 80 centímetros de cada lado e sua altura é de 13 metros. As paredes, de pedra calcária rústica, são extremamente grossas e foram um dia revestidas, tanto interna quanto externamente, de granito vermelho polido. Alguns desses blocos pesam de 50 a 80 toneladas cada e estão montados com juntas do tipo macho e fêmea. Outros chegam a pesar até 500 toneladas. Na parede leste há duas entradas de acesso ao templo. Em torno delas estavam esculpidas faixas de inscrições hieroglíficas apresentando o nome e títulos do faraó, mas de tais dizeres poucas palavras restaram. Nenhuma outra inscrição ou figura existe em qualquer parte do templo.

A vida
Para os erros há perdão;
para os fracassos, chance;
para os amores impossíveis, tempo...
Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e
acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando
Porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu.
(Luís Fernando Veríssimo)


Por CRISTIANO CATARIN
Cleópatra, a rainha grega do Egito. Provavelmente tudo que o mundo sabe sobre ela esteja errado. Cleópatra tem sido tradicionalmente pintada como uma mulher cruel, Promiscua e amante dos deleites da boa mesa e cama. Mas através de Trabalhos de pesquisa histórica e arqueológica, tem mostrado Cleópatra mulher monogâmica que amou único dois homens que se envolveu em toda sua vida. Mãe devotada de quatro filhos, prevendo a chegada de sua morte, planejou o salvamento e sucesso de suas crianças.
Finalmente, ao CLIKAR no LINK abaixo, você conhecerá uma rainha dedicada e piedosa, Devotada e preocupada com sustento daqueles que governava. Através de recriações dramáticas e fotográficas surpreendentes de sites egípcios e Romanos, este documentário conta a verdadeira historia de Cleópatra e a ardilosa vitória pela qual toda sua vida lutou, em nome de seus filhos.
http://www.starnews2001.com.br/cleopatra.html

Cleópatra era descendente dos reis gregos do Egito, os ptolomáicos. Ela nasceu em Alexandria. Seus cabelos eram avermelhados, a ilustração acima não mostra a rainha utilizando-se de jóias. Definitivamente, estas não são características de uma mulher fatal. Por outro lado, uma harmoniosa combinação de: espiritualidade, determinação e inteligência tornaram Cleópatra à mulher mais famosa do mundo. A localização dos ancestrais da jovem rainha fica a oitocentos quilômetros de Alexandria, na ilha de Filae. Nesta região, durante 300 anos, foram construídos templos dedicados aos XII Ptolomeus. Ptomoleu III foi o ultimo grande faraó da era ptolomáica, reconquistando grande riqueza que havia sido perdida para outras civilizações. Ptolomeu IV foi um grande fracassado que perdera grande parte das riquezas do Egito antigo.

Muitos textos antigos afirmam que ela tenha sido morta por meio de uma picada de cobra. (resta saber se por uma NAJA, ou uma VÍBORA). A Naja possui um veneno mais letal e sua picada é de difícil identificação. Já a Víbora provoca um inchaço grotesco, e, por esta razão, a morte por meio de uma víbora é descartada por estudiosos.
A morte por meio da picada da naja evitaria a exposição de Cleópatra num triunfo romano, conforme desejo de Otaviano. Cleópatra estava confinada num dos quartos do palácio e, tudo que era levado até ela era inspecionado para evitar seu suicídio. Mas de alguma forma, ela conseguira se matar conduzindo uma de suas mãos a uma “compota” onde uma naja estaria entre os frutos. Quando os soldados romanos de Otaviano entraram no quarto da rainha, ela já jazia morta e vestida com trajes reais. Otaviano nada pode fazer a não ser expor para seu poderio militar um retrato da rainha Cleópatra.

16.09.2006
Os antigos egípcios não encaravam a arte pela própria arte. Todos – fossem eles arquitetos, escultores ou pintores – consideravam-se funcionários ou artesãos que produziam artefatos destinados a alguma função: religiosa, funerária ou de qualquer outro tipo.
... Bonito é ser realista sem ser cruel,
é acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente em quaisquer situações.
Bonito é você ser você.
Letícia Thompson


14.09.2006
FILME: OS 10 MANDAMENTOS
CONTEXTO HISTÓRICO
O filme retrata importantes passagens na vida dos hebreus, que por volta de 1250 a C. conduzidos por Moisés, fogem do Egito, onde viviam na condição de escravos, para Palestina. Essa fuga é conhecida na Bíblia como "êxodo". A Bíblia relata que, depois da travessia do mar Vermelho, os israelitas vagaram durante 40 anos no deserto antes de atingirem a Palestina. No alto do monte Sinai, Deus revelou-se à Moisés, que recebeu as Tábuas da Lei (10 mandamentos gravados em duas tábuas de pedra). Acredita-se que o monte Sinai, com 2300 metros de altura, seja a montanha Jebel Musa ou "montanha de Moisés", parte de um grupo de picos no sul da península do Sinai. Ao revelar-se para Moisés, Deus teria estabelecido uma aliança com os filhos de Israel, que mesmo assim, desviaram-se da crença em um único Deus - Iavé (aquele que é) - adorando um bezerro de ouro, enquanto Moisés dialogava com Deus no alto do monte Sinai. Moisés morreu antes de ver seu povo entrar na Terra Prometida.
Essa história é conhecida sobretudo graças à Bíblia, que em sua primeira parte, o Antigo Testamento, relata os principais acontecimentos políticos e religiosos da Palestina, região mediterrânea do Oriente Próximo habitada naquela época por vários povos nômades de origem semita como filisteus, cananeus, hebreus e arameus. Esses últimos foram singularmente importantes, porque sua língua (o aramaico) era falada por todos os comerciantes do Oriente Próximo e Médio e pela grande maioria dos povos que habitavam as terras entre os rios Eufrates e Nilo.
O Antigo Testamento é uma importante fonte de informações históricas, sendo necessário contudo, muito cuidado na sua utilização, já que as diversas partes que o compõem foram escritas em períodos distintos, além da questão da linguagem bíblica ser simbólica, o que exige uma interpretação mais racional dos fatos narrados.
O contexto histórico dos hebreus e dos demais povos da região, foi marcado de uma forma geral pelo Modo de Produção Asiático, o sistema que predominou entre as primeiras civilizações da História durante a Antiguidade Oriental. Nesse modo de produção as terras cultiváveis eram propriedade do Estado ou dos deuses, sendo que os camponeses que executavam o trabalho, tinham apenas a posse coletiva.
A importância da água dos rios na vida desses povos foi vital para o desenvolvimento agro-pastoril, sendo que suas civilizações ficaram genericamente conhecidas como hidráulicas ou ribeirinhas. No caso dos hebreus e demais povos da Palestina, destaca-se a presença dos rios Jordão e Orontes, que como outros rios do Oriente, permitiram a construção de diques, açudes e canais de irrigação para o ruralismo que marcou a maior parte das civilizações do Oriente Antigo.
Fonte: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=95


13.09.2006
Os antigos egípcios formularam algumas teorias a respeito dos elementos que formavam o ser humano. Um de tais elementos era o ba, palavra que pode ser traduzida por sublime, nobre, poderoso e cuja idéia se assemelha ao nosso conceito de alma. O ba podia deixar a sepultura e subir ao céu onde se acreditava que desfrutasse de uma existência eterna num estado de glória; era-lhe dado, no entanto, revisitar o corpo na tumba, e não deixava de fazê-lo; e, conforme certos textos, parecia capaz de reanimá-lo e manter conversação com ele.
Outro elemento era o ka, ligado ao corpo de alguma forma, que é definido pelo autor já citado como uma individualidade ou personalidade abstrata, dotada de todos os atributos característicos e que possuía existência independente. Tinha liberdade para mover-se de um lugar a outro da terra, à sua vontade, e podia entrar no céu e conversar com os deuses. As oferendas feitas nos túmulos em todos os períodos visavam a alimentar o ka, que era capaz, segundo se supunha, de comer, beber e apreciar o cheiro do incenso. No período em que se edificaram as pirâmides acreditava-se que o falecido, de certo modo, podia ser purificado, sentar-se e comer pão com ele "incessantemente e para sempre". Como se vê, em certo sentido o ka corresponde ao "eu" do indivíduo. Nasceu com a pessoa e forma parte integrante do seu ser mas, apesar disso, é encarado em alguns aspectos como distinto dele. Era para esse ka que os egípcios providenciavam todo o equipamento funerário, a comida e a bebida das tumbas e o próprio túmulo era conhecido como a casa do Ka
Um terceiro elemento era o espírito ou inteligência espiritual, denominado de khu e entendido como uma forma brilhante, luminosa e intangível do corpo. As funções desse elemento não são muito claras, mas ele também ia para o céu viver com os deuses. Para evitar que ficasse aprisionado no túmulo, eram recitadas fórmulas especiais.
Finalmente, kat era a palavra que denominava o corpo físico e esse termo indica algo que tem a decadência como componente que lhe é inerente. Era isto — diz Wallis Budge — que se enterrava na tumba após a mumificação, e o objetivo dos amuletos, cerimônias mágicas, orações e fórmulas, desde os primeiros até os últimos tempos, era preservá-lo de toda e qualquer destruição. O próprio deus Osíris possuía um corpo nessas condições e os seus vários membros eram preservados como relíquias em diversos santuários do Egito.

Morre Lentamente...
Morre lentamente...
quem não lê
quem não viaja,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente...
quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente...
quem se transforma em escravo do hábito
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente...
quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos
e os corações aos tropeços.
Morre lentamente...
quem não vira a mesa quando
está infeliz com o seu trabalho, ou amor,
quem não arrisca o certo pelo incerto
para ir atrás de um sonho,
quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje !
Arrisque hoje !
Faça hoje !
Não se deixe morrer lentamente !
NÃO SE ESQUEÇA DE SER FELIZ !
Pablo Neruda

13.09.2006
Os egípcios sempre reconheceram, mesmo quando o processo de mumificação estava em seu auge, que os cuidados que tomavam para preservação dos corpos eram insuficientes para atingir os efeitos desejados. Um dos meios de contornar essa situação foi apelar para a magia. No culto aos mortos, acreditavam que um modelo podia servir de substituto para qualquer coisa que fosse na prática dificil de suprir como objeto real. Por exemplo, — escreve I.E.S.Edwards — em algumas mastabas da II dinastia, vasos falsos eram usados ao invés de vasilhas cheias de provisões e supunha-se que teriam a mesma validade para o ocupante da tumba. De forma similar, uma estátua ou mesmo uma figura esculpida em relevo era considerada como sendo um substituto efetivo para o corpo humano na eventualidade de sua destruição.
Por essa razão, e considerando que a múmia podia ser destruída, colocavam no túmulo uma ou várias imagens do defunto. Se o corpo se deteriorasse, o ka poderia penetrar em uma dessas figuras as quais, para maior garantia, eram confeccionadas em material duro como madeira, calcário ou granito. Uma das mastabas mais conhecidas da III dinastia, pertencente ao chefe dos dentistas e dos médicos de nome Hezyre, apresentava figuras de seu proprietário esculpidas em relevo em painéis de madeira embutidos em nichos da parede leste da construção. Tais imagens tinham por finalidade permitir que Hezyre saisse e retornasse livremente ao seu túmulo. Porém, painéis expostos eram muito vulneráveis e os arquitetos egípcios criaram, dentro das mastabas, um cômodo fechado, que ficou conhecido modernamente com o nome de serdab, destinado a receber a estátua do morto a qual, assim, ficava melhor protegida. O uso crescente da pedra na estatuária, ao invés da madeira, aumentou ainda mais a garantia de que o ka encontraria sempre a maneira de se perpetuar.
Fonte: http://www.starnews2001.com.br/egypt/temples.html

... Nós construímos nossa vida,
um dia de cada vez e muitas vezes fazendo
menos que o melhor possível na construção.
Depois com surpresa nós descobrimos
que nós precisamos viver na casa que nós construímos.
Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás. Você é o carpinteiro.
Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes.
Alguém disse que "A vida é um projeto que você mesmo constrói".
Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo
a "casa" que você vai morar amanhã.
Construa com Sabedoria!
Colaboração: Álvaro
http://www.sabedoriadosmestres.com/construa_com_sabedoria.html

10.09.2006
Uma história de amor ao longo do Nilo
Nefertiti era filha de Dushratta, rei de Mitâni. Mas, como era normal acontecer nos casamentos entre crianças, Akhenaton e a pequena princesa cresceram ternamente ligados um ao outro e, com o passar dos anos, transformaram a afeição em amor. Então, até onde a História conta, Akhenaton, em contraste com a maioria dos reis da Antigüidade e de sua própria estirpe, parece ter-se contentado, durante toda a vida, com o amor de uma única mulher, dada a ele como Grande Esposa quando ainda era apenas uma criança. Akhenaton e Nefertiti se amavam com fervor. O jovem rei não havia tomado "esposas secundárias", seguindo o costume de seus antepassados, simplesmente porque nessa sua única rainha, "seu coração encontrava a felicidade", tal como ele mesmo declarou em tantas inscrições. A extraordinária importância que ele atribuiu a sua amada, pode bem ser a prova de tudo quanto ele sentiu. Sendo assim, podemos deduzir que tenha compreendido, melhor do que qualquer outro homem, o valor supremo da ternura e do prazer.
Fonte: http://www.starnews2001.com.br/egypt/temples.html

Para quem ama...
"Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer,
só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.
Não contaram pra nós que amor não é acionado,
nem chega com hora marcada...
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós
é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido
quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros,
que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas
a responsabilidade de completar o que nos falta:
a gente cresce através da gente mesmo.
Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável...
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente.
Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo,
vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"
Autoria: Martha Medeiros
Fonte:
http://www.sabedoriadosmestres.com/para_quem_ama.html

09.09.2006
Quem quer que tenha visto as maravilhas do antigo Egito, uma só vez na vida - ou mesmo quem nunca pôde vê-las de perto - fica maravilhado e curioso. Como as pirâmides foram construídas? Qual o conhecimento matemático que os egípcios possuíam? Que técnicas dominavam? Que ferramentas empregavam?
Na construção das pirâmides, os egípcios inicialmente nivelavam o terreno pela observação da estrela Polar, a partir de um ponto fixado no vértice norte da futura pirâmide. A precisão alcançada com esse processo é espantosa.

Seis Maneiras de Viver Melhor
1º Tenha em sua vida objetivos a serem concretizados.
Não exista apenas, viva intensamente todos os momentos que lhe são proporcionados. Você não pode seguir em frente sem antes encontrar o caminho certo.
2º Momentos tristes fazem parte de seu crescimento.
Não odeie a vida nos momentos difíceis, aprenda a aceitar e tentar resolver o que te aflige. A grandeza de um problema depende de como você o enxerga.
3º Tenha bons relacionamentos. Lembre que você nunca estará sozinho no mundo e que as pessoas tem sentimentos, assim como você. Antes de magoar alguém, se ponha no lugar. Ruim não é? Pois então, aprenda a sorrir a quem está ao seu lado e a vida sorrirá para você.
4º A verdade é a melhor amiga da sua consciência.
Evite mentiras e enganações. Quem engana é o maior enganado. Você sabe que a verdade sempre aparece, então porque cultivar a falsidade? Mentira é negativa, desde a pequena até a mais grave. Também não guarde mágoas das pessoas que te mentiram ou te enganaram, elas são simplesmente pessoas menos evoluídas que você. Não as condene, a consciência delas se encarregará disso...
5º Olhe ao seu redor. Não pense 24 horas por dia em você. Neste momento, há muitas pessoas que precisam de sua ajuda, de seu conselho, de seu afeto. Ajude sempre que puder, nem que seja somente ouvindo seu amigo num dia difícil. Você não imagina o bem que fará. Quando você ajuda, o maior beneficiado é você.
6 Tudo o que fizer, faça com amor. Pois este é quem te salva, te ilumina e te guia. Este é o caminho que te levará a Deus. Mas só quem vive intensamente plantando o amor é que conhece o verdadeiro sentido da vida.
Ame, acima de tudo. É essa a solução de seus problemas. É isso que te acalma. É isso que nos faz acreditar que podemos viver melhor.
Lembre-se, tudo depende de você. Basta amar.... Esse é o segredo...
Fonte:
http://www.despertardamente.com/autoconhecimento/006.html

Por que existem 7 maravilhas no mundo?
Não existe uma explicação satisfatória para isso. Há mais de 2000 anos, alguns monumentos da Antiguidade eram tão grandes e suntuosos que foram considerados os mais extraordinários e admiráveis feitos da inteligência humana.
Foram os gregos os primeiros a listarem essas construções grandiosas. Não eram tão pretensiosos a ponto de chamá-las de maravilhas. Consideravam-nas ta hepta themata, isto é, as sete coisas dignas de serem vistas.

As Sete Maravilhas do Mundo
Um grupo de estudantes de geografia estudou as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as sete maravilhas atuais do mundo. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:
1. Pirâmides Grandes do Egito
2. Taj Mahal
3. Grand Canyon
4. Canal de Panamá
5. Empire State Building
6. Basílica de St. Peter
7. A Grande Muralha da China
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina, não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou à ela se tinha problemas com sua lista.
A menina quieta respondeu: - Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.
O professor disse: - Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou, então leu: - Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
2. sentir sabor
3. ver
4. ouvir
5. sentir
6. rir
7. e amar
A sala então ficou completamente em silêncio. É fácil para nós olharmos as façanhas do homem, já que negligenciamos tudo o que Deus fez para nós. Que você possa se lembrar hoje daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas.
Fonte:
http://www.sabedoriadosmestres.com/as_sete_maravilhas.html
