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Estamos construindo um mundo no qual a humildade seja virtude.
E, que tanto a individualidade como a coletividade passem a serem fontes de crescimento, onde as rela??es humanas fluir?o sem barreiras.
Que a palavra, se torne o canto dos sonhos que florescem.

Um mundo que ir? perceber a pessoa como uma das riquezas mais preciosas existentes na terra.
Que possamos sentir o calor do Cosmo que transforma vidas, possibilitando a exist?ncia da igualdade, liberdade, solidariedade, justi?a e a paz.
Este mundo n?s seremos capazes de edificar.

(C?ritas Souzza)



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::Retrato de uma jovem do per?odo Romano::

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::Os Soldados::

A partir do Imp?rio Novo a pol?tica expansionista do Egito fez crescer a import?ncia dos militares na hist?ria do pa?s. Entretanto, os jovens das cama-das inferiores da popula??o, de temperamento bastante passivo, n?o tinham interesse em seguir a carreira militar. Ao longo dos s?culos, a qualidade do soldado de origem eg?pcia parece ter sido med?ocre e os fara?s viram-se obrigados a utilizar mercen?rios estrangeiros para compor os quadros dos seus ex?rcitos. A popula??o aut?ctone n?o admirava esse soldado e, sentindo por ele medo e at? desprezo, procurava manter-se afastada de seu conv?vio.

O rei mantinha os mercen?rios concedendo-lhes lotes de terra de onde pudessem tirar o sustento de suas fam?lias. O historiador Her?doto relata que no decorrer da XXVI dinastia (c. 664 a 525 a.C.) o n?mero de tais mercen?rios teria atingido 410 mil, sendo que cada um recebia cerca de 3 hectares de campos na regi?o do Delta. Al?m disso, 2 mil desses homens eram escolhidos para servirem como guardas do fara?, recebendo para isso uma quantidade adicional de terras e abundantes ra??es di?rias de p?o, carne e vinho. Isso n?o significa que fossem todos estrangeiros, mas sim que a grande maioria tinha antepassados de origem n?o eg?pcia.

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EGITO DE HOJE

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Hoje em dia o Egito ? totalmente diferente do que era a quase 2000 atr?s, por isso abaixo segue as caracter?sticas atuais do mesmo:

Capital: Cairo

Superf?cie: 1001449 km?

Popula??o: aprox. 66900000 hab

Mortalidade Infantil: 52 crian?as por mil

Moeda: Libra eg?pcia

Principal Idioma: ?rabe

Clima: des?rtico

Atividades Agropecu?rias: agricultura primitiva de subsist?ncia, pastoreio

Expectativa de Vida: 55 ? 65 anos

Esses s?o uns dos principais fatores geogr?ficos do Egito Atual.



SAIBA MAIS SOBRE O EGITO

:: CLIKAR NOS ICONES ::

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A bandeira do Egito se baseia nas cores pan-árabes e é semelhante às bandeiras de muitos outros países árabes. O emblema situado no centro é a águia dourada de Saladino, que aparece também no escudo do Egito. Foi incorporado à bandeira em 1984, no lugar do falcão existente.

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::Brasão do Egito::

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IMAGENS DO ANTIGO EGITO

:: CLIKAR para ver Imagens::

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O Rio Nilo 6.700 km (5.600 desde o lago Vitória) de extensão. Saindo do lago Vitória (com o nome de Nilo Vitória), onde se lança seu principal formador, o Kagera, o Nilo corre para o norte. Atravessando os lagos Kioga e Mobutu Sese Seko, toma o nome de Nilo Branco (Bahr el-Abiad) ao sair da região pantanosa do Sudão meridional. Em Cartum, recebe o Nilo Azul (Bahr el-Azrak) e depois o Atbara.

Atravessa, em seguida, a Núbia e o Egito, que fertiliza com as suas cheias estivais, atinge o Cairo, onde começa o delta, que se abre no Mediterrâneo.
A barragem de Sadd al-Ali (alta barragem de Assuã) regularizou-lhe o curso inferior e criou um vasto lago artificial, com 500 km de comprimento (que, em parte, se estende ao Sudão).

A prosperidade do Egito nasce da ação conjunta do Nilo e do Sol, todos os dois elevados pelos habitantes à categoria de deuses.
O rio, em cheia das mais fortes do verão, impregna os campos de uma água carregada de aluviões extremamente férteis.
O sol apressa a vazante, e o renascimento da vegetação.
Uma cheia muito fraca não alimenta bem a terra; muito forte, devasta os campos - tanto uma quando a outra levam à fome: sem a cheia, o sol seria devastador; sem o sol, a cheia seria inútil.
O importante é que o equilíbrio ( Maat) seja mantido entre os dois.



Crimes na internet? Denuncie





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:Mande cart?es com estampas eg?pcias por e-mail. Diversas op??es de cart?es: Egito antigo e moderno. ? gr?tis.CLIKA ::

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::Estatuetas Funer?rias::

Muitos dos bens encontrados nos t?mulos repetiam simbolicamente o tema da ressurrei??o, sendo esta id?ia expressa numa enorme variedade de formas. Alguns objetos correspondiam a determinadas necessidades no outro mundo. O morto era acompanhado, no seu funeral, por umas 400 figuras shabtys, talvez a mais comum de todas as antiguidades eg?pcias. Estas eram pequenas figuras substitutas do morto, um dos pap?is das quais era o de trabalhadores que deviam responder a um poss?vel dever de corv?ia que implicava carregar areia.

Depois de serem encaradas como moradas alternativas para o ka, as estatuetas passaram a ter um aspecto mumiforme e suas inscri??es associavam claramente o morto a Os?ris, o deus do mundo subterr?neo. Durante o per?odo final da XII dinastia as fun??es das estatuetas funer?rias foram ampliadas. Elas continuaram a se identificar com o propriet?rio da tumba, mas agora eram encaradas como trabalhadores que prestavam um servi?o para o defunto e foi nessa ?poca que receberam o nome de shabtys.

Tais figuras passaram rapidamente a representar os criados do morto no al?m-t?mulo e tornaram-se bastante populares, substituindo as est?tuas de servi?ais que as classe mais favorecidas depositavam em suas tumbas no decorrer dos Imp?rios Antigo e M?dio. O nome acompanhou a mudan?a e as pequenas pe?as passaram a ser chamadas de shawabty e depois de ushebty. Esse ?ltimo termo pode ser traduzido como "aquele que responde", numa refer?ncia ? situa??o de servi?al da estatueta.



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:: Maat ? A Palavra da Verdade::

A verdade n?o ? uma inven??o moderna. Tal como a conhecemos, ela existe onde h? consci?ncia; uma est? envolvida na outra. Mas de onde vem a verdade, a retid?o e a justi?a, e o que podemos chamar de c?digo de ?tica? Parece que nossa civiliza??o e nossa cultura t?m uma d?vida para com o Egito Antigo. De todas as culturas ou pa?ses conhecidos, o Egito tem os mais antigos registros hist?ricos, remontando a mais de cinco mil anos.

Em eg?pcio, a palavra para verdade ? Maat. O uso do Maat surgiu na Era das Pir?mides, iniciada por volta de 2700 a. C. No come?o, Maat estava associado ao deus-sol Ra, ao fara?, ? administra??o do pa?s, ao homem comum, aos rituais dos templos e aos costumes mortu?rios.

Al?m disso, Maat eventualmente passou a ser associado a Os?ris, o deus do outro mundo. Para os eg?pcios antigos, a palavra Maat significava n?o s? verdade mas tamb?m retid?o e justi?a. Seu s?mbolo do Maat era a pluma de avestruz. A pluma, como s?mbolo, ? encontrada em toda parte do Egito, nos t?mulos e nas paredes e colunas dos templos. A pluma pretende transmitir a id?ia de que "a verdade existir?". A pluma era transportada nas cerim?nias eg?pcias, muitas vezes sobre um cajado.





As criadas sempre novas e bonitas, em dias de festas trajavam vestidos transparentes ou usavam apenas um gorjal e um cinto sobre o corpo.

Circulavam entre os convidados distribuindo flores de l?tus para todos os presentes e com uma pomada perfumada que transportavam num grande prato, confeccionavam os cones brancos que todos usavam na cabe?a.

Esse era um acess?rio indispens?vel numa recep??o: com o calor do corpo e do ambiente os cones se fundiam lentamente, inundando o sal?o de fragr?ncia e mascarando o cheiro da comida que se espalhava pelo ar.





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Hist?rico:

- 01/07/2007 a 31/07/2007
- 01/05/2007 a 31/05/2007
- 01/04/2007 a 30/04/2007
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- 01/02/2007 a 28/02/2007
- 01/01/2007 a 31/01/2007
- 01/12/2006 a 31/12/2006
- 01/11/2006 a 30/11/2006
- 01/09/2006 a 30/09/2006



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Quando se fala no Egito da Antiguidade, as primeiras coisas que nos vêm à mente são as imagens das grandes pirâmides, as múmias e artefatos dos museus, os templos e a atmosfera de  aventura que cerca tudo o que diz respeito ao tempo dos faraós, que a literatura e o cinema nos mostram como sempre presentes nas expedições arqueológicas.

Construídas há cerca de 4500 anos, aproximadamente entre 2650 e 2550 a.C., as pirâmides de Gisé foram feitas para três reis da Quarta Dinastia do Egito: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Eles mesmos foram os arquitetos de suas próprias pirâmides.  Das 7 maravilhas do mundo antigo, as pirâmides de Gisé são as únicas que ainda permanecem inteiras, exercendo um grande fascínio sobre a humanidade.

 Fonte:   

http://www.expoente.com.br/professores/kalinke/projeto/piramide.htm

 

 

 

Vejam como estão  as  pirâmides neste exato momento.

 

http://www.pyramidcam.com/

 

Fonte:

 

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/index.html

 

  

LIVRO II  DE  VISITAS

 

 

 

 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 18h08
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30.07.2007

Decifração dos hieróglifos egípcios

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Fran%C3%A7ois_Champollion

http://pt.wikipedia.org/wiki/Decifra%C3%A7%C3%A3o_dos_hier%C3%B3glifos_eg%C3%ADpcios

A decifração do sistema de escrita dos hieróglifos egípcios é geralmente atribuída a Jean François Champollion, o chamado "Pai da Egiptologia". Nascido na França em 1790, desde muito jovem Champollion mostrou um grande interesse pelo estudo das línguas orientais, e aos 16 anos já conhecia hebreu, árabe, persa, chinês e várias outras línguas asiáticas.

Concluiu que o cóptico, a língua falada pelos cristãos egípcios ainda existentes, correspondia ao último estágio da antiga língua egípcia. Esta foi a sua grande vantagem sobre o médico inglês Thomas Young, que também investigou o significado dos hieróglifos, embora com menos sucesso.

Inicialmente, Champollion estava convencido, tal como Young, de que os hieróglifos eram puramente simbólicos, sem qualquer valor fonético. No entanto, após estudar várias inscrições hieroglícas contendo nomes reais, tais como o Obelisco de Bankes e a Pedra de Roseta, Champollion descobriu que afinal muitos hieróglifos possuíam o efeito fonético comum aos ideogramas.

O estudo da antiga língua egípcia - vinculada nos hieróglifos egípcios - avançou bastante durante o século XX, com o trabalho de linguistas como Sir Alan Gardiner e Hans Jakob Polotski, que permitiram uma melhor compreensão da gramática e do sistema verbal.

 VER  MAIS:

 

http://www.starnews2001.com.br/egypt/champollion.html



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 18h08
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09.07.2007

Templo  de Hórus

O Falcão Divino

Um dos mais belos e mais bem conservados templos do Egito Antigo é o Templo de Hórus, em Edfu, situado a certa distância da parte sul de Luxor e do Vale dos Reis, construído por Ptolomeu III e Ptolomeu IV, por volta de 100 a.C. Acredita-se que um templo da Terceira Dinastia existisse originariamente no local. O templo de Edfu tem um hipostilo e um santuário, além de numerosas figuras, inscrições e hieróglifos gravados em relevo. Nas paredes estão representadas as lutas do deus Hórus com seus inimigos, caracterizados de crocodilos e hipopótamos.

Um cena, numa das paredes, mostra o faraó ajoelhado diante de Hórus. Bem acima da entrada para o primeiro átrio, na fachada do pilone, encontra-se em relevo um belo disco solar, com as asas abertas do falcão. Acredita-se que foram os faraós da Quinta Dinastia, por volta de 2400 a.C., que introduziram o disco solar alado com o uraeus, ou cobra, de cada lado. O disco solar era o de Ra, ou Aton. As asas eram de Hórus. Como o templo de Edfu é dedicado a Hórus, há em ambos os lados da entrada do templo, bem como no pátio, grandes estátuas, magnificamente esculpidas em granito, do falcão usando a dupla coroa.

O falcão foi provavelmente a primeira criatura viva a ser adorada no vale do Nilo. O vôo altaneiro do falcão, que parecia ser companheiro do sol, levou os imaginosos egípcios a crer que o sol seria como que um falcão que descrevesse um luminoso vôo diário pelos céus. Como falcão, Hórus era um deus. Durante toda a sua história, os egípcios antigos acreditaram que os deuses se manifestavam em animais. Hoje é difícil compreendermos o relacionamento entre um deus e seu animal. O deus Hórus era representado como um pássaro que, segundo se acreditava, se manifestava em um ou mais falcões individuais. Por outro lado, dizia-se que Hórus era um falcão cujos olhos eram o sol e a lua, e cujo hálito era o refrescante vento norte. Esta a maneira impressiva com que descreviam esse grande deus.

 

VER  MAIS:

http://www.starnews2001.com.br/egypt/edfu.html

“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor   que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade."
-
Carlos Drummond de Andrade-



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 23h14
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OLHO DE  HÓRUS

http://antigoegito.tripod.com/simbolos.htm

 

 

O olho de hórus é descrito como uma mistura de olho humano e de falcão. Há dois tipos de Udjats, o que olha para a esquerda (a Lua) e o que olha para a direita (o Sol); juntos, formam os dois olhos de Hórus. O amuleto trazia para os egípcios força, vigor, proteção, segurança e boa saúde. O amuleto poderia ser colocado em qualquer parte do corpo do falecido e este, assim, se tornaria um deus, ocupando seu lugar no barco de Rá.

 

 

A reverência mostrada aos genitores é uma das virtudes simbolizadas pelo Udjat, e o amuleto poderia ser usado como um substituto às oferendas que um filho deveria fazer diariamente  na tumba de seu pai. Acreditava-se que ele prevenia doenças e era capaz de ressuscitar os mortos.

 

 

“ Respeitem as  outras  crenças para que possam respeitar a vossa,

pois  a  verdadeira mágica  está dentro de  nós

refletida em nossas  palavras e  ações “

 

( Hórus )



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 14h12
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Egípcios e  a  Construção  Civil

http://antigoegito.tripod.com/historia.htm

Os egípcios foram grandes construtores, erguendo casas e palácios com Tijolos e madeira. Recursos técnicos que talvez tenham trazido à Mesopotâmia. As pedras eram reservadas para a construção de túmulos. Eram hábeis na arte de esculpir em pedras, fabricavam jóias de ouro, pedras semipreciosas e esmalte, e descobriram o papiro, que servia para a escrita. Desenvolveram conhecimentos e medicina e iniciaram investigações matemáticas, mais tarde desenvolvidas pelos gregos. Porem, onde os egípcios mais se destacaram foi na construção de túmulos, as pirâmides em geral em honra dos faraós. Contando com materiais rudimentares, porém com fartura de mão-de-obra, construíram verdadeiros monumentos de arquitetura, como as pirâmides de Quéfren, Quéops e Miquerinos que ficam na cidade de Gizé.

A arte egípcia em sua maior parte homenageava os mortos, sepultadas com os objetos julgados necessários paia a vida no além. Muitos faraós eram enterrados em túmulos escavados em rochas, outros tinham o corpo conservado pelo embasamento. Os egípcios eram politeístas. Osíris, deus dos mortos, segundo eles desposara sua irmã, Íris, sendo morto por Seth; seu filho Horus, porém, ressuscitou-o. Horus, deus do firmamento e da chuva, reinava sobre os viventes, representado por um falcão. Havia o costume de representar o deus sob a forma antropozoomorfa*, Ra era o deus sol de Heliópolis; quando Tebas se tornou a capital (11.ª dinastia), Amon, o deus da cidade ficou sendo Amon-Ra, o rei dos deuses. Em 1.340 a.C., o faraó Akhenaton, instituiu o culto a um só deus - Aton - o sol, e mandou construir a nova Capital em Telel Anarna. Tutankhamon, seu sucessor, restabeleceu os antigos deuses, e seu túmulo foi o que abrigou a maior quantidade de tesouros no Egito. O último faraó egípcio, Nectanebo morreu em 341 a.C.

"O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função

do amor é levar o ser humano à perfeição." 

- Aristóteles - 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 16h37
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Os deuses egípcios eram representados ora sob forma humana, ora sob forma de animais, considerados sagrados. O culto de tais animais era um aspecto importante da religião popular dos egípcios. Os teólogos oficiais afirmavam que neles – como no boi Ápis, por exemplo – encarnava-se uma parcela das forças espirituais e da personalidade de um ou mais deuses. Deve ser entendido que o deus não reside em cada vaca ou em cada crocodilo. O culto era dirigido a um só indivíduo da espécie, escolhido de acordo com determinados sinais e entronizado num recinto especial. Ao morrerem, os animais sagrados eram cuidadosamente mumificados e sepultados em cemitérios exclusivos.

 

    Boi Ápis- Boi sagrado que os antigos egípcios consideravam como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptah. O culto do boi Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos. Antiga divindade agrária, simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora.

 

   A  Leoa sanguinária- Uma mulher com cabeça de leão, encimada pelo disco solar, representava a deusa Sekhmet que, por sua vez, simbolizava os poderes destrutivos do Sol. Embora fosse uma leoa sanguinária, também operava curas e tinha um frágil corpo de moça. Era a deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias. Essa divindade feroz era adorada na cidade de Mênfis. Sua juba — dizem os textos — era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha a cor do sangue, seu rosto brilhava como o sol... o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria.

 

   Falcão  o deus solar- O  deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis (On em egípcio), o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. O deus-Sol é retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações. Seu nome mais comum é Rá e podia ser representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos.

 

VER  MAIS:

 

http://antigoegito.tripod.com/culto.htm

“Entre as pequenas coisas que não fazemos e as grandes que não podemos fazer, o perigo está em não tentarmos nenhuma!"

(Confúcio)



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 18h29
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Arte do Antigo Egito

http://www.starnews2001.com.br/egypt/arte_egipcia.html

 

   

 

   

 

   

 

Índice de imagens

 

1-Osíris e Aton num ritual de oferendas;2-Ritual de oferendas, na Necrópole de Mênfis em Sakkara;3-Jovens numa dança acrobática;4-Oferenda de um colar e um vaso, tumba de Jeserkareseneb;5-Oferendas, na Necrópole de Mênfis em Sakkara;6-Anúbis num ritual de mumificação;7-Rei  Ai  abrindo a  boca de Tutankhamon;8-Rainha oferece vasos a deusa  Hathor

9-  Um morto ajoelhado ao lado de Osíris, tumba de Pashed.

 

                             



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 17h48
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Novo  Império

http://antigoegito.tripod.com/art_arq.htm

Edifícios, pinturas, esculturas e artes aplicadas do antigo Egito, da pré-história à conquista romana no ano 30 a.C. A história do Egito foi a mais longa de todas as civilizações antigas que floresceram em torno do Mediterrâneo, estendendo-se, quase sem interrupção, desde aproximadamente o ano 3000 a.C. até o século IV d.C.  O Novo Império (1570-1070 a.C.) começou com a XVIII dinastia e foi uma época de grande poder, riqueza e influência. Quase todos os faraós deste período preocuparam-se em ampliar o conjunto de templos de Karnak, centro de culto a Amon, que se converteu, assim, num dos mais impressionantes complexos religiosos da história. Próximo a este conjunto, destaca-se também o templo de Luxor.

No Novo Império, também se destaca o insólito templo da rainha Hatshepsut, em Deir el Bahari, levantado pelo arquiteto Senemut (morto no ano de 1428 a.C.) e situado diante dos alcantilados do rio Nilo, junto ao templo de Mentuhotep II. Durante a XIX Dinastia, na época de Ramsés II, um dos mais importantes faraós do Novo Império, foram construídos os gigantescos templos de Abu Simbel, na Núbia, ao sul do Egito.  A escultura, naquele momento, alcançou uma nova dimensão e surgiu um estilo cortesão, no qual se combinavam perfeitamente a elegância e a cuidadosa atenção aos detalhes mais delicados. Tal estilo alcançaria a maturidade nos tempos de Amenófis III.

A arte na época de Akhenaton refletia a revolução religiosa promovida pelo faraó, que adorava Aton, deus solar, e projetou uma linha artística orientada nesta nova direção, eliminando a imobilidade tradicional da arte egípcia. Deste período, destaca-se o busto da rainha Nefertiti (c. 1365 a.C.).

A pintura predominou então na decoração das tumbas privadas. A necrópole de Tebas é uma rica fonte de informação sobre a lenta evolução da tradição artística, assim como de excelentes ilustrações da vida naquela época. Durante o Novo Império, a arte decorativa, a pintura e a escultura alcançaram as mais elevadas etapas de perfeição e beleza. Os objetos de uso cotidiano, utilizados pela corte real e a nobreza, foram maravilhosamente desenhados e elaborados com grande destreza técnica. Não há melhor exemplo para ilustrar esta afirmação do que o enxoval funerário da tumba (descoberta em 1922) de Tutankhamen.

"Oração não é pedir. É um anseio da alma. É uma admissão diária das próprias fraquezas. É melhor na oração ter um coração sem palavras do que palavras sem um coração."

(Ghandi)



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 21h44
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PINTURA EGIPCIA:

http://br.geocities.com/anacanella/pintura_egipcia.html

 

          Como em outras Artes ,  a pintura do antigo Egito deve partir da consideração da organização social e das crenças religiosas de um povo dominado pela idéia de outro mundo e de uma concepção  dual da pessoa, segundo a qual  cada homem possui um duplo  ou ka cuja supervivência ficará assegurada enquanto não se destruir o seu corpo ou subsistir  a sua representação. Nessa crença, que implicará uma hipertrofia do culto aos mortos, origina-se a maior parte da arte egipcia.
     A pintura egípcia,  cuja matéria- uma pintura à cola fabricada com cores minerais, é aplicada sobre uma camada de gesso branco que cobre a parede.  Usa tintas planas, sem matizações, durante o Impérios antigo (sobre 2700-2260a.C.) e Médio (2060-1786) a.C.), e só com  a XVIII disnastia (1560-1309 a.C) começa-se  a introduzir o uso dos meios-tons, numa época em que se torna visível certa tendência ao prociosismo.   Arte de códigos rígidos, representa os personagens de perfil, conforme a lei da frontalidade: o tronco e o olho aparecem de frente, numa tentativa de representar as diferentes partes do corpo da forma mais caracterizada possível; as pernas aparecem sempre vistas pela sua face interna; os braços costumam  estar colados ao corpo, e quando um deles se levanta- à altura do antebraço, geralmente é o mais afastado.


     De resto, as cenas aparecem perfeitamente estruturadas e, desconhecendo as leis da perspectiva, os pintores situam as figuras humanas e animais em várias franjas sobrepostas e bem delimitadas.
    A pintura egípcia tem o seu grande campo de ação nas decorações dos monumentos funerários. No interior das tumbas, grandes telas murais aparecem recobertas por relevos e pinturas onde se descrevem as ocupações e o ambiente vital do defunto e se representam cenas de caráater religioso  Junto a estas decorações funerárias, deve-se recordar também  as de palácios  e casas, que adquirem especial importância no Império Novo,  e recordemos também as pinturas sôbre papiros.

     O máximo da pintura Egipcia foi durante o Império Novo, em especial com a XVIII dinastia (1560-1309 a.C.) Nessa época encontramos uma aspiração à delicadeza, uma certa distensão, que faltavam anteriormente.  as figuras tornam-se mais estilizadas, os artistas procuram refletir o movimento e, ao mesmo tempo que se entregam à uma grande variedade  temática, tentam exibir com grande preciosismo o espetáculo da natureza. As representações de pássaros e peixes nos pântanos, jardins  e estanques alcançarão  depressa, um grau de graça e de naturalismo próximos  aos da pintura cretense.  Os pintores mostram-se mais afastados das convenções que regiam os baixo-relevos e começam tímidos ensaios de novas disposições espaciais.
Devemos lembrar também  na pintura egípcia, os rolos de papiros cuja peça fundamental são os Livros dos Mortos, ricamente decorados, onde continham as instruções para se guiarem  depois da morte e eram colocados junto ao defundo, no interior da urna.

 

 

"Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos. E um amor sem beleza é como flores sem perfume. Vida, amor, beleza: eis a minha trindade." 
Khalil Gibran 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 20h42
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MITOLOGIA EGÍPCIA: HÓRUS

http://www.maconaria.net/mitologia3.shtml

 

Hórus, mítico soberano do Egipto, desdobra as suas divinas asas de falcão sob a cabeça dos faraós, não somente meros protegidos, mas, na realidade, a própria incarnação do deus do céu. Pois não era ele o deus protector da monarquia faraónica, do Egipto unido sob um só faraó, regente do Alto e do Baixo Egipto? Com efeito, desde o florescer da época história, que o faraó proclamava que neste deus refulgia o seu ka (poder vital), na ânsia de legitimar a sua soberania, não sendo pois inusitado que, a cerca de 3000 a. C., o primeiro dos cinco nomes da titularia real fosse exactamente “o nome de Hórus”. No panteão egípcio, diversas são as deidades que se manifestam sob a forma de um falcão. Hórus, detentor de uma personalidade complexa e intrincada, surge como a mais célebre de todas elas. Mas quem era este deus, em cujas asas se reinventava o poder criador dos faraós? Antes de mais, Hórus representa um deus celeste, regente dos céus e dos astros neles semeados, cuja identidade é produto de uma longa evolução, no decorrer da qual Hórus assimila as personalidades de múltiplas divindades. 

Originalmente, Hórus era um deus local de Sam- Behet (Tell el- Balahun) no Delta, Baixo Egipto. O seu nome, Hor, pode traduzir-se como “O Elevado”, “O Afastado”, ou “O Longínquo”. Todavia, o decorrer dos anos facultou a extensão do seu culto, pelo que num ápice o deus tornou-se patrono de diversas províncias do Alto e do Baixo Egipto, acabando mesmo por usurpar a identidade e o poder das deidades locais, como, por exemplo, Sopedu (em zonas orientais do Delta) e Khentekthai (no Delta Central). Finalmente, integra a cosmogonia de Heliópolis enquanto filho de Ísis e Osíris, englobando díspares divindades cuja ligação remonta a este parentesco. O Hórus do mito osírico surge como um homem com cabeça de falcão que, à semelhança de seu pai, ostenta a coroa do Alto e do Baixo Egipto. É igualmente como membro desta tríade que Hórus saboreia o expoente máximo da sua popularidade, sendo venerado em todos os locais onde se prestava culto aos seus pais. A Lenda de Osíris revela-nos que, após a celestial concepção de Hórus, benção da magia que facultou a Ísis o apanágio de fundir-se a seu marido defunto em núpcias divinas, a deusa, receando represálias por parte de Seth, evoca a protecção de Ré- Atum, na esperança de salvaguardar a vida que florescia dentro de si.

 

Hórus foi imortalizado através de díspares representações, surgindo por vezes sob uma forma solar, enquanto filho de Atum- Ré ou Geb e Nut ou apresentado pela lenda osírica, como fruto dos amores entre Osíris e Ísis, abraçando assim diversas correntes mitológicas, que se fundem, renovam e completam em sua identidade. É dos muitos vectores em que o culto solar e o culto osírico, os mais relevantes do Antigo Egipto, se complementam num oásis de Sol, pátria de lendas de luz, em cujas águas d’ ouro voga toda a magia de uma das mais enigmáticas civilizações da Antiguidade.

"Sei que meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor.” 
( Madre Teresa de Calcutá )



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 00h04
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http://antigoegito.tripod.com/ciencia.htm

 

 

Os egípcios usavam a numeração decimal pelo menos desde os idos da primeira dinastia (c. 2920 a 2770 a.C.). Entretanto, não conheciam o zero, mas às vezes, intuitivamente, o escriba o manejava deixando um espaço vazio para ele. Um traço indicava a unidade, um arco indicava a dezena e uma corda enrolada indicava a centena. Na foto ao lado, de um muro de uma construção de Tutmósis III (c. 1479 a 1425 a.C.) em Karnak, pode-se observar esse sistema de notação. Trabalhavam apenas com três operações aritméticas: a soma, a subtração e a divisão. Para multiplicar usavam o expediente de fazer adições sucessivas. Tinham dificuldade em lidar com as frações. As que tivessem numerador maior do que 1 eram divididas em parcelas com numerador unitário para serem usadas nos cálculos. Excetuava-se a fração 2/3, que eles sabiam utilizar tal como se apresentava. A diferença entre a progressão aritmética e a geométrica era perfeitamente entendida e calculavam com precisão as áreas dos triângulos, retângulos e hexágonos bem como o volume das pirâmides, do cilindro e até mesmo do hemisfério. Calcularam em 3,16 a razão entre a circunferência de um círculo e seu diâmetro, o que é um valor notavelmente exato para a época, mormente quando lembramos, por exemplo, que a Bíblìa apresenta o número 3 para o valor de PI.

 

As inundações anuais do Nilo destruíam de tempos em tempos os marcos limítrofes das propriedades, originando contendas sobre os direitos à terra. Nesse cenário desenvolveu-se a classe profissional dos agrimensores, chamados de esticadores de corda, aos quais cabia restabelecer os antigos limites das áreas inundadas. Na prática eles já conheciam o teorema de Pitágoras. Eles sabiam — diz Idel Becker — que um triângulo com lados 3, 4 e 5 é retângulo. Faziam, pois, numa corda, 12 nós — a intervalos regulares. Amarravam as pontas e esticavam a corda, dobrando-a convenientemente em três dos nós. Obtinham, assim, um triângulo retângulo. Isto lhes permitia traçar perpendiculares e paralelas, necessárias às tarefas de agrimensura. Desta forma conseguiam restabelecer os antigos limites das terras dos diversos proprietários.

 

Não sendo cientistas puros, os egípcios tinham pouco interesse pela natureza do universo físico em si mesmo. Apesar disso, fizeram mapas dos céus, identificaram as principais estrelas fixas e conseguiram algum sucesso na determinação exata das posições dos corpos celestes. A figura ao lado mostra motivos astronômicos pintados no teto do túmulo de Seti I (c. 1306 a 1290 a.C.). Heliópolis era o centro de culto do Sol e como o ritual desse deus estava ligado intimamente com a medida do tempo e os movimentos dos corpos celestes, era natural que a astronomia fosse estudada principalmente naquela cidade. Idel Becker explica que eles agrupavam as estrelas em constelações identificadas com as divindades; e nessa forma eram elas representadas nos tetos e nas tampas dos ataúdes. Representava-se o universo como uma caixa retangular, no meio de cuja base ficava o Egito. O firmamento era sustentado por quatro píncaros de montanhas; as estrelas pendiam do céu por meio de cabos. Em torno da terra corria um rio onde viajava um barco que conduzia o sol.

 

Os egípcios  pouco fizeram em outros campos científicos. Apesar de terem realizado façanhas de engenharia que rivalizam com a perícia da mecânica moderna, seus conhecimentos de física eram os mais rudimentares possíveis. Conheciam o princípio do plano inclinado, mas ignoravam a roldana e, provavelmente, também, o rolo. Embora fosse pequeno o seu conhecimento de química, ao menos deram o nome a essa ciência. Deve também ser consignado, em seu favor, um considerável progresso na metalurgia, a invenção do relógio de sol e do de água, o fabrico do papel e do vidro. Com todas as suas deficiências como cientistas puros, igualaram realmente os romanos nas realizações práticas e foram muito além dos hebreus e dos persas.

“As grandes coisas são feitas por pessoas que tem grandes idéias e saem pelo mundo para fazer com que seus sonhos se tornem realidades” 
Ernest Holmes 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 14h07
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Escribas

http://www.starnews2001.com.br/egypt/escriba.html

Os escribas eram uma classe muito importante no Egito Antigo. Somente eles tinham oportunidade de seguir carreira no serviço público ou como administrador de uma grande propriedade, pois a escrita fazia parte da profissão especializada. Eram tantas as exigências para a carreira de um escriba, quanto honrosas e lucrativas as compensações para quem a seguia. Um jovem que tivesse a sorte de ter passado pela importante escola de escribas de Mênfis, ou mais tarde, de Tebas, devia não só saber ler, escrever e desenhar com o máximo de habilidade, como também dominar perfeitamente o idioma, a literatura e a história do seu país. Além disso, devia ter amplos conhecimentos de matemática, contabilidade, processos administrativos gerais e até mesmo de mecânica, agrimensura e desenho arquitetônico. Quando um homem se qualificava como escriba, automaticamente se candidatava a membro da classe oficial culta, o que o isentava de qualquer espécie de trabalho servil e facilitava-lhe galgar uma série de estágios conhecidos para chegar aos cargos mais elevados do país.

No cumprimento de suas funções, o escriba sentava-se de pernas cruzadas e improvisava com a parte dianteira do seu saiote de linho, bem esticado, uma espécie de mesa. Empunhando a pena ou o pincel de junco e com um rolo de papiro estendido sobre o saiote que lhe cobria os joelhos, ele estava pronto para tomar o ditado (veja imagem ao lado). Os pigmentos para escrever, em geral vermelho ou preto, estavam em tigelas de alabastro, no chão, ao lado. O escriba escrevia da direita para a esquerda, adotando a chamada escrita hierática, em geral com um pincel fino feito de junco, tendo a ponta cuidadosamente desfiada e aparada. O papel era feito de tiras estreitas de papiro, cruzadas em duas direções, comprimidas juntas e depois lustradas.

 

Os antigos egípcios extraíam a tinta moendo minérios coloridos, cujo pó, misturado com algum líquido, dava uma tonalidade para cada tipo de escrita ou pintura, que decoravam as paredes internas das pirâmides e dos templos.

"A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delicia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você."

(Ralph Waldo Emerson)



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 21h45
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AGRICULTURA NO ANTIGO EGITO

 

http://antigoegito.tripod.com/agric.htm

 

Os produtos básicos da agricultura do Antigo Egito eram os cereais (trigo duro e cevada principalmente) e linho. Figos, uvas, tâmaras, maças, rábanos, ervilhas e favas também estavam entre as produções do solo egípcio. O papiro era coletado nas terras pantanosas e utilizado não só para a alimentação, preparada com os seus rizomas, mas também como matéria-prima em produtos de uso variado. Cordas eram fabricadas a partir dos seus troncos e suas fibras permitiam confeccionar tecidos, desde os mais finos, para o vestuário elegante, até lonas grosseiras. Por sua vez, vimes, juncos e folhas de palmeiras tamareiras eram utilizados no fabrico de cestos e esteiras. O trabalho agrícola ocupava pouco mais de seis meses do ano e, assim, se dispunha de mão-de-obra abundante para trabalhos artesanais da aldeia, para conservação dos canais de irrigação e para as obras hoje ditas faraônicas: templos, palácios, monumentos e sepulcros.

 

Eram três as estações do ano típicas do país: a inundação, a saída e a colheita. A primeira estendia-se de julho a outubro e durante ela as águas elevavam-se, normalmente, até sete ou oito metros de altura; a segunda era marcada pelo reapareciment