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*Meu Award*










*Pr?mio Sabedoria*


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Hist?rico:
- 01/07/2007 a 31/07/2007
- 01/05/2007 a 31/05/2007
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07.10.2006
Vestuário Egípcio
O vestuário masculino era constituído basicamente por um saio curto e uma ou várias pulseiras, um anel e um gorjal. Se juntava a isso um pingente de jade ou de cornalina suspenso a um comprido cordão, — nos conta Pierre Montet — o nosso egípcio estava perfeitamente apresentável, podia visitar as suas terras, receber negociantes, dirigir-se a qualquer repartição. Podia igualmente substituir o pequeno saio por uma saia tufada e calçar sandálias.

Olhe à sua volta.
Tudo é necessário e tudo se encaixa.
É uma unidade orgânica, ninguém é mais alto ou mais baixo,
ninguém é superior ou inferior.
Cada um é incomparavelmente único.
Você é necessário e basta.
Na Natureza, tamanho não é diferença.
Tudo é expressão igual de vida
( A importância de ser você mesmo - Autor desconhecido)

29.09.2006

Vasos Canopos
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/vasoscan.htm
Uma das etapas indispensáveis para que o processo de mumificação tivesse sucesso, consistia na retirada dos órgãos internos do cadáver. Por outro lado, era igualmente importante para a continuidade do bem-estar do morto no além-túmulo que tais órgãos fossem cuidadosamente preservados. Assim, desde o Império Antigo era costume colocar as vísceras em quatro vasos que atualmente são chamados de vasos canopos. O termo canopo, embora a rigor seja incorreto, foi criado pelos primeiros egiptólogos que viram nesses vasos, com tampas em forma de cabeças humanas, confirmação da história narrada pelos escritores clássicos a respeito de Canopo, piloto de Menelau, da guerra de Tróia, que foi enterrado na cidade de Canopo, situada no noroeste do delta do Nilo, onde era venerado sob a forma de um vaso com cabeça humana.
Tais vasos, feitos de alabastro, calcário, cerâmica ou faiança, tinham tampas de madeira pintada, vinham às vezes acondicionados em estojos também de madeira e eram depositados no túmulo junto ao caixão. As vísceras armazenadas nos quatro vasos eram protegidas por quatro divindades menores, os filhos de Hórus, chamados Qebehsenuf, Duamutef, Hapi e Imset que amparavam, respectivamente, os intestinos, o estômago, os pulmões e o fígado do morto. Os vasos em si eram identificados com as quatro divindades protetoras femininas: Selkis, Neith, Néftis e Ísis.
Durante a XXI dinastia, quando era costume recolocar os órgãos dentro do corpo acompanhados de uma figura do correspondente filho de Hórus, ainda assim, por mero formalismo, permanecia a prática de incluir um conjunto de vasos canopos ao lado da múmia. Por sua vez, imitações sólidas destes vasos foram usadas durante o período ptolomaico, quando o processo de mumificação tornou-se grosseiro e as vísceras eram frequentemente deixadas dentro do corpo.

"... Lá na frente de nossas vidas, é que poderemos realmente saber
a qualidade de vida que tivemos,
a quantidade de marcas que conseguimos carregar
conosco e, a riqueza que cada uma delas
guardou dentro de si."
Silvana Duboc

23.09.2006
KÉFREN
http://www.geocities.com/tioisma2002/pirkefr2.htm
Junto à esfinge situa-se o templo do vale do complexo da pirâmide de Kéfren. Mede 44 metros e 80 centímetros de cada lado e sua altura é de 13 metros. As paredes, de pedra calcária rústica, são extremamente grossas e foram um dia revestidas, tanto interna quanto externamente, de granito vermelho polido. Alguns desses blocos pesam de 50 a 80 toneladas cada e estão montados com juntas do tipo macho e fêmea. Outros chegam a pesar até 500 toneladas. Na parede leste há duas entradas de acesso ao templo. Em torno delas estavam esculpidas faixas de inscrições hieroglíficas apresentando o nome e títulos do faraó, mas de tais dizeres poucas palavras restaram. Nenhuma outra inscrição ou figura existe em qualquer parte do templo.

A vida
Para os erros há perdão;
para os fracassos, chance;
para os amores impossíveis, tempo...
Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e
acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando
Porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu.
(Luís Fernando Veríssimo)


Por CRISTIANO CATARIN
Cleópatra, a rainha grega do Egito. Provavelmente tudo que o mundo sabe sobre ela esteja errado. Cleópatra tem sido tradicionalmente pintada como uma mulher cruel, Promiscua e amante dos deleites da boa mesa e cama. Mas através de Trabalhos de pesquisa histórica e arqueológica, tem mostrado Cleópatra mulher monogâmica que amou único dois homens que se envolveu em toda sua vida. Mãe devotada de quatro filhos, prevendo a chegada de sua morte, planejou o salvamento e sucesso de suas crianças.
Finalmente, ao CLIKAR no LINK abaixo, você conhecerá uma rainha dedicada e piedosa, Devotada e preocupada com sustento daqueles que governava. Através de recriações dramáticas e fotográficas surpreendentes de sites egípcios e Romanos, este documentário conta a verdadeira historia de Cleópatra e a ardilosa vitória pela qual toda sua vida lutou, em nome de seus filhos.
http://www.starnews2001.com.br/cleopatra.html

Cleópatra era descendente dos reis gregos do Egito, os ptolomáicos. Ela nasceu em Alexandria. Seus cabelos eram avermelhados, a ilustração acima não mostra a rainha utilizando-se de jóias. Definitivamente, estas não são características de uma mulher fatal. Por outro lado, uma harmoniosa combinação de: espiritualidade, determinação e inteligência tornaram Cleópatra à mulher mais famosa do mundo. A localização dos ancestrais da jovem rainha fica a oitocentos quilômetros de Alexandria, na ilha de Filae. Nesta região, durante 300 anos, foram construídos templos dedicados aos XII Ptolomeus. Ptomoleu III foi o ultimo grande faraó da era ptolomáica, reconquistando grande riqueza que havia sido perdida para outras civilizações. Ptolomeu IV foi um grande fracassado que perdera grande parte das riquezas do Egito antigo.

Muitos textos antigos afirmam que ela tenha sido morta por meio de uma picada de cobra. (resta saber se por uma NAJA, ou uma VÍBORA). A Naja possui um veneno mais letal e sua picada é de difícil identificação. Já a Víbora provoca um inchaço grotesco, e, por esta razão, a morte por meio de uma víbora é descartada por estudiosos.
A morte por meio da picada da naja evitaria a exposição de Cleópatra num triunfo romano, conforme desejo de Otaviano. Cleópatra estava confinada num dos quartos do palácio e, tudo que era levado até ela era inspecionado para evitar seu suicídio. Mas de alguma forma, ela conseguira se matar conduzindo uma de suas mãos a uma “compota” onde uma naja estaria entre os frutos. Quando os soldados romanos de Otaviano entraram no quarto da rainha, ela já jazia morta e vestida com trajes reais. Otaviano nada pode fazer a não ser expor para seu poderio militar um retrato da rainha Cleópatra.

16.09.2006
Os antigos egípcios não encaravam a arte pela própria arte. Todos – fossem eles arquitetos, escultores ou pintores – consideravam-se funcionários ou artesãos que produziam artefatos destinados a alguma função: religiosa, funerária ou de qualquer outro tipo.
... Bonito é ser realista sem ser cruel,
é acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente em quaisquer situações.
Bonito é você ser você.
Letícia Thompson


14.09.2006
FILME: OS 10 MANDAMENTOS
CONTEXTO HISTÓRICO
O filme retrata importantes passagens na vida dos hebreus, que por volta de 1250 a C. conduzidos por Moisés, fogem do Egito, onde viviam na condição de escravos, para Palestina. Essa fuga é conhecida na Bíblia como "êxodo". A Bíblia relata que, depois da travessia do mar Vermelho, os israelitas vagaram durante 40 anos no deserto antes de atingirem a Palestina. No alto do monte Sinai, Deus revelou-se à Moisés, que recebeu as Tábuas da Lei (10 mandamentos gravados em duas tábuas de pedra). Acredita-se que o monte Sinai, com 2300 metros de altura, seja a montanha Jebel Musa ou "montanha de Moisés", parte de um grupo de picos no sul da península do Sinai. Ao revelar-se para Moisés, Deus teria estabelecido uma aliança com os filhos de Israel, que mesmo assim, desviaram-se da crença em um único Deus - Iavé (aquele que é) - adorando um bezerro de ouro, enquanto Moisés dialogava com Deus no alto do monte Sinai. Moisés morreu antes de ver seu povo entrar na Terra Prometida.
Essa história é conhecida sobretudo graças à Bíblia, que em sua primeira parte, o Antigo Testamento, relata os principais acontecimentos políticos e religiosos da Palestina, região mediterrânea do Oriente Próximo habitada naquela época por vários povos nômades de origem semita como filisteus, cananeus, hebreus e arameus. Esses últimos foram singularmente importantes, porque sua língua (o aramaico) era falada por todos os comerciantes do Oriente Próximo e Médio e pela grande maioria dos povos que habitavam as terras entre os rios Eufrates e Nilo.
O Antigo Testamento é uma importante fonte de informações históricas, sendo necessário contudo, muito cuidado na sua utilização, já que as diversas partes que o compõem foram escritas em períodos distintos, além da questão da linguagem bíblica ser simbólica, o que exige uma interpretação mais racional dos fatos narrados.
O contexto histórico dos hebreus e dos demais povos da região, foi marcado de uma forma geral pelo Modo de Produção Asiático, o sistema que predominou entre as primeiras civilizações da História durante a Antiguidade Oriental. Nesse modo de produção as terras cultiváveis eram propriedade do Estado ou dos deuses, sendo que os camponeses que executavam o trabalho, tinham apenas a posse coletiva.
A importância da água dos rios na vida desses povos foi vital para o desenvolvimento agro-pastoril, sendo que suas civilizações ficaram genericamente conhecidas como hidráulicas ou ribeirinhas. No caso dos hebreus e demais povos da Palestina, destaca-se a presença dos rios Jordão e Orontes, que como outros rios do Oriente, permitiram a construção de diques, açudes e canais de irrigação para o ruralismo que marcou a maior parte das civilizações do Oriente Antigo.
Fonte: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=95


13.09.2006
Os antigos egípcios formularam algumas teorias a respeito dos elementos que formavam o ser humano. Um de tais elementos era o ba, palavra que pode ser traduzida por sublime, nobre, poderoso e cuja idéia se assemelha ao nosso conceito de alma. O ba podia deixar a sepultura e subir ao céu onde se acreditava que desfrutasse de uma existência eterna num estado de glória; era-lhe dado, no entanto, revisitar o corpo na tumba, e não deixava de fazê-lo; e, conforme certos textos, parecia capaz de reanimá-lo e manter conversação com ele.
Outro elemento era o ka, ligado ao corpo de alguma forma, que é definido pelo autor já citado como uma individualidade ou personalidade abstrata, dotada de todos os atributos característicos e que possuía existência independente. Tinha liberdade para mover-se de um lugar a outro da terra, à sua vontade, e podia entrar no céu e conversar com os deuses. As oferendas feitas nos túmulos em todos os períodos visavam a alimentar o ka, que era capaz, segundo se supunha, de comer, beber e apreciar o cheiro do incenso. No período em que se edificaram as pirâmides acreditava-se que o falecido, de certo modo, podia ser purificado, sentar-se e comer pão com ele "incessantemente e para sempre". Como se vê, em certo sentido o ka corresponde ao "eu" do indivíduo. Nasceu com a pessoa e forma parte integrante do seu ser mas, apesar disso, é encarado em alguns aspectos como distinto dele. Era para esse ka que os egípcios providenciavam todo o equipamento funerário, a comida e a bebida das tumbas e o próprio túmulo era conhecido como a casa do Ka
Um terceiro elemento era o espírito ou inteligência espiritual, denominado de khu e entendido como uma forma brilhante, luminosa e intangível do corpo. As funções desse elemento não são muito claras, mas ele também ia para o céu viver com os deuses. Para evitar que ficasse aprisionado no túmulo, eram recitadas fórmulas especiais.
Finalmente, kat era a palavra que denominava o corpo físico e esse termo indica algo que tem a decadência como componente que lhe é inerente. Era isto — diz Wallis Budge — que se enterrava na tumba após a mumificação, e o objetivo dos amuletos, cerimônias mágicas, orações e fórmulas, desde os primeiros até os últimos tempos, era preservá-lo de toda e qualquer destruição. O próprio deus Osíris possuía um corpo nessas condições e os seus vários membros eram preservados como relíquias em diversos santuários do Egito.

Morre Lentamente...
Morre lentamente...
quem não lê
quem não viaja,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente...
quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente...
quem se transforma em escravo do hábito
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente...
quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos
e os corações aos tropeços.
Morre lentamente...
quem não vira a mesa quando
está infeliz com o seu trabalho, ou amor,
quem não arrisca o certo pelo incerto
para ir atrás de um sonho,
quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje !
Arrisque hoje !
Faça hoje !
Não se deixe morrer lentamente !
NÃO SE ESQUEÇA DE SER FELIZ !
Pablo Neruda

13.09.2006
Os egípcios sempre reconheceram, mesmo quando o processo de mumificação estava em seu auge, que os cuidados que tomavam para preservação dos corpos eram insuficientes para atingir os efeitos desejados. Um dos meios de contornar essa situação foi apelar para a magia. No culto aos mortos, acreditavam que um modelo podia servir de substituto para qualquer coisa que fosse na prática dificil de suprir como objeto real. Por exemplo, — escreve I.E.S.Edwards — em algumas mastabas da II dinastia, vasos falsos eram usados ao invés de vasilhas cheias de provisões e supunha-se que teriam a mesma validade para o ocupante da tumba. De forma similar, uma estátua ou mesmo uma figura esculpida em relevo era considerada como sendo um substituto efetivo para o corpo humano na eventualidade de sua destruição.
Por essa razão, e considerando que a múmia podia ser destruída, colocavam no túmulo uma ou várias imagens do defunto. Se o corpo se deteriorasse, o ka poderia penetrar em uma dessas figuras as quais, para maior garantia, eram confeccionadas em material duro como madeira, calcário ou granito. Uma das mastabas mais conhecidas da III dinastia, pertencente ao chefe dos dentistas e dos médicos de nome Hezyre, apresentava figuras de seu proprietário esculpidas em relevo em painéis de madeira embutidos em nichos da parede leste da construção. Tais imagens tinham por finalidade permitir que Hezyre saisse e retornasse livremente ao seu túmulo. Porém, painéis expostos eram muito vulneráveis e os arquitetos egípcios criaram, dentro das mastabas, um cômodo fechado, que ficou conhecido modernamente com o nome de serdab, destinado a receber a estátua do morto a qual, assim, ficava melhor protegida. O uso crescente da pedra na estatuária, ao invés da madeira, aumentou ainda mais a garantia de que o ka encontraria sempre a maneira de se perpetuar.
Fonte: http://www.starnews2001.com.br/egypt/temples.html

... Nós construímos nossa vida,
um dia de cada vez e muitas vezes fazendo
menos que o melhor possível na construção.
Depois com surpresa nós descobrimos
que nós precisamos viver na casa que nós construímos.
Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás. Você é o carpinteiro.
Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes.
Alguém disse que "A vida é um projeto que você mesmo constrói".
Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo
a "casa" que você vai morar amanhã.
Construa com Sabedoria!
Colaboração: Álvaro
http://www.sabedoriadosmestres.com/construa_com_sabedoria.html

10.09.2006
Uma história de amor ao longo do Nilo
Nefertiti era filha de Dushratta, rei de Mitâni. Mas, como era normal acontecer nos casamentos entre crianças, Akhenaton e a pequena princesa cresceram ternamente ligados um ao outro e, com o passar dos anos, transformaram a afeição em amor. Então, até onde a História conta, Akhenaton, em contraste com a maioria dos reis da Antigüidade e de sua própria estirpe, parece ter-se contentado, durante toda a vida, com o amor de uma única mulher, dada a ele como Grande Esposa quando ainda era apenas uma criança. Akhenaton e Nefertiti se amavam com fervor. O jovem rei não havia tomado "esposas secundárias", seguindo o costume de seus antepassados, simplesmente porque nessa sua única rainha, "seu coração encontrava a felicidade", tal como ele mesmo declarou em tantas inscrições. A extraordinária importância que ele atribuiu a sua amada, pode bem ser a prova de tudo quanto ele sentiu. Sendo assim, podemos deduzir que tenha compreendido, melhor do que qualquer outro homem, o valor supremo da ternura e do prazer.
Fonte: http://www.starnews2001.com.br/egypt/temples.html

Para quem ama...
"Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer,
só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.
Não contaram pra nós que amor não é acionado,
nem chega com hora marcada...
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós
é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido
quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros,
que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas
a responsabilidade de completar o que nos falta:
a gente cresce através da gente mesmo.
Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável...
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente.
Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo,
vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"
Autoria: Martha Medeiros
Fonte:
http://www.sabedoriadosmestres.com/para_quem_ama.html

09.09.2006
Quem quer que tenha visto as maravilhas do antigo Egito, uma só vez na vida - ou mesmo quem nunca pôde vê-las de perto - fica maravilhado e curioso. Como as pirâmides foram construídas? Qual o conhecimento matemático que os egípcios possuíam? Que técnicas dominavam? Que ferramentas empregavam?
Na construção das pirâmides, os egípcios inicialmente nivelavam o terreno pela observação da estrela Polar, a partir de um ponto fixado no vértice norte da futura pirâmide. A precisão alcançada com esse processo é espantosa.

Seis Maneiras de Viver Melhor
1º Tenha em sua vida objetivos a serem concretizados.
Não exista apenas, viva intensamente todos os momentos que lhe são proporcionados. Você não pode seguir em frente sem antes encontrar o caminho certo.
2º Momentos tristes fazem parte de seu crescimento.
Não odeie a vida nos momentos difíceis, aprenda a aceitar e tentar resolver o que te aflige. A grandeza de um problema depende de como você o enxerga.
3º Tenha bons relacionamentos. Lembre que você nunca estará sozinho no mundo e que as pessoas tem sentimentos, assim como você. Antes de magoar alguém, se ponha no lugar. Ruim não é? Pois então, aprenda a sorrir a quem está ao seu lado e a vida sorrirá para você.
4º A verdade é a melhor amiga da sua consciência.
Evite mentiras e enganações. Quem engana é o maior enganado. Você sabe que a verdade sempre aparece, então porque cultivar a falsidade? Mentira é negativa, desde a pequena até a mais grave. Também não guarde mágoas das pessoas que te mentiram ou te enganaram, elas são simplesmente pessoas menos evoluídas que você. Não as condene, a consciência delas se encarregará disso...
5º Olhe ao seu redor. Não pense 24 horas por dia em você. Neste momento, há muitas pessoas que precisam de sua ajuda, de seu conselho, de seu afeto. Ajude sempre que puder, nem que seja somente ouvindo seu amigo num dia difícil. Você não imagina o bem que fará. Quando você ajuda, o maior beneficiado é você.
6 Tudo o que fizer, faça com amor. Pois este é quem te salva, te ilumina e te guia. Este é o caminho que te levará a Deus. Mas só quem vive intensamente plantando o amor é que conhece o verdadeiro sentido da vida.
Ame, acima de tudo. É essa a solução de seus problemas. É isso que te acalma. É isso que nos faz acreditar que podemos viver melhor.
Lembre-se, tudo depende de você. Basta amar.... Esse é o segredo...
Fonte:
http://www.despertardamente.com/autoconhecimento/006.html

Por que existem 7 maravilhas no mundo?
Não existe uma explicação satisfatória para isso. Há mais de 2000 anos, alguns monumentos da Antiguidade eram tão grandes e suntuosos que foram considerados os mais extraordinários e admiráveis feitos da inteligência humana.
Foram os gregos os primeiros a listarem essas construções grandiosas. Não eram tão pretensiosos a ponto de chamá-las de maravilhas. Consideravam-nas ta hepta themata, isto é, as sete coisas dignas de serem vistas.

As Sete Maravilhas do Mundo
Um grupo de estudantes de geografia estudou as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as sete maravilhas atuais do mundo. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:
1. Pirâmides Grandes do Egito
2. Taj Mahal
3. Grand Canyon
4. Canal de Panamá
5. Empire State Building
6. Basílica de St. Peter
7. A Grande Muralha da China
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina, não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou à ela se tinha problemas com sua lista.
A menina quieta respondeu: - Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.
O professor disse: - Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou, então leu: - Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
2. sentir sabor
3. ver
4. ouvir
5. sentir
6. rir
7. e amar
A sala então ficou completamente em silêncio. É fácil para nós olharmos as façanhas do homem, já que negligenciamos tudo o que Deus fez para nós. Que você possa se lembrar hoje daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas.
Fonte:
http://www.sabedoriadosmestres.com/as_sete_maravilhas.html
