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Estamos construindo um mundo no qual a humildade seja virtude.
E, que tanto a individualidade como a coletividade passem a serem fontes de crescimento, onde as rela??es humanas fluir?o sem barreiras.
Que a palavra, se torne o canto dos sonhos que florescem.

Um mundo que ir? perceber a pessoa como uma das riquezas mais preciosas existentes na terra.
Que possamos sentir o calor do Cosmo que transforma vidas, possibilitando a exist?ncia da igualdade, liberdade, solidariedade, justi?a e a paz.
Este mundo n?s seremos capazes de edificar.

(C?ritas Souzza)



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::Os Soldados::

A partir do Imp?rio Novo a pol?tica expansionista do Egito fez crescer a import?ncia dos militares na hist?ria do pa?s. Entretanto, os jovens das cama-das inferiores da popula??o, de temperamento bastante passivo, n?o tinham interesse em seguir a carreira militar. Ao longo dos s?culos, a qualidade do soldado de origem eg?pcia parece ter sido med?ocre e os fara?s viram-se obrigados a utilizar mercen?rios estrangeiros para compor os quadros dos seus ex?rcitos. A popula??o aut?ctone n?o admirava esse soldado e, sentindo por ele medo e at? desprezo, procurava manter-se afastada de seu conv?vio.

O rei mantinha os mercen?rios concedendo-lhes lotes de terra de onde pudessem tirar o sustento de suas fam?lias. O historiador Her?doto relata que no decorrer da XXVI dinastia (c. 664 a 525 a.C.) o n?mero de tais mercen?rios teria atingido 410 mil, sendo que cada um recebia cerca de 3 hectares de campos na regi?o do Delta. Al?m disso, 2 mil desses homens eram escolhidos para servirem como guardas do fara?, recebendo para isso uma quantidade adicional de terras e abundantes ra??es di?rias de p?o, carne e vinho. Isso n?o significa que fossem todos estrangeiros, mas sim que a grande maioria tinha antepassados de origem n?o eg?pcia.

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EGITO DE HOJE

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Hoje em dia o Egito ? totalmente diferente do que era a quase 2000 atr?s, por isso abaixo segue as caracter?sticas atuais do mesmo:

Capital: Cairo

Superf?cie: 1001449 km?

Popula??o: aprox. 66900000 hab

Mortalidade Infantil: 52 crian?as por mil

Moeda: Libra eg?pcia

Principal Idioma: ?rabe

Clima: des?rtico

Atividades Agropecu?rias: agricultura primitiva de subsist?ncia, pastoreio

Expectativa de Vida: 55 ? 65 anos

Esses s?o uns dos principais fatores geogr?ficos do Egito Atual.



SAIBA MAIS SOBRE O EGITO

:: CLIKAR NOS ICONES ::

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A bandeira do Egito se baseia nas cores pan-árabes e é semelhante às bandeiras de muitos outros países árabes. O emblema situado no centro é a águia dourada de Saladino, que aparece também no escudo do Egito. Foi incorporado à bandeira em 1984, no lugar do falcão existente.

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::Brasão do Egito::

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IMAGENS DO ANTIGO EGITO

:: CLIKAR para ver Imagens::

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O Rio Nilo 6.700 km (5.600 desde o lago Vitória) de extensão. Saindo do lago Vitória (com o nome de Nilo Vitória), onde se lança seu principal formador, o Kagera, o Nilo corre para o norte. Atravessando os lagos Kioga e Mobutu Sese Seko, toma o nome de Nilo Branco (Bahr el-Abiad) ao sair da região pantanosa do Sudão meridional. Em Cartum, recebe o Nilo Azul (Bahr el-Azrak) e depois o Atbara.

Atravessa, em seguida, a Núbia e o Egito, que fertiliza com as suas cheias estivais, atinge o Cairo, onde começa o delta, que se abre no Mediterrâneo.
A barragem de Sadd al-Ali (alta barragem de Assuã) regularizou-lhe o curso inferior e criou um vasto lago artificial, com 500 km de comprimento (que, em parte, se estende ao Sudão).

A prosperidade do Egito nasce da ação conjunta do Nilo e do Sol, todos os dois elevados pelos habitantes à categoria de deuses.
O rio, em cheia das mais fortes do verão, impregna os campos de uma água carregada de aluviões extremamente férteis.
O sol apressa a vazante, e o renascimento da vegetação.
Uma cheia muito fraca não alimenta bem a terra; muito forte, devasta os campos - tanto uma quando a outra levam à fome: sem a cheia, o sol seria devastador; sem o sol, a cheia seria inútil.
O importante é que o equilíbrio ( Maat) seja mantido entre os dois.



Crimes na internet? Denuncie





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:Mande cart?es com estampas eg?pcias por e-mail. Diversas op??es de cart?es: Egito antigo e moderno. ? gr?tis.CLIKA ::

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::Estatuetas Funer?rias::

Muitos dos bens encontrados nos t?mulos repetiam simbolicamente o tema da ressurrei??o, sendo esta id?ia expressa numa enorme variedade de formas. Alguns objetos correspondiam a determinadas necessidades no outro mundo. O morto era acompanhado, no seu funeral, por umas 400 figuras shabtys, talvez a mais comum de todas as antiguidades eg?pcias. Estas eram pequenas figuras substitutas do morto, um dos pap?is das quais era o de trabalhadores que deviam responder a um poss?vel dever de corv?ia que implicava carregar areia.

Depois de serem encaradas como moradas alternativas para o ka, as estatuetas passaram a ter um aspecto mumiforme e suas inscri??es associavam claramente o morto a Os?ris, o deus do mundo subterr?neo. Durante o per?odo final da XII dinastia as fun??es das estatuetas funer?rias foram ampliadas. Elas continuaram a se identificar com o propriet?rio da tumba, mas agora eram encaradas como trabalhadores que prestavam um servi?o para o defunto e foi nessa ?poca que receberam o nome de shabtys.

Tais figuras passaram rapidamente a representar os criados do morto no al?m-t?mulo e tornaram-se bastante populares, substituindo as est?tuas de servi?ais que as classe mais favorecidas depositavam em suas tumbas no decorrer dos Imp?rios Antigo e M?dio. O nome acompanhou a mudan?a e as pequenas pe?as passaram a ser chamadas de shawabty e depois de ushebty. Esse ?ltimo termo pode ser traduzido como "aquele que responde", numa refer?ncia ? situa??o de servi?al da estatueta.



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:: Maat ? A Palavra da Verdade::

A verdade n?o ? uma inven??o moderna. Tal como a conhecemos, ela existe onde h? consci?ncia; uma est? envolvida na outra. Mas de onde vem a verdade, a retid?o e a justi?a, e o que podemos chamar de c?digo de ?tica? Parece que nossa civiliza??o e nossa cultura t?m uma d?vida para com o Egito Antigo. De todas as culturas ou pa?ses conhecidos, o Egito tem os mais antigos registros hist?ricos, remontando a mais de cinco mil anos.

Em eg?pcio, a palavra para verdade ? Maat. O uso do Maat surgiu na Era das Pir?mides, iniciada por volta de 2700 a. C. No come?o, Maat estava associado ao deus-sol Ra, ao fara?, ? administra??o do pa?s, ao homem comum, aos rituais dos templos e aos costumes mortu?rios.

Al?m disso, Maat eventualmente passou a ser associado a Os?ris, o deus do outro mundo. Para os eg?pcios antigos, a palavra Maat significava n?o s? verdade mas tamb?m retid?o e justi?a. Seu s?mbolo do Maat era a pluma de avestruz. A pluma, como s?mbolo, ? encontrada em toda parte do Egito, nos t?mulos e nas paredes e colunas dos templos. A pluma pretende transmitir a id?ia de que "a verdade existir?". A pluma era transportada nas cerim?nias eg?pcias, muitas vezes sobre um cajado.





As criadas sempre novas e bonitas, em dias de festas trajavam vestidos transparentes ou usavam apenas um gorjal e um cinto sobre o corpo.

Circulavam entre os convidados distribuindo flores de l?tus para todos os presentes e com uma pomada perfumada que transportavam num grande prato, confeccionavam os cones brancos que todos usavam na cabe?a.

Esse era um acess?rio indispens?vel numa recep??o: com o calor do corpo e do ambiente os cones se fundiam lentamente, inundando o sal?o de fragr?ncia e mascarando o cheiro da comida que se espalhava pelo ar.





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Hist?rico:

- 01/07/2007 a 31/07/2007
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- 01/01/2007 a 31/01/2007
- 01/12/2006 a 31/12/2006
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07.10.2006

 

Vestuário  Egípcio

 

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/vestuari.htm

 

A roupa que o egípcio usava era basicamente produzida com linho, até porque esse era um dos principais produtos agrícolas do país. Da região do Delta vinham as melhores espécies da planta. E não só a roupa dos vivos, mas também as faixas que envolviam os mortos e as mortalhas eram fabricadas com esse material. A tecelagem, conhecida desde 5000 anos a.C., era um trabalho eminentemente feminino. O tecido mais fino, o bisso, era confeccionado nos templos e gozava de fama especial. De modo geral as mulheres, com grande habilidade, costumavam operar dois fusos ao mesmo tempo. Produzia-se fios longos, graças ao artifício de colocar o fuso a grande distância da fibra crua. Para aumentar ainda mais tal distância, as mulheres subiam em bancos altos. Os teares eram inicialmente horizontais, passando a verticais no Império Médio, e permitiam o fabrico de tecidos longos, empregados na confecção de roupas de uso diário, bastante amplas, as quais eram principalmente brancas. Outras cores também eram utilizadas, em que pese a dificuldade em tingir os tecidos. No caso do vermelho, por exemplo, a cor era obtida com tinta extraída da flor do açafrão.

 

O vestuário masculino era constituído basicamente por um saio curto e uma ou várias pulseiras, um anel e um gorjal. Se juntava a isso um pingente de jade ou de cornalina suspenso a um comprido cordão, — nos conta Pierre Montet — o nosso egípcio estava perfeitamente apresentável, podia visitar as suas terras, receber negociantes, dirigir-se a qualquer repartição. Podia igualmente substituir o pequeno saio por uma saia tufada e calçar sandálias.

Olhe à sua volta.
Tudo é necessário e tudo se encaixa.
É uma unidade orgânica, ninguém é mais alto ou mais baixo,
ninguém é superior ou inferior.
Cada um é incomparavelmente único.
Você é necessário e basta.
Na Natureza, tamanho não é diferença.
Tudo é expressão igual de vida

 

(  A importância  de ser  você mesmo -  Autor  desconhecido)



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 23h34
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 29.09.2006

 

Vasos Canopos

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/vasoscan.htm

Uma das etapas indispensáveis para que o processo de mumificação tivesse sucesso, consistia na retirada dos órgãos internos do cadáver. Por outro lado, era igualmente importante para a continuidade do bem-estar do morto no além-túmulo que tais órgãos fossem cuidadosamente preservados. Assim, desde o Império Antigo era costume colocar as vísceras em quatro vasos que atualmente são chamados de vasos canopos. O termo canopo, embora a rigor seja incorreto, foi criado pelos primeiros egiptólogos que viram nesses vasos, com tampas em forma de cabeças humanas, confirmação da história narrada pelos escritores clássicos a respeito de Canopo, piloto de Menelau, da guerra de Tróia, que foi enterrado na cidade de Canopo, situada no noroeste do delta do Nilo, onde era venerado sob a forma de um vaso com cabeça humana.

 

Tais vasos, feitos de alabastro, calcário, cerâmica ou faiança, tinham tampas de madeira pintada, vinham às vezes acondicionados em estojos também de madeira e eram depositados no túmulo junto ao caixão. As vísceras armazenadas nos quatro vasos eram protegidas por quatro divindades menores, os filhos de Hórus, chamados Qebehsenuf, Duamutef, Hapi e Imset que amparavam, respectivamente, os intestinos, o estômago, os pulmões e o fígado do morto. Os vasos em si eram identificados com as quatro divindades protetoras femininas: Selkis, Neith, Néftis e Ísis.

Durante a XXI dinastia, quando era costume recolocar os órgãos dentro do corpo acompanhados de uma figura do correspondente filho de Hórus, ainda assim, por mero formalismo, permanecia a prática de incluir um conjunto de vasos canopos ao lado da múmia. Por sua vez, imitações sólidas destes vasos foram usadas durante o período ptolomaico, quando o processo de mumificação tornou-se grosseiro e as vísceras eram frequentemente deixadas dentro do corpo.

"... Lá na frente de nossas vidas,  é que poderemos realmente saber
a qualidade de vida que tivemos,
a quantidade de marcas que conseguimos carregar
conosco  e,  a riqueza que cada uma delas
guardou dentro de si."

 

Silvana Duboc



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 17h14
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23.09.2006

KÉFREN

http://www.geocities.com/tioisma2002/pirkefr2.htm

Junto à esfinge situa-se o templo do vale do complexo da pirâmide de Kéfren. Mede 44 metros e 80 centímetros de cada lado e sua altura é de 13 metros. As paredes, de pedra calcária rústica, são extremamente grossas e foram um dia revestidas, tanto interna quanto externamente, de granito vermelho polido. Alguns desses blocos pesam de 50 a 80 toneladas cada e estão montados com juntas do tipo macho e fêmea. Outros chegam a pesar até 500 toneladas. Na parede leste há duas entradas de acesso ao templo. Em torno delas estavam esculpidas faixas de inscrições hieroglíficas apresentando o nome e títulos do faraó, mas de tais dizeres poucas palavras restaram. Nenhuma outra inscrição ou figura existe em qualquer parte do templo.

A vida

 Para os erros há perdão;
para os fracassos, chance;
para os amores impossíveis, tempo...

Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e
acredite em você.

Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando
Porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu.

(Luís Fernando Veríssimo)



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 22h09
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16.09.2005

Cleópatra, a rainha do Egito

Por CRISTIANO CATARIN

Cleópatra, a rainha grega do Egito. Provavelmente tudo que o mundo sabe sobre ela esteja errado.  
Cleópatra tem sido tradicionalmente pintada como uma mulher cruel, Promiscua e amante dos deleites da boa mesa e cama. Mas através de Trabalhos de pesquisa histórica e arqueológica, tem  mostrado   Cleópatra mulher monogâmica que amou único dois homens que se envolveu em toda sua vida. Mãe devotada de quatro filhos, prevendo a chegada de sua morte, planejou o salvamento e sucesso de suas crianças.
Finalmente, ao CLIKAR  no LINK   abaixo,  você conhecerá uma rainha dedicada e piedosa, Devotada e preocupada com sustento daqueles que governava. Através de recriações dramáticas e fotográficas surpreendentes de sites egípcios e Romanos, este documentário conta a verdadeira historia de Cleópatra e a ardilosa vitória pela qual toda sua  vida lutou, em nome de seus filhos.

 

http://www.starnews2001.com.br/cleopatra.html

Cleópatra era descendente dos reis gregos do Egito, os ptolomáicos. Ela nasceu em Alexandria. Seus cabelos eram avermelhados, a ilustração acima não mostra a rainha utilizando-se de jóias. Definitivamente, estas não são características de uma mulher fatal. Por outro lado, uma harmoniosa combinação de: espiritualidade, determinação e inteligência tornaram Cleópatra à mulher mais famosa do mundo. A localização dos ancestrais da jovem rainha fica a oitocentos quilômetros de Alexandria, na ilha de Filae. Nesta região, durante 300 anos, foram construídos templos dedicados aos XII Ptolomeus. Ptomoleu III foi o ultimo grande faraó da era ptolomáica, reconquistando grande riqueza que havia sido perdida para outras civilizações. Ptolomeu IV foi um grande fracassado que perdera grande parte das riquezas do Egito antigo.

Muitos textos antigos afirmam que ela tenha sido morta por meio de uma picada de cobra. (resta saber se por uma NAJA, ou uma VÍBORA). A Naja possui um veneno mais letal e sua picada é de difícil identificação. Já a Víbora provoca um inchaço grotesco, e, por esta razão, a morte por meio de uma víbora é descartada por estudiosos.
A morte por meio da picada da naja evitaria a exposição de Cleópatra num triunfo romano, conforme desejo de Otaviano. Cleópatra estava confinada num dos quartos do palácio e, tudo que era levado até ela era inspecionado para evitar seu suicídio. Mas de alguma forma, ela conseguira se matar conduzindo uma de suas mãos a uma “compota” onde uma naja estaria entre os frutos. Quando os soldados romanos de Otaviano entraram no quarto da rainha, ela já jazia morta e vestida com trajes reais. Otaviano nada pode fazer a não ser expor para seu poderio militar um retrato da rainha Cleópatra. 
 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 12h36
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16.09.2006

Os antigos egípcios não encaravam a arte pela própria arte. Todos – fossem eles arquitetos, escultores ou pintores – consideravam-se funcionários ou artesãos que produziam artefatos destinados a alguma função: religiosa, funerária ou de qualquer outro tipo.

 

 A história do antigo Egito com seus 4 mil anos de duração é a mais longa experiência humana de civilização, A cultura egípcia tinha um caráter essencialmente prático e atingiu níveis admiráveis. Os monumentos construídos com margens de erro diminutas resistiram ao passar dos séculos. Os egípcios inventaram um sistema de escrita, cultivaram a terra, extraíram minérios, foram mestres em artesanato, atingiram elevados conceitos filosóficos e morais. Mas como se desenrolava o dia-a-dia desse povo? Como eram suas cidades e suas casas? De que maneira eram educados? Como se alimentavam? Que conhecimentos tinham de medicina e de outras ciências? Como as mulheres tinham os seus bebês? Estas e muitas outras perguntas você verá respondidas clikando no  LINK  abaixo.

 
http://www.geocities.com/ismanett/vidacoti.htm
 
 

... Bonito é ser realista sem ser cruel,
é acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a  gente continuar sendo gente em quaisquer situações.
Bonito é você ser você.

Letícia Thompson



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 21h00
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14.09.2006

 

FILME: OS 10  MANDAMENTOS

 

CONTEXTO HISTÓRICO

 

O filme retrata importantes passagens na vida dos hebreus, que por volta de 1250 a C. conduzidos por Moisés, fogem do Egito, onde viviam na condição de escravos, para Palestina. Essa fuga é conhecida na Bíblia como "êxodo". A Bíblia relata que, depois da travessia do mar Vermelho, os israelitas vagaram durante 40 anos no deserto antes de atingirem a Palestina. No alto do monte Sinai, Deus revelou-se à Moisés, que recebeu as Tábuas da Lei (10 mandamentos gravados em duas tábuas de pedra). Acredita-se que o monte Sinai, com 2300 metros de altura, seja a montanha Jebel Musa ou "montanha de Moisés", parte de um grupo de picos no sul da península do Sinai. Ao revelar-se para Moisés, Deus teria estabelecido uma aliança com os filhos de Israel, que mesmo assim, desviaram-se da crença em um único Deus - Iavé (aquele que é) - adorando um bezerro de ouro, enquanto Moisés dialogava com Deus no alto do monte Sinai. Moisés morreu antes de ver seu povo entrar na Terra Prometida.


Essa história é conhecida sobretudo graças à Bíblia, que em sua primeira parte, o Antigo Testamento, relata os principais acontecimentos políticos e religiosos da Palestina, região mediterrânea do Oriente Próximo habitada naquela época por vários povos nômades de origem semita como filisteus, cananeus, hebreus e arameus. Esses últimos foram singularmente importantes, porque sua língua (o aramaico) era falada por todos os comerciantes do Oriente Próximo e Médio e pela grande maioria dos povos que habitavam as terras entre os rios Eufrates e Nilo.
O Antigo Testamento é uma importante fonte de informações históricas, sendo necessário contudo, muito cuidado na sua utilização, já que as diversas partes que o compõem foram escritas em períodos distintos, além da questão da linguagem bíblica ser simbólica, o que exige uma interpretação mais racional dos fatos narrados.
O contexto histórico dos hebreus e dos demais povos da região, foi marcado de uma forma geral pelo Modo de Produção Asiático, o sistema que predominou entre as primeiras civilizações da História durante a Antiguidade Oriental. Nesse modo de produção as terras cultiváveis eram propriedade do Estado ou dos deuses, sendo que os camponeses que executavam o trabalho, tinham apenas a posse coletiva.

 

A importância da água dos rios na vida desses povos foi vital para o desenvolvimento agro-pastoril, sendo que suas civilizações ficaram genericamente conhecidas como hidráulicas ou ribeirinhas. No caso dos hebreus e demais povos da Palestina, destaca-se a presença dos rios Jordão e Orontes, que como outros rios do Oriente, permitiram a construção de diques, açudes e canais de irrigação para o ruralismo que marcou a maior parte das civilizações do Oriente Antigo.

  Fonte: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=95 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 19h47
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 13.09.2006

Os antigos egípcios formularam algumas teorias a respeito dos elementos que formavam o ser humano. Um de tais elementos era o ba, palavra que pode ser traduzida por sublime, nobre, poderoso e cuja idéia se assemelha ao nosso conceito de alma.  O  ba podia deixar a sepultura e subir ao céu onde se acreditava que desfrutasse de uma existência eterna num estado de glória; era-lhe dado, no entanto, revisitar o corpo na tumba, e não deixava de fazê-lo; e, conforme certos textos, parecia capaz de reanimá-lo e manter conversação com ele.

 

Outro elemento era o ka, ligado ao corpo de alguma forma, que é definido pelo autor já citado como uma individualidade ou personalidade abstrata, dotada de todos os atributos característicos e que possuía existência independente. Tinha liberdade para mover-se de um lugar a outro da terra, à sua vontade, e podia entrar no céu e conversar com os deuses. As oferendas feitas nos túmulos em todos os períodos visavam a alimentar o ka, que era capaz, segundo se supunha, de comer, beber e apreciar o cheiro do incenso. No período em que se edificaram as pirâmides acreditava-se que o falecido, de certo modo, podia ser purificado, sentar-se e comer pão com ele "incessantemente e para sempre". Como se vê, em certo sentido o ka corresponde ao "eu" do indivíduo. Nasceu com a pessoa e forma parte integrante do seu ser mas, apesar disso, é encarado em alguns aspectos como distinto dele. Era para esse ka que os egípcios providenciavam todo o equipamento funerário, a comida e a bebida das tumbas e o próprio túmulo era conhecido como a casa do Ka

Um terceiro elemento era o espírito ou inteligência espiritual, denominado de khu e entendido como uma forma brilhante, luminosa e intangível do corpo. As funções desse elemento não são muito claras, mas ele também ia para o céu viver com os deuses. Para evitar que ficasse aprisionado no túmulo, eram recitadas fórmulas especiais.

Finalmente, kat era a palavra que denominava o corpo físico e esse termo indica algo que tem a decadência como componente que lhe é inerente. Era isto — diz  Wallis Budge — que se enterrava na tumba após a mumificação, e o objetivo dos amuletos, cerimônias mágicas, orações e fórmulas, desde os primeiros até os últimos tempos, era preservá-lo de toda e qualquer destruição. O próprio deus Osíris possuía um corpo nessas condições e os seus vários membros eram preservados como relíquias em diversos santuários do Egito.

 Fonte:  http://www.starnews2001.com.br/egypt/temples.html

Morre Lentamente...

Morre lentamente...
quem não lê
quem não viaja,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente...
quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente...
quem se transforma em escravo do hábito
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente...
quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos
e os corações aos tropeços.
Morre lentamente...
quem não vira a mesa quando
está infeliz com o seu trabalho, ou amor,
quem não arrisca o certo pelo incerto
para ir atrás de um sonho,
quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje !
Arrisque hoje !
Faça hoje !
Não se deixe morrer lentamente !

NÃO SE ESQUEÇA DE SER FELIZ !

Pablo Neruda



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 19h45
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13.09.2006

 Os egípcios sempre reconheceram, mesmo quando o processo de mumificação estava em seu auge, que os cuidados que tomavam para preservação dos corpos eram insuficientes para atingir os efeitos desejados. Um dos meios de contornar essa situação foi apelar para a magia. No culto aos mortos, acreditavam que um modelo podia servir de substituto para qualquer coisa que fosse na prática dificil de suprir como objeto real. Por exemplo, — escreve I.E.S.Edwards — em algumas mastabas da II dinastia, vasos falsos eram usados ao invés de vasilhas cheias de provisões e supunha-se que teriam a mesma validade para o ocupante da tumba. De forma similar, uma estátua ou mesmo uma figura esculpida em relevo era considerada como sendo um substituto efetivo para o corpo humano na eventualidade de sua destruição.

Por essa razão, e considerando que a múmia podia ser destruída, colocavam no túmulo uma ou várias imagens do defunto. Se o corpo se deteriorasse, o ka poderia penetrar em uma dessas figuras as quais, para maior garantia, eram confeccionadas em material duro como madeira, calcário ou granito. Uma das mastabas mais conhecidas da III dinastia, pertencente ao chefe dos dentistas e dos médicos de nome Hezyre, apresentava figuras de seu proprietário esculpidas em relevo em painéis de madeira embutidos em nichos da parede leste da construção. Tais imagens tinham por finalidade permitir que Hezyre saisse e retornasse livremente ao seu túmulo. Porém, painéis expostos eram muito vulneráveis e os arquitetos egípcios criaram, dentro das mastabas, um cômodo fechado, que ficou conhecido modernamente com o nome de serdab, destinado a receber a estátua do morto a qual, assim, ficava melhor protegida. O uso crescente da pedra na estatuária, ao invés da madeira, aumentou ainda mais a garantia de que o ka encontraria sempre a maneira de se perpetuar.

Fonte:  http://www.starnews2001.com.br/egypt/temples.html

 

 

 

... Nós construímos nossa vida,
um dia de cada vez e muitas vezes fazendo
menos que o melhor possível na construção.
Depois com surpresa nós descobrimos
que nós precisamos viver na casa que nós construímos.
Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás. Você é o carpinteiro.
Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes.
Alguém disse que "A vida é um projeto que você mesmo constrói".
Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo
a "casa" que você vai morar amanhã.

Construa com Sabedoria!

Colaboração: Álvaro

 

http://www.sabedoriadosmestres.com/construa_com_sabedoria.html



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 14h22
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10.09.2006

 

Uma história de amor ao longo do Nilo


Nefertiti era filha de Dushratta, rei de Mitâni. Mas, como era normal acontecer nos casamentos entre crianças, Akhenaton e a pequena princesa cresceram ternamente ligados um ao outro e, com o passar dos anos, transformaram a afeição em amor. Então, até onde a História conta, Akhenaton, em contraste com a maioria dos reis da Antigüidade e de sua própria estirpe, parece ter-se contentado, durante toda a vida, com o amor de uma única mulher, dada a ele como Grande Esposa quando ainda era apenas uma criança. Akhenaton e Nefertiti se amavam com fervor. O jovem rei não havia tomado "esposas secundárias", seguindo o costume de seus antepassados, simplesmente porque nessa sua única rainha, "seu coração encontrava a felicidade", tal como ele mesmo declarou em tantas inscrições. A extraordinária importância que ele atribuiu a sua amada, pode bem ser a prova de tudo quanto ele sentiu.  Sendo assim, podemos deduzir que tenha compreendido, melhor do que qualquer outro homem, o valor supremo da ternura e do prazer.

 

Fonte:  http://www.starnews2001.com.br/egypt/temples.html

 

 

Para quem ama...

"Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer,
só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.
Não contaram pra nós que amor não é acionado,
nem chega com hora marcada...

Fizeram a gente acreditar que cada um de nós
é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido
quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros,
que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas
a responsabilidade de completar o que nos falta:
a gente cresce através da gente mesmo.
Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável...

Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente.
Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo,
vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"

Autoria: Martha Medeiros

 

Fonte:

 

http://www.sabedoriadosmestres.com/para_quem_ama.html



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 11h37
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09.09.2006

Quem quer que tenha visto as maravilhas do antigo  Egito,  uma só vez na vida - ou mesmo quem nunca pôde vê-las de perto - fica  maravilhado e curioso. Como as  pirâmides foram construídas? Qual o conhecimento matemático que os egípcios possuíam? Que técnicas dominavam? Que ferramentas empregavam?

Na construção das pirâmides, os egípcios inicialmente nivelavam o terreno pela observação da estrela Polar, a partir de um ponto fixado no vértice norte da futura pirâmide. A precisão alcançada com esse processo é espantosa.

 Seis  Maneiras de Viver Melhor

Tenha em sua vida objetivos a serem concretizados.
Não exista apenas, viva intensamente todos os momentos que lhe são proporcionados. Você não pode seguir em frente sem antes encontrar o caminho certo.

   Momentos tristes fazem parte de seu crescimento.
Não odeie a vida nos momentos difíceis, aprenda a aceitar e tentar resolver o que te aflige. A grandeza de um problema depende de como você o enxerga.

   Tenha bons relacionamentos. Lembre que você nunca estará sozinho no mundo e que as pessoas tem sentimentos, assim como você. Antes de magoar alguém, se ponha no lugar. Ruim não é? Pois então, aprenda a sorrir a quem está ao seu lado e a vida sorrirá para você.

   A verdade é a melhor amiga da sua consciência.
Evite mentiras e enganações. Quem engana é o maior enganado. Você sabe que a verdade sempre aparece, então porque cultivar a falsidade? Mentira é negativa, desde a pequena até a mais grave. Também não guarde mágoas das pessoas que te mentiram ou te enganaram, elas são simplesmente pessoas menos evoluídas que você. Não as condene, a consciência delas se encarregará disso...

   Olhe ao seu redor. Não pense 24 horas por dia em você. Neste momento, há muitas pessoas que precisam de sua ajuda, de seu conselho, de seu afeto. Ajude sempre que puder, nem que seja somente ouvindo seu amigo num dia difícil. Você não imagina o bem que fará. Quando você ajuda, o maior beneficiado é você. 

     6 Tudo o que fizer, faça com amor. Pois este é quem te salva, te ilumina e te guia. Este é o caminho que te levará a Deus. Mas só quem vive intensamente plantando o amor é que conhece o verdadeiro sentido da vida. 
Ame, acima de tudo. É essa a solução de seus problemas. É isso que te acalma. É isso que nos faz acreditar que podemos viver melhor.

 Lembre-se, tudo depende de você. Basta amar.... Esse é o segredo...

Fonte:

 

  http://www.despertardamente.com/autoconhecimento/006.html



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 15h42
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Por que existem 7 maravilhas no mundo?

Não existe uma explicação satisfatória para isso. Há mais de 2000 anos, alguns monumentos da Antiguidade eram tão grandes e suntuosos que foram considerados os mais extraordinários e admiráveis feitos da inteligência humana.

Foram os gregos os primeiros a listarem essas construções grandiosas. Não eram tão pretensiosos a ponto de chamá-las de maravilhas. Consideravam-nas ta hepta themata, isto é, as sete coisas dignas de serem vistas.

As Sete Maravilhas do Mundo

Um grupo de estudantes de geografia estudou as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as sete maravilhas atuais do mundo. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:

1. Pirâmides Grandes do Egito 
2. Taj Mahal 
3.
Grand Canyon 
4. Canal de Panamá 
5.
Empire State Building 
6. Basílica de St. Peter 
7. A Grande Muralha da China

Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina, não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou à ela se tinha problemas com sua lista.

A menina quieta respondeu: - Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.

O professor disse: - Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la. 
A menina hesitou, então leu: - Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:

 1.tocar 
2. sentir sabor 
3. ver 
4. ouvir 
5. sentir 
6. rir 
7. e amar

A sala então ficou completamente em silêncio. É fácil para nós olharmos as façanhas do homem, já que negligenciamos tudo o que Deus fez para nós. Que você possa se lembrar hoje daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas.

 

Fonte:

 

http://www.sabedoriadosmestres.com/as_sete_maravilhas.html



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 12h43
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