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*Meu Award*


Estamos construindo um mundo no qual a humildade seja virtude.
E, que tanto a individualidade como a coletividade passem a serem fontes de crescimento, onde as rela??es humanas fluir?o sem barreiras.
Que a palavra, se torne o canto dos sonhos que florescem.

Um mundo que ir? perceber a pessoa como uma das riquezas mais preciosas existentes na terra.
Que possamos sentir o calor do Cosmo que transforma vidas, possibilitando a exist?ncia da igualdade, liberdade, solidariedade, justi?a e a paz.
Este mundo n?s seremos capazes de edificar.

(C?ritas Souzza)



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::Retrato de uma jovem do per?odo Romano::

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::Os Soldados::

A partir do Imp?rio Novo a pol?tica expansionista do Egito fez crescer a import?ncia dos militares na hist?ria do pa?s. Entretanto, os jovens das cama-das inferiores da popula??o, de temperamento bastante passivo, n?o tinham interesse em seguir a carreira militar. Ao longo dos s?culos, a qualidade do soldado de origem eg?pcia parece ter sido med?ocre e os fara?s viram-se obrigados a utilizar mercen?rios estrangeiros para compor os quadros dos seus ex?rcitos. A popula??o aut?ctone n?o admirava esse soldado e, sentindo por ele medo e at? desprezo, procurava manter-se afastada de seu conv?vio.

O rei mantinha os mercen?rios concedendo-lhes lotes de terra de onde pudessem tirar o sustento de suas fam?lias. O historiador Her?doto relata que no decorrer da XXVI dinastia (c. 664 a 525 a.C.) o n?mero de tais mercen?rios teria atingido 410 mil, sendo que cada um recebia cerca de 3 hectares de campos na regi?o do Delta. Al?m disso, 2 mil desses homens eram escolhidos para servirem como guardas do fara?, recebendo para isso uma quantidade adicional de terras e abundantes ra??es di?rias de p?o, carne e vinho. Isso n?o significa que fossem todos estrangeiros, mas sim que a grande maioria tinha antepassados de origem n?o eg?pcia.

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EGITO DE HOJE

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Hoje em dia o Egito ? totalmente diferente do que era a quase 2000 atr?s, por isso abaixo segue as caracter?sticas atuais do mesmo:

Capital: Cairo

Superf?cie: 1001449 km?

Popula??o: aprox. 66900000 hab

Mortalidade Infantil: 52 crian?as por mil

Moeda: Libra eg?pcia

Principal Idioma: ?rabe

Clima: des?rtico

Atividades Agropecu?rias: agricultura primitiva de subsist?ncia, pastoreio

Expectativa de Vida: 55 ? 65 anos

Esses s?o uns dos principais fatores geogr?ficos do Egito Atual.



SAIBA MAIS SOBRE O EGITO

:: CLIKAR NOS ICONES ::

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A bandeira do Egito se baseia nas cores pan-árabes e é semelhante às bandeiras de muitos outros países árabes. O emblema situado no centro é a águia dourada de Saladino, que aparece também no escudo do Egito. Foi incorporado à bandeira em 1984, no lugar do falcão existente.

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::Brasão do Egito::

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IMAGENS DO ANTIGO EGITO

:: CLIKAR para ver Imagens::

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O Rio Nilo 6.700 km (5.600 desde o lago Vitória) de extensão. Saindo do lago Vitória (com o nome de Nilo Vitória), onde se lança seu principal formador, o Kagera, o Nilo corre para o norte. Atravessando os lagos Kioga e Mobutu Sese Seko, toma o nome de Nilo Branco (Bahr el-Abiad) ao sair da região pantanosa do Sudão meridional. Em Cartum, recebe o Nilo Azul (Bahr el-Azrak) e depois o Atbara.

Atravessa, em seguida, a Núbia e o Egito, que fertiliza com as suas cheias estivais, atinge o Cairo, onde começa o delta, que se abre no Mediterrâneo.
A barragem de Sadd al-Ali (alta barragem de Assuã) regularizou-lhe o curso inferior e criou um vasto lago artificial, com 500 km de comprimento (que, em parte, se estende ao Sudão).

A prosperidade do Egito nasce da ação conjunta do Nilo e do Sol, todos os dois elevados pelos habitantes à categoria de deuses.
O rio, em cheia das mais fortes do verão, impregna os campos de uma água carregada de aluviões extremamente férteis.
O sol apressa a vazante, e o renascimento da vegetação.
Uma cheia muito fraca não alimenta bem a terra; muito forte, devasta os campos - tanto uma quando a outra levam à fome: sem a cheia, o sol seria devastador; sem o sol, a cheia seria inútil.
O importante é que o equilíbrio ( Maat) seja mantido entre os dois.



Crimes na internet? Denuncie





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:Mande cart?es com estampas eg?pcias por e-mail. Diversas op??es de cart?es: Egito antigo e moderno. ? gr?tis.CLIKA ::

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::Estatuetas Funer?rias::

Muitos dos bens encontrados nos t?mulos repetiam simbolicamente o tema da ressurrei??o, sendo esta id?ia expressa numa enorme variedade de formas. Alguns objetos correspondiam a determinadas necessidades no outro mundo. O morto era acompanhado, no seu funeral, por umas 400 figuras shabtys, talvez a mais comum de todas as antiguidades eg?pcias. Estas eram pequenas figuras substitutas do morto, um dos pap?is das quais era o de trabalhadores que deviam responder a um poss?vel dever de corv?ia que implicava carregar areia.

Depois de serem encaradas como moradas alternativas para o ka, as estatuetas passaram a ter um aspecto mumiforme e suas inscri??es associavam claramente o morto a Os?ris, o deus do mundo subterr?neo. Durante o per?odo final da XII dinastia as fun??es das estatuetas funer?rias foram ampliadas. Elas continuaram a se identificar com o propriet?rio da tumba, mas agora eram encaradas como trabalhadores que prestavam um servi?o para o defunto e foi nessa ?poca que receberam o nome de shabtys.

Tais figuras passaram rapidamente a representar os criados do morto no al?m-t?mulo e tornaram-se bastante populares, substituindo as est?tuas de servi?ais que as classe mais favorecidas depositavam em suas tumbas no decorrer dos Imp?rios Antigo e M?dio. O nome acompanhou a mudan?a e as pequenas pe?as passaram a ser chamadas de shawabty e depois de ushebty. Esse ?ltimo termo pode ser traduzido como "aquele que responde", numa refer?ncia ? situa??o de servi?al da estatueta.



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:: Maat ? A Palavra da Verdade::

A verdade n?o ? uma inven??o moderna. Tal como a conhecemos, ela existe onde h? consci?ncia; uma est? envolvida na outra. Mas de onde vem a verdade, a retid?o e a justi?a, e o que podemos chamar de c?digo de ?tica? Parece que nossa civiliza??o e nossa cultura t?m uma d?vida para com o Egito Antigo. De todas as culturas ou pa?ses conhecidos, o Egito tem os mais antigos registros hist?ricos, remontando a mais de cinco mil anos.

Em eg?pcio, a palavra para verdade ? Maat. O uso do Maat surgiu na Era das Pir?mides, iniciada por volta de 2700 a. C. No come?o, Maat estava associado ao deus-sol Ra, ao fara?, ? administra??o do pa?s, ao homem comum, aos rituais dos templos e aos costumes mortu?rios.

Al?m disso, Maat eventualmente passou a ser associado a Os?ris, o deus do outro mundo. Para os eg?pcios antigos, a palavra Maat significava n?o s? verdade mas tamb?m retid?o e justi?a. Seu s?mbolo do Maat era a pluma de avestruz. A pluma, como s?mbolo, ? encontrada em toda parte do Egito, nos t?mulos e nas paredes e colunas dos templos. A pluma pretende transmitir a id?ia de que "a verdade existir?". A pluma era transportada nas cerim?nias eg?pcias, muitas vezes sobre um cajado.





As criadas sempre novas e bonitas, em dias de festas trajavam vestidos transparentes ou usavam apenas um gorjal e um cinto sobre o corpo.

Circulavam entre os convidados distribuindo flores de l?tus para todos os presentes e com uma pomada perfumada que transportavam num grande prato, confeccionavam os cones brancos que todos usavam na cabe?a.

Esse era um acess?rio indispens?vel numa recep??o: com o calor do corpo e do ambiente os cones se fundiam lentamente, inundando o sal?o de fragr?ncia e mascarando o cheiro da comida que se espalhava pelo ar.





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Hist?rico:

- 01/07/2007 a 31/07/2007
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- 01/01/2007 a 31/01/2007
- 01/12/2006 a 31/12/2006
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02.12.2006

 

O  ANKH

 

OU CRUZ  ANSATA

 

 

http://www.starnews2001.com.br/egypt/ankh.htm

 


Toth segurando uma cruz ansata, recebe oferendas de flores de lótus.

 

 

A cruz com a alça, conhecida como ankh ou cruz ansata, é uma das figuras ou símbolos mais importantes encontrados nos templos do Egito Antigo. Ela aparece gravada nas colunas dos templos de Karnak, Edfu e em outros lugares. Pode-se vê-la também gravada ou pintada em  murais no Templo de Luxor, no Templo de Hatshepsut, Medinet Habu e outros, bem  como em obeliscos e nas paredes de túmulos. Cenas vívidas pintadas em paredes de  templos ou túmulos muitas vezes representam um deus estendendo o ankh ao faraó.

Um exemplo disso está no túmulo de Amenhotep II onde vemos o ankh sendo-lhe

entregue por Osíris.

 

Em lugar da parte vertical superior, acima dos braços da cruz, em geral associada ao cristianismo, esse detalhe da cruz egípcia é ovalado, ou tem a forma de uma alça. Para os egípcios  antigos isto significava vida e o símbolo, na verdade, é conhecido como

a chave da vida.

 

Para nós, essa figura é um triângulo isósceles.

Trata-se do hieróglifo ou sinal que, quando apresentado com o ankh, significa  para sempre.

 

 

 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 22h26
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 29.11.2006

A Ourivesaria

 

    

 

A ourivesaria egípcia nos legou peças de extrema delicadeza. Colares, pulseiras, anéis, diademas, broches e amuletos deslumbram até hoje aqueles que têm oportunidade de ver de perto essas raras peças expostas nos museus de todo o mundo. As mulheres egípcias guardavam tais preciosidades em estojos, de onde elas saíam nas ocasiões especiais para embelezar suas donas.

 

  

O trabalho em ouro e prata  ocupava grande número de artífices, pois além de todos os adornos que o faraó e sua corte possuíam e usavam, não havia templo que não tivesse o seu tesouro.

 Nas oficinas começava-se por pesar o ouro e a prata antes destes metais serem enviados àqueles que os deviam trabalhar.

 A balança compunha-se de uma coluna onde se encavava a cabeça de Maât, a deusa Verdade, provida de um cutelo de metal e de um braço munido de uma agulha ao centro, do qual estavam suspensos, por uma corda tripla, dois pratos iguais.

No momento da pesagem, bastava pousar o braço com todos os seus acessórios sobre o cutelo e verificar se os pratos se equilibravam. Os pesos tinham a forma de um boi sentado nas patas traseiras.  O escriba, que retirara do estojo a paleta e o cálamo, registrava os resultados na presença do chefe dos artífices do templo que se apoderava do ouro acabado de pesar e o remetia aos artífices.

 

VER MAIS:

 

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/ourivesa.htm

 

 

       

"É melhor tentar, ao invés de sentar-se e nada fazer; É melhor falhar, mas não deixar a vida passar; Eu prefiro na chuva caminhar, do que em dias tristes em casa me esconder; Prefiro ser feliz, embora louco, do que viver infeliz em são conformismo."

(Martin Luther King)



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 00h41
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MÓVEIS EGÍPCIOS

Os móveis da tumba de Tutancamon (c. 1333 a 1323 a.C.),  mostraram ao mundo o grau de suntuosidade a que chegou a marcenaria egípcia. Além de peças produzidas para uma clientela refinada, também houve produção em massa de um mobiliário mais modesto. Cofres, tronos, bancos, poltronas, armários, camas, apoios para nuca, ataúdes, arcas, leitos de repouso e leitos funerários eram alguns dos móveis fabricados. Basta olhar as peças para perceber que o marceneiro egípcio sabia tudo sobre sua arte e já empregava técnicas utilizadas hoje em dia.

 

As camas possuíam pés ornamentados, às vezes na forma do deus Bes, uma divindade que era representada como um anão fazendo caretas e que tinha o dom de evitar acidentes domésticos como, por exemplo, as quedas. Sob o leito eram colocados os utensílios de toucador e o vestuário, guardados em um cofre, bem como um escabelo. Tamboretes e banquinhos também aparecem nas ilustrações compondo o mobiliário dos quartos de dormir.

 

A maioria dos móveis recebia incrustrações de elementos decorativos em metal ou madeira rara e inscrições e vinhetas em faiança ou esmalte. Terminado o trabalho do marceneiro, o móvel era entregue aos seus colegas que deveriam completá-lo com gravuras ou pinturas. Preferiam trabalhar com madeiras importadas da Sicília e do Líbano, pois o Egito dispunha de poucas árvores, sendo que a palmeira, a mais abundante delas, é de aproveitamento difícil. A oliveira, a figueira, o sicômoro e o cedro forneciam o material necessário.

 

VER  MAIS:

 

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/moveis.htm

 

 

 

"Quando o amor vos fizer sinal, segui-o;

ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados.

E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos;

ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir." 

 

( Khalil Gibran )



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 00h40
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MINERAÇÃO

  

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/minerar.htm

 

Ouro, cobre e turquesa  eram alguns dos minerais que os egípcios extraiam e com os quais produziam magníficas obras de arte. O ouro era abundante no deserto oriental, uma vasta região de rochas montanhosas, situado entre o Nilo e o Mar Vermelho, uma fonte de muitos minerais e pedras duras usadas em grandes quantidades pelos antigos artífices. Na foto acima vemos a entrada da galeria de uma das minas de ouro dessa região. Agregadas às antigas rochas do deserto havia depósitos não apenas de ouro, mas também de prata, cobre, chumbo, ferro e zinco. Os dois últimos minerais não foram explorados no Egito faraônico. Os demais eram todos conhecidos dos egípcios desde os tempos pré-dinásticos.

 

 Até o Império Médio a prata tinha mais valor do que o ouro. Análise dos objetos dos impérios Antigo e Novo demonstrou que a prata no Egito era uma liga natural de ouro misturado com prata em percentagem suficientemente alta para adquirir uma cor branca. A depreciação do valor da prata em relação ao ouro foi devida à sua importação de fontes asiáticas, em escala considerável, por intermédio do comércio e de tributos, durante os impérios Médio e Novo.

O ouro ocorria tanto no aluvião dos leitos dos wadis, quanto nos veios de quartzo branco que estavam presentes nas rochas ígneas da grande cadeia central de montanhas situada entre o Nilo e o Mar Vermelho e que corre paralelamente ao rio. A retirada do metal do aluvião era uma tarefa simples, não exigindo mão-de-obra especializada, mas apenas água para lavar o material aurífero. Colocando o aluvião numa superfície inclinada e fazendo correr água sobre ele, o material mais leve era arrastado e o ouro, mais pesado, ficava para trás como finas partículas ou, ocasionalmente, como pequenas pepitas.

Várias fontes de minerais estavam localizadas a leste do Egito. Uma delas era o monte Sinai, de onde os egípcios extraíram turquesas, desde a III dinastia (2649-2575 a.C.). Até fim do Império Novo (1070 a.C.), e cobre, no período entre a XVIII e a XX dinastias (1550 a 1070 a.C.). No que se refere às turquesas, em certas épocas houve um povoamento egípcio permanente na zona de sua extração. Já no que diz respeito ao cobre, parece que as minas eram exploradas pela população local, sob controle dos egípcios.

Os egípcios deixaram poucos registros escritos falando diretamente da natureza de suas expedições mineradoras ou sobre a organização das suas minas. Nos locais de onde se extraíram os minérios também não há inscrições oficiais, provavelmente porque a rocha na qual ocorria os veios de quartzo, geralmente granito, não se prestava a ser esculpida. A passagem dos trabalhadores pelas áreas de mineração é atestada por ocasionais grafitos deixados nas rochas de arenito. É certo que em alguns períodos houve assentamento permanente de homens nessas regiões desérticas e sabemos que o banimento para tais áreas era uma das punições infringida aos criminosos pelas cortes judiciárias.

 

 "Ainda que seus passos pareçam inúteis;

vá abrindo caminhos como a água que desce

cantando da montanha.

Outros te seguirão..."

 

(Antoine de Saint-Exupéry)



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 22h48
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Banquetes Egípcios

Preparativos para a realização de um banquete envolviam toda a criadagem e movimentava toda a casa. A residência era lavada e caiada e os seus jardins varridos com esmero. Um boi era abatido e sua carne devida-mente preparada. Gansos eram assados no espeto. Revisava-se o estoque de cerveja, vinhos e licores. Frutos eram empilhados na forma de pirâmides em pratos e tabuleiros de vime.

No dia da festa, caso as visitas a serem recebidas fossem muito ilustres, os  donos da casa as recebiam em pé perto da entrada e as conduziam através do jardim até o interior da residência. Em outros casos, os anfitriões permaneciam na sala de recepção e os convidados eram recebidos pelos criados e pelas crianças. Terminados os abraços e feitos os cumprimetos de praxe, que eram verbalmente longos e rebuscados, cada pessoa tomava o seu lugar no salão.

Os donos da casa  sentavam-se em cadeiras de espaldar alto, cujas partes de madeira eram incrustadas de ouro e prata, turquesa, cornalina e lápis-lazúli. À disposição de alguns convidados colocam-se também assentos muito luxuosos. Os outros contentavam-se com tamboretes em X ou mesmo com tamboretes de pés verticais. Em casa das pessoas humildes, as pessoas sentavam-se simplesmente sobre esteiras. Os assentos preferidos pelas raparigas eram os coxins de couro, muito bem trabalhados. Os homens colocavam-se de um lado, as mulheres de outro. O moralista Ptah-hotep, que sabia o que dizia, recomenda aos jovens, e mesmo aos homens maduros, convidados para uma casa amiga, que não olhem demasiado para o lado das mulheres. Isto não era uma regra absoluta. Quando se reuniam os homens e as mulheres, os serviços não eram separados. O convidado podia, se o desejava, ficar junto de sua esposa.

 VER MAIS:

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/banquete.htm

 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 22h22
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JARDINS  EGÍPCIOS

Os antigos egípcios gostavam imensamente de possuir jardins em suas residências e deles cuidavam com muito esmero. Tanto no campo quanto na cidade, cada proprietário queria ter o seu e cultivar verduras, legumes e frutas. Os que tinham poucas posses plantavam pelo menos algumas árvores nos pequenos quintais de suas moradias. As pessoas abastadas mandavam construir jardins que rivalizavam em exuberância e dimensões com as próprias residêndias.

 

Tendo em vista o clima quente e árido do Egito, o papel refrescante dos jardins sempre foi importante. Eles eram formados por quadrados e retângulos cortados perpendicularmente por aléias guarnecidas de flores, sombreados por caramanchões e ladeados por árvores frutíferas tais como videiras, tamareiras, figueiras e palmeiras. Belos cachos de uvas azuis, que os egípcios adoravam saborear, pendiam e ornamentavam os ramos das videiras. À sombra de quiosques sob as árvores, os donos da casa faziam suas refeições durante o verão. As bebidas eram refrescadas em grandes recipientes ocultos por entre a folhagem, ao lado de mesas e prateleiras nas quais os criados arrumavam com arte as várias iguarias da culinária egípcia. Os gansos do Nilo circulavam livremente pelos pátios e jardins, tolerados em liberdade pelo fato de serem excelentes guardas com seu grito rouco. Todo jardim possuia o seu lago, construído em alvenaria, retangular ou quadrado e recoberto por nenúfares entre os quais os patos se banhavam. No espelho d'água uma barca poderia estar à disposição para um passeio dos proprietários da moradia. Embora o mel e a cera de abelha fossem buscados no deserto por homens especializados nesse ofício, também havia criação de abelhas nos jardins das residências. Para a formação das colmeias colocavam-se jarras de cerâmica e os apicultores caminhavam sem proteção por entre os insetos, afastando-os com as mãos nuas para recolher os favos.

 

Tanto quanto para os grandes cultivos, a irrigação desses jardins era um trabalho longo e fatigante. Eles tinham que ser aguados regularmente porque estavam geralmente situados nas terras mais elevadas, não atingidas pelas cheias. Seu cultivo prolongava-se pelo ano todo. Entre os trabalhos de jardinagem, é apenas sobre esse detalhe da rega que possuímos algumas informações. Do restante do manuseio das plantas nada sabemos. Uma piscina, normalmente sombreada por árvores, servia de reservatório e era interceptada por regos. A água podia ser proveniente de canais ligados ao Nilo ou de uma cisterna. Tais regos eram enchidos, ainda no Império Médio (c. 2040 a 1640 a.C.), por meio de jarras redondas de cerâmica. Os recipientes eram levados suspensos numa vara transportada por dois homens e o conteúdo despejado nos regueiros que distribuíam a água da rega por todo o jardim. Portanto irrigava-se o jardim dirigindo-se a água diretamente dos regos para o solo cultivado, ou usando-se os cântaros enchidos nas piscinas como se fossem regadores. Com a invenção do shaduf, um artefato dotado de um recipiente e um contrapeso destinado a retirar água de um reservatório, o trabalho foi grandemente facilitado. Cultivava-se comumente nesses jardins: feijão, lentilha, alface, cebola, porro, melões, abóboras; frutas como tâmaras, figos e romãs e flores, muito usadas nos enfeites de festivais religiosos e seculares.

 

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/jardins.htm

 

 

 

“Nós aprendemos a voar com os pássaros, a nadar com os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos.” 
( Martin Luther King )



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 21h15
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MUMIFICAÇÃO

http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/mumifica.htm

O historiador Heródoto nos conta que havia no antigo Egito pessoas encarregadas por lei de realizar os embalsamamentos e que faziam disso profissão. Conta também que havia três tipos de mumificação com preços diferentes conforme o processo fosse mais ou menos complexo e descreve todos os procedimentos, iniciando pelo embalsamamento mais caro. Diz ele: Primeiramente, extraem o cérebro pelas narinas, parte com um ferro recurvo, parte por meio de drogas introduzidas na cabeça.

 

Fazem, em seguida, uma incisão no flanco com pedra cortante da Etiópia e retiram, pela abertura, os intestinos, limpando-os cuidadosamente e banhando-os com vinho de palmeira e óleos aromáticos. O ventre, enchem-no com mirra pura moída, canela e essências várias, não fazendo uso, porém, do incenso. Feito isso, salgam o corpo e cobrem-no com natrão, deixando-o assim durante setenta dias. Decorridos os setenta dias, lavam-no e envolvem-no inteiramente com faixas de tela de algodão embebidas em cola. Concluído o trabalho, o corpo é entregue aos parentes, que o encerram numa urna de madeira feita sob medida, colocando-a na sala destinada a esse fim. Tal a maneira mais luxuosa de embalsamar os mortos.

 

Os que preferem um tipo médio de embalsamamento e querem evitar despesas, escolhem esta outra espécie, em que os profissionais procedem da seguinte maneira: enchem as seringas de um licor untuoso tirado do cedro e injetam-no no ventre do morto, sem fazer nenhuma incisão e sem retirar os intestinos. Introduzem-no igualmente pelo orifício posterior e arrolham-no, para impedir que o líquido saia. Em seguida, salgam o corpo, deixando-o assim durante determinado prazo, findo o qual fazem escorrer do ventre o licor injetado. Esse líquido é tão forte que dissolve as entranhas, arrastando-as consigo ao sair.

O natrão consome as carnes, e do corpo nada resta a não ser a pele e os ossos. Terminada a operação, entregam-no aos parentes, sem mais nada fazer.

 

O terceiro tipo de embalsamamento destina-se aos mais pobres. Injeta-se no corpo o licor denominado surmaia, envolve-se o cadáver no natrão durante setenta dias, devolvendo-o depois aos parentes.

 

http://www.wanderlino.com.br/cronicas/cronicas/09.html

 

"Tu tens liberdade de ser tu próprio, o teu verdadeiro eu, Aqui e Agora;

nada se pode interpor no teu caminho."

 

( Richard  Bach )



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 23h12
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 http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/anubis.htm

ANÚBIS

 

Representado por um chacal ou por um cão deitado, ou ainda pela figura de um homem com cabeça de chacal ou de cão, o deus Anúbis (Anpu em egípcio) era um dos responsáveis pelo julgamento dos mortos no além-túmulo.

O defunto, trajando um vestido de linho, era introduzido por Anúbis no grande recinto onde o julgamento seria realizado.

Saudava, então, a todos os deuses presentes. Depois, pronunciava uma longa declaração de inocência formada por frases negativas:

 

Não pratiquei pecados contra os homens.
Não maltratei os meus parentes.
Não obriguei ninguém a trabalhar para lá do que era legítimo.
Não pratiquei enganos com o peso da minha balança.

Não causei a fome de ninguém.
Não pratiquei fraudes na medição dos campos.
Não subtrai o leite da boca das crianças.

 

E assim por diante, alegando que tinha vivido sempre à altura dos padrões de conduta impostos pelos homens e pelos deuses.

Enquanto o morto fazia sua declaração, Anúbis ajoelhava-se junto a uma  grande balança colocada no meio do salão e ajustava o fiel com uma das mãos, ao mesmo tempo em que segurava o prato direito com a outra. O coração do finado era colocado num dos pratos e, no outro, uma pena, símbolo de Maat, a deusa verdade. O coração humano era considerado pelos egípcios a sede da consciência.

Assim, ao ser pesado contra a verdade, verificava-se a exatidâo dos protestos de inocência do defunto. Como as negativas vinham de seus próprios lábios, ele seria julgado pelo confronto com o seu próprio coração na balança. Se este se igualasse com a verdade, tudo correria bem e o defunto seria bem-vindo no além-túmulo; caso contrário, o morto estaria cheio de pecados e, então, seria comido por um terrível monstro: Ammut, o devorador dos mortos. Felizmente, os papiros sugerem que o morto em juízo era sempre absolvido. O tal monstro devia passar fome.

 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 23h34
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http://www.starnews2001.com.br/egypt/pharao.htm

 http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2005/05/050511_farao.shtml

O túmulo de Tutankhamon foi descoberto no Vale dos Reis por Howard Carter em 1922. O jovem rei morrera aos dezoitos anos de idade e o magnífico mobiliário do túmulo nos diz que provavelmente todos os túmulos de faraós eram igualmente mobiliados. Felizmente os ladrões de túmulos não tiveram êxito com este do jovem faraó da 18.ª Dinastia, e seu sarcófago permaneceu em segurança por mais de três mil anos.

O túmulo estava muito bem fechado na rocha. No centro da câmara mortuária havia quatro santuários ricamente decorados, um dentro do outro. No seu interior havia um enorme sarcófago de quartzita amarela com uma tampa de granito róseo. Deusas guardiãs primorosamente esculpidas postavam-se nos quatro ângulos. Dentro do sarcófago de pedra, que estava coberto de inscrições religiosas, havia diversos ataúdes folheados a ouro. Dentro do terceiro, que era de ouro, estava a múmia de Tutankhamon. Sobre o ataúde havia uma coroa de flores que ainda conservava todo seu colorido. E mais, jóias fantásticas, estátuas, peitorais e amuletos de ouro, contas, espelhos de prata, anéis e colares com pingentes de ouro na forma de flores de lótus.

Entre os muitos móveis luxuosos havia camas, cadeiras, bancos, mesas retiradas do palácio, o maravilhoso trono de ouro de Tutankhamon, vasos de alabastro, cetros, arcos e flechas, leques de plumas de avestruz, um painel que era o retrato do jovem rei e sua rainha com o símbolo de Aton e uma taça e uma lâmpada a óleo, de alabastro. As paredes e os tetos do túmulo eram revestidos de cenas religiosas, pinturas representativas de alguns dos deuses, sendo a mais extraordinária a de Osíris.

As coloridas inscrições apresentam grande beleza. Um elegante barco de alabastro repousava no túmulo, ostentando suas cabeças de íbis na proa e na popa. À meia-nau havia um quiosque delicadamente esculpido, cuja cúpula era sustentada por quatro colunas. O conteúdo do túmulo revela a mestria artística egípcia no seu apogeu. Cada objeto real é uma obra-prima de magnífico acabamento. Os artefatos encontrados nesse túmulo deveriam ser motivo de assunto sobre arte.

 



- Postado por: Cáritas Souzza ?s 21h53
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