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Hist?rico:
- 01/07/2007 a 31/07/2007
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- 01/11/2006 a 30/11/2006
- 01/09/2006 a 30/09/2006



ESCARAVELHO
http://antigoegito.tripod.com/simbolos.htm
O coração do morto era retirado durante o ritual de mumificação e, em seu lugar, era colocado um amuleto em forma de escaravelho a fim de dar nova vida e existência à múmia.
O besouro usado como modelo para os amuletos era da família dos Lamelicórneos e tinha duas características especiais:
* Primeiro: eles colocavam seus ovos dentro de bolas de excremento que eram roladas até buracos; as larvas, ao nascerem, alimentavam-se desse material. Como esse tipo de besouro nascia a partir de matéria putrefada (excremento), ele também poderia dar vida ao corpo sobre o qual fosse colocado, contanto que as palavras mágicas de poder apropriadas fossem inscritas ou lidas perante o amuleto.
* Segundo: os escaravelhos costumavam voar nas horas mais quentes do dia, mostrando uma ligação muito forte entre eles e o Sol, que era a divindade máxima do Egito. Outro ponto importante é o fato do Sol "rolar" pelo céu no sentido oriente/ocidente. Logo, o escaravelho rolando sua bola de excrementos era a simbologia perfeita do Sol nascendo e morrendo no horizonte. O Sol continha os germes da vida para os egípcios, assim como, a bola dos escaravelhos continha os germes de uma nova vida (as larvas).
Dentro dos rituais de ativação do escaravelho (símbolo do nascimento) está a seguinte oração que era lida ao nascer do Sol:
"Sou Thoth, inventor e fundador dos remédios e das letras; vem a mim, ó tu que estás debaixo da terra, levanta-te para mim, ó grande espírito ..."

“ Pela prática verdadeira em sua vida diária, o homem cumpre sempre de fato
a meta de toda religião,
qualquer que ela seja ou que nome tenha.”
( Dalai- Lama )

23.12.2006

Hatshepsut - Uma mulher como Faraó do Antigo Egito
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hatchepsut
Hatshepsut nasceu em Tebas. Era a filha mais velha do rei Tutmés I (Tutmósis I) e da rainha Ahmose. Quando o seu pai morreu Hatshepsut teria cerca de quinze anos (para alguns egiptólogos teria vinte anos). Casou com seu meio-irmão, Tutmés II, seguindo um costume que existia no Antigo Egito que consistia em membros da família real casarem entre si. Após a morte de Tutmés II, cujo reinado é pouco conhecido, o sobrinho de Hatshepsut, Tutmés III, era ainda uma criança que não estava apta a governar. Por esta razão Hatshepsut, na qualidade de grande esposa real do rei Tutmés II, assumiu o poder como regente na menoridade de Tutmés III. Mais tarde, Hatshepsut decidiu assumir a dignidade de faraó.Hatshepsut era uma mulher de caráter extraordinário.
Parece ter tido tanta força política quanto carisma, além de saber controlar habilmente o Clero de Amon, sendo assim, num dado momento, conseguiu usurpar o trono de Tutmés III e se tornar, com direito a todas as honras, o Faraó do Egito. Ao contrário do que viria a ocorrer no Período Ptolomaico; as mulheres não podiam ocupar o cargo de Faraó.
Como mulher, a Rainha não se arriscou a dar continuidade à expansão militar rumo à Ásia, preferiu se ater a embelezar o templo de Karnak (colocando nele os mais altos obeliscos que viria a ter) e a incentivar o comércio. Em seu governo o Egito voltou a comercializar com o Reino de Punt, trazendo de lá diversos animais e produtos exóticos.
"Há duas maneiras de viver a vida: Uma, é como se nada fosse milagre. A outra, como se tudo fosse milagre."
( Albert Einstein )

16.12.2006

Um homem está sentado em frente a um forno sobre uma base retangular. Tem um saiote curto e uma peruca lisa curta. A sua perna direita está dobrada debaixo dele, a perna esquerda suporta o braço esquerdo. A mão direita está levantada junto à cabeça enquanto a outra atiça o fogo dentro do forno. Acima do fogo foram empilhadas várias camadas de pão.


PANIFICAÇÃO
No antigo Egito usava-se a farinha de cevada ou de trigo para fazer pão. A espécie do trigo utilizado tem muito pouco do glúten que faz o pão moderno esponjoso e lhe dá uma bonita casca. Tanto a produção da farinha quanto a do pão tinham caráter doméstico. Nas casas abastadas moia-se os grãos e assava-se o pão ao lado das residências ou nos seus terraços.
Inicialmente um grupo de homens colocava as espigas do cereal, já livres de impurezas, em um almofariz de pedra. Eram, então, debulhadas em cadência com pesados malhos. Algumas mulheres peneiravam o resultado da debulha, separavam o farelo para os animais e entregavam os grãos para a moagem. Para tanto usava-se um utensílio com dois compartimentos e uma grande pedra.
Os padeiros trabalhavam no mesmo local confeccionando os pães. Enquanto isso, as formas cônicas eram postas sobre o fogão de molde a que as chamas atingissem seu interior. Quando o aquecimento das formas jã era suficiente, elas eram colocadas numa prancha crivada de orifícios redondos, enchidas com a massa recém amassada e misturada com fermento e tampadas. Só restava esperar o cozimento. Prontos os pães e retirados de suas formas, eram transportados para o consumo em cestos de vime.
É preciso lutar por um futuro.
Um amanhã que seja justo, precioso e gratificante.
É preciso merecer esse amanhã.
E também fazer que outros o mereçam.
É preciso força para vencer todos os obstáculos
que porventura apareçam,
sem desistir antes de ver alcançada a meta desejada.
É preciso estender as mãos ao próximo,
pois ele é a chave que abre as portas para um novo dia!

09.12.2006

CARROS DO EGITO ANTIGO
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/carros.htm
A partir do Império Novo (c. 1550 a 1070 a.C.), já que o cavalo havia sido introduzido no Egito pelos Hicsos, os carpinteiros passaram a desenvolver uma nova atividade: a fabricação de carros. O carro era essencialmente construído de madeira. As rodas nunca foram cercadas por um aro metálico, mas podia-se aplicar placas de metal na caixa do veículo. As peças do carro eram em grande número.
O mais difícil era obter rodas perfeitamente redondas. Tinham quatro ou seis raios. O círculo era feito de vários segmentos serrados de uma tábua de espessura conveniente, e reunidos.
Carros com duas rodas eram empregados durante as guerras de conquita enquanto que carros ligeiros, de quatro rodas, puxados por cavalos, também eram empregados nas cidades, mas apenas por uns poucos privilegiados. Estes utilizavam tal veículo quando eram convocados ao palácio, quando passeavam ou visitavam seus domínios.


Onde Deus lhe plantou, é aí que deve dar flores.
(provérbio canadense)

08.12.2006
CASAMENTO EGÍPCIO

Ao que tudo indica, as jovens podiam se casar a partir da idade de 12 ou 14 anos e os rapazes por volta dos 16 ou 17, mas isso dependia muito da situação financeira do casal. Os rapazes eram incentivados a cassarem-se cedo, para terem filhos. Um sábio diz em um dos textos sobre o assunto:
Estabelece um lar e ama tua mulher em tua casa assim que possas. Toma uma mulher enquanto ainda és jovem, a fim de que ela possa te dar filhos, pois um homem é considerado na medida do número de seus filhos.
Sentyotes, por exemplo, uma grande princesa, casou-se com o anão Seneb e conseguiu dar-lhe um filho e uma filha normais. Dos conselhos não escapavam, porém, os rapazes nas vésperas do enlace.

"O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada.
Caminhando e semeando, no fim terás o que colher."
(Cora Coralina)
