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*Pr?mio Sabedoria*


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Hist?rico:
- 01/07/2007 a 31/07/2007
- 01/05/2007 a 31/05/2007
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- 01/11/2006 a 30/11/2006
- 01/09/2006 a 30/09/2006



Os deuses egípcios eram representados ora sob forma humana, ora sob forma de animais, considerados sagrados. O culto de tais animais era um aspecto importante da religião popular dos egípcios. Os teólogos oficiais afirmavam que neles – como no boi Ápis, por exemplo – encarnava-se uma parcela das forças espirituais e da personalidade de um ou mais deuses. Deve ser entendido que o deus não reside em cada vaca ou em cada crocodilo. O culto era dirigido a um só indivíduo da espécie, escolhido de acordo com determinados sinais e entronizado num recinto especial. Ao morrerem, os animais sagrados eram cuidadosamente mumificados e sepultados em cemitérios exclusivos.
Boi Ápis- Boi sagrado que os antigos egípcios consideravam como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptah. O culto do boi Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos. Antiga divindade agrária, simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora.
A Leoa sanguinária- Uma mulher com cabeça de leão, encimada pelo disco solar, representava a deusa Sekhmet que, por sua vez, simbolizava os poderes destrutivos do Sol. Embora fosse uma leoa sanguinária, também operava curas e tinha um frágil corpo de moça. Era a deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias. Essa divindade feroz era adorada na cidade de Mênfis. Sua juba — dizem os textos — era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha a cor do sangue, seu rosto brilhava como o sol... o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria.
Falcão o deus solar- O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis (On em egípcio), o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. O deus-Sol é retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações. Seu nome mais comum é Rá e podia ser representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos.
VER MAIS:
http://antigoegito.tripod.com/culto.htm

“Entre as pequenas coisas que não fazemos e as grandes que não podemos fazer, o perigo está em não tentarmos nenhuma!"
(Confúcio)

Arte do Antigo Egito
http://www.starnews2001.com.br/egypt/arte_egipcia.html



1-Osíris e Aton num ritual de oferendas;2-Ritual de oferendas, na Necrópole de Mênfis em Sakkara;3-Jovens numa dança acrobática;4-Oferenda de um colar e um vaso, tumba de Jeserkareseneb;5-Oferendas, na Necrópole de Mênfis em Sakkara;6-Anúbis num ritual de mumificação;7-Rei Ai abrindo a boca de Tutankhamon;8-Rainha oferece vasos a deusa Hathor
9- Um morto ajoelhado ao lado de Osíris, tumba de Pashed.



Novo Império
http://antigoegito.tripod.com/art_arq.htm
Edifícios, pinturas, esculturas e artes aplicadas do antigo Egito, da pré-história à conquista romana no ano 30 a.C. A história do Egito foi a mais longa de todas as civilizações antigas que floresceram em torno do Mediterrâneo, estendendo-se, quase sem interrupção, desde aproximadamente o ano 3000 a.C. até o século IV d.C. O Novo Império (1570-1070 a.C.) começou com a XVIII dinastia e foi uma época de grande poder, riqueza e influência. Quase todos os faraós deste período preocuparam-se em ampliar o conjunto de templos de Karnak, centro de culto a Amon, que se converteu, assim, num dos mais impressionantes complexos religiosos da história. Próximo a este conjunto, destaca-se também o templo de Luxor.
No Novo Império, também se destaca o insólito templo da rainha Hatshepsut, em Deir el Bahari, levantado pelo arquiteto Senemut (morto no ano de 1428 a.C.) e situado diante dos alcantilados do rio Nilo, junto ao templo de Mentuhotep II. Durante a XIX Dinastia, na época de Ramsés II, um dos mais importantes faraós do Novo Império, foram construídos os gigantescos templos de Abu Simbel, na Núbia, ao sul do Egito. A escultura, naquele momento, alcançou uma nova dimensão e surgiu um estilo cortesão, no qual se combinavam perfeitamente a elegância e a cuidadosa atenção aos detalhes mais delicados. Tal estilo alcançaria a maturidade nos tempos de Amenófis III.
A arte na época de Akhenaton refletia a revolução religiosa promovida pelo faraó, que adorava Aton, deus solar, e projetou uma linha artística orientada nesta nova direção, eliminando a imobilidade tradicional da arte egípcia. Deste período, destaca-se o busto da rainha Nefertiti (c. 1365 a.C.).
A pintura predominou então na decoração das tumbas privadas. A necrópole de Tebas é uma rica fonte de informação sobre a lenta evolução da tradição artística, assim como de excelentes ilustrações da vida naquela época. Durante o Novo Império, a arte decorativa, a pintura e a escultura alcançaram as mais elevadas etapas de perfeição e beleza. Os objetos de uso cotidiano, utilizados pela corte real e a nobreza, foram maravilhosamente desenhados e elaborados com grande destreza técnica. Não há melhor exemplo para ilustrar esta afirmação do que o enxoval funerário da tumba (descoberta em 1922) de Tutankhamen.

"Oração não é pedir. É um anseio da alma. É uma admissão diária das próprias fraquezas. É melhor na oração ter um coração sem palavras do que palavras sem um coração."
(Ghandi)


PINTURA EGIPCIA:
http://br.geocities.com/anacanella/pintura_egipcia.html
Como em outras Artes , a pintura do antigo Egito deve partir da consideração da organização social e das crenças religiosas de um povo dominado pela idéia de outro mundo e de uma concepção dual da pessoa, segundo a qual cada homem possui um duplo ou ka cuja supervivência ficará assegurada enquanto não se destruir o seu corpo ou subsistir a sua representação. Nessa crença, que implicará uma hipertrofia do culto aos mortos, origina-se a maior parte da arte egipcia.
A pintura egípcia, cuja matéria- uma pintura à cola fabricada com cores minerais, é aplicada sobre uma camada de gesso branco que cobre a parede. Usa tintas planas, sem matizações, durante o Impérios antigo (sobre 2700-2260a.C.) e Médio (2060-1786) a.C.), e só com a XVIII disnastia (1560-1309 a.C) começa-se a introduzir o uso dos meios-tons, numa época em que se torna visível certa tendência ao prociosismo. Arte de códigos rígidos, representa os personagens de perfil, conforme a lei da frontalidade: o tronco e o olho aparecem de frente, numa tentativa de representar as diferentes partes do corpo da forma mais caracterizada possível; as pernas aparecem sempre vistas pela sua face interna; os braços costumam estar colados ao corpo, e quando um deles se levanta- à altura do antebraço, geralmente é o mais afastado.
De resto, as cenas aparecem perfeitamente estruturadas e, desconhecendo as leis da perspectiva, os pintores situam as figuras humanas e animais em várias franjas sobrepostas e bem delimitadas.
A pintura egípcia tem o seu grande campo de ação nas decorações dos monumentos funerários. No interior das tumbas, grandes telas murais aparecem recobertas por relevos e pinturas onde se descrevem as ocupações e o ambiente vital do defunto e se representam cenas de caráater religioso Junto a estas decorações funerárias, deve-se recordar também as de palácios e casas, que adquirem especial importância no Império Novo, e recordemos também as pinturas sôbre papiros.
O máximo da pintura Egipcia foi durante o Império Novo, em especial com a XVIII dinastia (1560-1309 a.C.) Nessa época encontramos uma aspiração à delicadeza, uma certa distensão, que faltavam anteriormente. as figuras tornam-se mais estilizadas, os artistas procuram refletir o movimento e, ao mesmo tempo que se entregam à uma grande variedade temática, tentam exibir com grande preciosismo o espetáculo da natureza. As representações de pássaros e peixes nos pântanos, jardins e estanques alcançarão depressa, um grau de graça e de naturalismo próximos aos da pintura cretense. Os pintores mostram-se mais afastados das convenções que regiam os baixo-relevos e começam tímidos ensaios de novas disposições espaciais.
Devemos lembrar também na pintura egípcia, os rolos de papiros cuja peça fundamental são os Livros dos Mortos, ricamente decorados, onde continham as instruções para se guiarem depois da morte e eram colocados junto ao defundo, no interior da urna.
"Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos. E um amor sem beleza é como flores sem perfume. Vida, amor, beleza: eis a minha trindade."
Khalil Gibran
