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Quando se fala no Egito da Antiguidade, as primeiras coisas que nos vêm à mente são as imagens das grandes pirâmides, as múmias e artefatos dos museus, os templos e a atmosfera de aventura que cerca tudo o que diz respeito ao tempo dos faraós, que a literatura e o cinema nos mostram como sempre presentes nas expedições arqueológicas.
Construídas há cerca de 4500 anos, aproximadamente entre 2650 e 2550 a.C., as pirâmides de Gisé foram feitas para três reis da Quarta Dinastia do Egito: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Eles mesmos foram os arquitetos de suas próprias pirâmides. Das 7 maravilhas do mundo antigo, as pirâmides de Gisé são as únicas que ainda permanecem inteiras, exercendo um grande fascínio sobre a humanidade.
http://www.expoente.com.br/professores/kalinke/projeto/piramide.htm

Vejam como estão as pirâmides neste exato momento.
Fonte:
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/index.html
LIVRO II DE VISITAS


30.07.2007

Decifração dos hieróglifos egípcios
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Fran%C3%A7ois_Champollion
http://pt.wikipedia.org/wiki/Decifra%C3%A7%C3%A3o_dos_hier%C3%B3glifos_eg%C3%ADpcios
A decifração do sistema de escrita dos hieróglifos egípcios é geralmente atribuída a Jean François Champollion, o chamado "Pai da Egiptologia". Nascido na França em 1790, desde muito jovem Champollion mostrou um grande interesse pelo estudo das línguas orientais, e aos 16 anos já conhecia hebreu, árabe, persa, chinês e várias outras línguas asiáticas.
Concluiu que o cóptico, a língua falada pelos cristãos egípcios ainda existentes, correspondia ao último estágio da antiga língua egípcia. Esta foi a sua grande vantagem sobre o médico inglês Thomas Young, que também investigou o significado dos hieróglifos, embora com menos sucesso.
Inicialmente, Champollion estava convencido, tal como Young, de que os hieróglifos eram puramente simbólicos, sem qualquer valor fonético. No entanto, após estudar várias inscrições hieroglícas contendo nomes reais, tais como o Obelisco de Bankes e a Pedra de Roseta, Champollion descobriu que afinal muitos hieróglifos possuíam o efeito fonético comum aos ideogramas.
O estudo da antiga língua egípcia - vinculada nos hieróglifos egípcios - avançou bastante durante o século XX, com o trabalho de linguistas como Sir Alan Gardiner e Hans Jakob Polotski, que permitiram uma melhor compreensão da gramática e do sistema verbal.
http://www.starnews2001.com.br/egypt/champollion.html



09.07.2007
Templo de Hórus
O Falcão Divino
Um dos mais belos e mais bem conservados templos do Egito Antigo é o Templo de Hórus, em Edfu, situado a certa distância da parte sul de Luxor e do Vale dos Reis, construído por Ptolomeu III e Ptolomeu IV, por volta de 100 a.C. Acredita-se que um templo da Terceira Dinastia existisse originariamente no local. O templo de Edfu tem um hipostilo e um santuário, além de numerosas figuras, inscrições e hieróglifos gravados em relevo. Nas paredes estão representadas as lutas do deus Hórus com seus inimigos, caracterizados de crocodilos e hipopótamos.
Um cena, numa das paredes, mostra o faraó ajoelhado diante de Hórus. Bem acima da entrada para o primeiro átrio, na fachada do pilone, encontra-se em relevo um belo disco solar, com as asas abertas do falcão. Acredita-se que foram os faraós da Quinta Dinastia, por volta de 2400 a.C., que introduziram o disco solar alado com o uraeus, ou cobra, de cada lado. O disco solar era o de Ra, ou Aton. As asas eram de Hórus. Como o templo de Edfu é dedicado a Hórus, há em ambos os lados da entrada do templo, bem como no pátio, grandes estátuas, magnificamente esculpidas em granito, do falcão usando a dupla coroa.

O falcão foi provavelmente a primeira criatura viva a ser adorada no vale do Nilo. O vôo altaneiro do falcão, que parecia ser companheiro do sol, levou os imaginosos egípcios a crer que o sol seria como que um falcão que descrevesse um luminoso vôo diário pelos céus. Como falcão, Hórus era um deus. Durante toda a sua história, os egípcios antigos acreditaram que os deuses se manifestavam em animais. Hoje é difícil compreendermos o relacionamento entre um deus e seu animal. O deus Hórus era representado como um pássaro que, segundo se acreditava, se manifestava em um ou mais falcões individuais. Por outro lado, dizia-se que Hórus era um falcão cujos olhos eram o sol e a lua, e cujo hálito era o refrescante vento norte. Esta a maneira impressiva com que descreviam esse grande deus.
VER MAIS:
http://www.starnews2001.com.br/egypt/edfu.html
“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade."
-Carlos Drummond de Andrade-
